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Gestão de Projetos abre portas para novas possibilidades de negócios e garante alta empregabilidade

O Brasil é a “bola da vez”! O País vive um momento de excelentes oportunidades e investimentos, em grande parte, graças à proximidade da Copa do Mundo e das Olimpíadas de 2016. São milhares de projetos previstos para áreas diversas como administração, contabilidade, economia, engenharia, turismo, hotelaria e até direito. E grandes investimentos exigem profissionais à altura. Por isso mesmo, cada vez mais empresas, públicas e privadas, demandam gestores de projetos capazes de conduzir situações de desafios e tomar decisões coerentes, seja com orçamentos, planejamento, cronogramas e gastos.
Atento às demandas do mercado, o IPOG inaugura no mês de julho o MBA Gestão de Projetos. Segundo o coordenador do curso,LuisVolpato, o mercado exigente também procura um profissional que saiba analisar o momento de aceitar ou rejeitar um projeto. “De acordo com critérios previamente estabelecidos e verificados no mercado com propriedade e crítica, usando métodos e modelos que sustentam a decisão profissional”, explica o professor.
Para Volpato o período não poderia ser mais oportuno para quem tem interesse em aprimorar conhecimentos na gerência de projetos. “O nosso curso é baseado nos critérios de PMI, mas agregando novos módulos como a gestão financeira de projetos, a análise de viabilidade econômica, análise técnica, taxas internas de retorno, valor presente líquido, payback de investimento e fontes de financiamento de capital para projetos”, exemplifica o coordenador.

Mas o que é o PMI?

A sigla vem do inglês ‘Project Management Institute’ (Instituto de Gerenciamento de Projetos) e se trata de uma das maiores associações do segmento. Sem fins lucrativos, ela nasceu da necessidade das organizações de melhor gerir seus recursos e atividades. Daí surgiu o grande interesse de empresas e profissionais pelo desenvolvimento de metodologias e competências que possibilitem gerir projetos empresariais de forma mais eficiente e eficaz.
Em 2011, foi considerada a maior associação do gênero no mundo. O Instituto reúne mais de 700 mil participantes, entre profissionais certificados e voluntários, em mais de 170 países. O trabalho da associação consiste em auxiliar esses profissionais a aumentar o sucesso de suas empresas, além de evoluir nas carreiras e aperfeiçoar a atuação no mercado. O PMI oferece certificações que atestam o conhecimento e a competência e colaboram para conferir melhores salários e oportunidades ao profissional certificado.  
“Em nosso MBA, exploramos os conceitos de PMI que ajudam a desenvolver estratégias empresariais e a analisar indicadores de performance de gestão. Os métodos contribuem para a tomada de decisões, e isso é um enorme diferencial para o aluno. Nosso objetivo é formar um profissional com visão abrangente da gestão de projetos, desde a fase inicial e de planejamento até a execução”, destaca o professor.
Além do lançamento do curso, o IPOG investe na parceria com os organizadores do VIII Congresso Brasileiro de Gerenciamento de Projetos. O evento vai ser realizado de 5 a 7 de julho, no Centro de Cultura e Convenções de Goiânia e promete ser o maior já realizado no Brasil sobre o tema. Os participantes vão ter acesso a minicursos, seminários e conferências com os mais experientes profissionais do segmento.
“É inegável a projeção que o gestor de projetos adquiriu no mercado. E o interesse por cursos como o nosso acompanham esse fluxo. O profissional certificado aumenta as chances de conseguir um bom emprego, além de abrir portas para novas possibilidades de negócios”, afirma Volpato.
Fonte: Administradores.com

Empreendedor aposta em camisetas diferentes e fatura R$ 1 milhão no ano passado

A ideia é simples – valorizar parcerias com artistas – e tem dado certo. A estratégia da empresa de camisetas El Cabriton é um exemplo da pequena empresa de moda alternativa de São Paulo que ganha destaque no mercado com peças autorais. O resultado aparece no caixa. A marca faturou R$ 1 milhão em 2012 e espera crescer 50% durante este ano.

Felipe Rau/EstadãoA participação em feiras também foi primordial para o crescimento da El Cabriton. Aberto em 2006, o negócio oferecia seus produtos no famoso Mercado Mundo Mix, evento alternativo de moda que ajudou a impulsionar diversos empreendedores. “Era uma ótima porta de entrada para marcas pequenas. A resposta dos produtos era muito rápida”, lembra Leandro Domenico, proprietário da marca de camisetas.

Diante do resultado positivo, a El Cabriton passou a expor em mais duas feiras na capital. “Fomos montando nossa base de clientes. Foi lá que aprendemos como empreender, como lidar com caixa, marketing. Toda nossa base vem de participações em eventos”, afirma.

Hoje, a empresa está instalada na Rua Augusta e vende cerca de duas mil camisetas por mês, incluindo as transações online. Entre as estratégias de marketing implantadas, uma delas é mantida desde a inauguração: é o ‘projeto fachada’.

“Todos os meses convidamos um artista para pintar as paredes externas da loja. Virou quase identidade e chama a atenção. Chegamos a receber quase um e-mail por dia de artistas interessados em participar desse projeto”, conta Domenico, que tem sua esposa, Erica, como sócia na empresa.

Essa parceria com artistas também é explorada em outros produtos. Em outubro, por exemplo, será lançada a quarta edição do baralho da El Cabriton. “Convidamos 54 artistas para cada um desenhar uma carta do baralho”, explica Domenico. A dica do empresário para outros pequenos empreendedores é sempre buscar um caminho diferente. “Se você não arrisca, não avança ou anda muito devagar. Meu conselho é focar em autenticidade. A parte boa do pequeno é que ele não tem que agradar a todos. E não deve”, destaca.

Estampas. Autenticidade, aliás, é um dos segredos da estilista Kelly Cristina Teixeira, proprietária da Bendita Maria – a marca faz sucesso com peças inspiradas nas roupas que a avó da empreendedora usava. “Quis trazer esse estilo para a marca, mas com estampas divertidas. O corte é mais retrô, porém, moderno. Por isso, tenho mãe e filha como clientes”, conta Kelly. Cada modelo chega a ter dez estampas diferentes. “Tem meninas que colecionam as peças e frequentam a loja em busca de estampas novas”, completa Kelly.

Apesar de vender seus produtos em lojas físicas, a empresária não pensa em abandonar as feiras das quais participa – Qualquer Coisa, na Praça Benedito Calixto, e da Como assim?!, que ocorre no Shopping Center 3, aos domingos. “Tem muito turista nas feiras e quem não consegue ir nos fins de semana pode comprar na loja também”, diz a estilista. Ela conta com a ajuda dos pais no negócio e registra lucro mensal entre R$ 20 mil e R$ 30 mil. A meta de Kelly é lançar um comércio online ainda este ano para ajudar no crescimento da Bendita Maria.

Ações. De acordo com o professor de Gestão de Marcas e Marketing Estratégico da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Marcos Bedendo, esses negócios conseguem chamar atenção, primeiro, na região onde funcionam, especialmente quando se trata de São Paulo. “Dependendo do perfil da marca, o ponto pode ajudar as pessoas a identificarem o estilo da empresa. Ela pode estar na Oscar Freire, na Vila Madalena ou no Baixo Augusta, por exemplo”, explica.

Participar de feiras semanais também é uma forma de divulgar a marca, segundo o especialista. “É uma maneira de se fixar em um lugar com um grande fluxo de pessoas. Quanto mais gente observando, melhor para a marca e para gerar o boca a boca”, diz o professor.

Fonte: Jornal O estado de São Paulo

A estratégia dos grandes: embalagem de iogurte vira boneco da Turma da Mônica

Divulgação

Depois de consumir o produto, criança pode montar Mônica ou Cebolinha com os potinhos Para seguir a tendência de educar as crianças para um mundo ecologicamente sustentável, a Danone e a Mauricio de Sousa Produções fizeram uma parceria para lançar "O Verdadeiro Danone Monta Turma" com reaproveitamento da embalagem.

Os potinhos do iogurte foram projetados para serem reutilizados e se transformarem em bonecos da Mônica e do Cebolinha. Cada embalagem do iogurte vem com oito potinhos, o que permite montar quatro bonecos - dois da Mônica e dois do Cebolinha. O corpo de cada boneco é formado por dois potinhos. O iogurte ainda vem acompanhado de uma cartela para recortar e colar olhos, cabelos, braços e sapatos para caracterizar cada personagem.

A ação é uma forma de reaproveitar materiais e incentivar a criatividade das crianças. Além do produto com a embalagem reaproveitável, as empresas lançaram mais oito opções, como a bebida láctea sabor chocolate, garrafinhas de 170 g e a versão em copinho com confeitos.

Fonte: jornal o estadão

sexta-feira, 19 de abril de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

Mercado de games é tendência de bons negócios em 2013


Pequenos empreendedores inovam com games para publicidade. Empresários começaram em casa, com pouco dinheiro e faturam milhões.
O Brasil ganha cada vez mais espaço no competitivo setor do mercado de games, considerado uma das tendências de bons negócios para 2013. Entre as apostas dos pequenos empresários, está o investimento no desenvolvimento de jogos eletrônicos e inovam para ganhar dinheiro com a produção de games para publicidade. 
O empresário Fernando Chamis descobriu o mercado milionário desenvolvendo games para computador. O negócio, que começou em casa e com investimento de R$ 5 mil, demora até um ano desenvolver jogos que podem custar mais de R$ 1 milhão. 
“Foi como uma brincadeira que começamos ali a vender para os amigos, começar a fazer projetos para os amigos, para os pais dos amigos, para os antigos chefes. E aí, com o tempo, a empresa foi crescendo, a gente foi tendo uma equipe maior e clientes maiores também”, diz o empresário Fernando Chamis.
Os games são voltados para o segmento publicitário e são gratuitos para os jogadores: quem paga são os anunciantes. “A gente adotou essa estratégia de criar jogos para publicidade, para grandes marcas, sendo que esses jogos são gratuitos”, diz Chamis, que aponta o ganho da marca por aparecer e ficar em contato com o cliente um grande tempo.
A ideia é que, para serem eficientes, os games devem ser divertidos, criativos, e expor com inteligência a marca do cliente. Um deles, por exemplo, foi feito para uma fabricante de catchup e tem como protagonistas dois tomates lutando num ringue. O perdedor vira molho e deve ser colocado dentro da embalagem do produto.
“É uma forma muito eficaz, a gente fala que o jogo tem um tempo de exposição de marca entre 5 e 30 minutos, então assim você fica em contato com a marca todo esse tempo, muito maior do que qualquer tipo de mídia. É um investimento com ótimo retorno”, diz Chamis.

Produção
A produção dos jogos tem três fases: roteiro, layout das páginas e a parte técnica.

A programação é o que fica atrás da tela, a lógica do jogo. O programador fica um pouco mais escondido no projeto e escreve um texto gigante com milhares de linhas de códigos, mas que vai dar movimento dos jogadores.
A empresa de Chamis faz 20 jogos por ano e os preços vão de R$ 15 mil a R$ 1,5 milhão. No último ano, eles faturaram R$ 2 milhões.
“As nossas expectativas para o mercado de games são as melhores possíveis. É um mercado muito grande e a gente está muito feliz por ser uma empresa que representa esse mercado e que está conseguindo uma boa visibilidade e fazer bons projetos com grandes marcas”, diz Fernando.
Games em escala
Guilherme Tsubota também começou em casa e com pouco dinheiro. Investiu R$ 10 mil em dois computadores, dois celulares e licenças de softwares e começou a fazer jogos para videogames, computadores e smart phones.

“Começamos a trabalhar jogos simples, pequenos, coisa rápida de fazer e aos poucos fomos evoluindo”, diz o empresário Guilherme Tsubota. Em 2010, ele alugou um escritório e hoje tem oito funcionários e fatura vendendo jogos pela internet.
Cada game tem um custo para a empresa de até R$ 300 mil, entre licenças de softwares e mão de obra. Já o usuário paga no máximo R$ 1 por jogo, o que torna preciso vender muito para ter lucro. Um dos jogos da empresa, que se baseia em um cachorrinho fazendo compra em uma loja, já tem mais de dois milhões de usuários.
Para fazer um jogo interessante, Tsubota diz que se deve trabalhar com um publico alvo, um nicho de mercado. O nicho dos animais, por exemplo, ele diz que que está em constante crescimento.
Outra ação essencial é fazer uma boa divulgação dos games. Guilherme investe, em média, R$ 15 mil por jogo em anúncios na internet e também atrai clientes com amostras grátis e depois vende adicionais dos jogos.
A empresa de Guilherme já desenvolveu 40 games, com mais de oito milhões de usuários. Com isso, ele não tem dúvidas de que este é um mercado que vai disparar nos próximos anos.
“Mundialmente, o mercado de games é bilionário, ele é maior do que o mercado do cinema. No entretenimento, é o principal”, diz Guilherme. Segundo ele, o brasileiro está aprendendo a consumir games e se divertindo cada vez mais, o que traz oportunidades de crescimento.
O consultor Nilson Hashizumi confirma que a procura por games é cada vez maior. Por um lado, o país tem hoje vinte e um milhões de smart phones, um mercado potencial para os jogos. Por outro, “as empresas estão buscando melhorar a experiência e o relacionamento com os seus clientes e por conta disso têm desenvolvido games a fim de fazer com que os consumidores possam cada vez mais se apropriar de suas respectivas marcas”.
Fonte: PEGN c/ G1
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

Sebrae lança plataforma grátis para criar loja online

Batizada como Primeiro E-commerce (www.primeiroecommerce.com.br), a ferramenta vai permitir que qualquer empresário tire do papel seu projeto virtual

E-commerce: Sebrae lança nova ferramenta para auxiliar empresários (Gregor Schuster/Getty Images) Respaldados pelo crescimento e pelos resultados financeiros dos sites de comércio eletrônico no Brasil, o Sebrae e o Grupo MercadoLivre lançam nesta terça-feira uma ferramenta para construção de lojas virtuais para micro e pequenos empreendedores.
E-commerce Batizada como Primeiro E-commerce (www.primeiroecommerce.com.br), a plataforma vai permitir que qualquer empresário tire do papel seu projeto virtual, às vezes engavetado pelos custos da operação e também pela falta de conhecimento sobre a área.
O acesso e o processo de criação da página virtual são gratuitos. No entanto, a cada venda concretizada serão cobrados 4,99% sobre o valor pago pelo cliente final. O montante é referente aos custos das transações financeiras, que são chancelados pelo MercadoPago, plataforma de pagamento pela internet do MercadoLivre.
“A experiência de abrir a loja vai ser mais ou menos como montar um perfil em uma rede social. O tempo de criação vai depender do número de fotos e do tipo de informação que a pessoa vai inserir ali”, afirmou Helisson Lemos, diretor geral do MercadoLivre no Brasil.
Segundo Luiz Barretto, presidente do Sebrae, a expectativa é de que nos primeiros 12 meses pelo menos 3 mil negócios tradicionais lancem versões online por meio da plataforma. “Nos últimos anos, esse mercado no Brasil vem crescendo na casa dos 20%, segundo pesquisas que realizamos. O e-commerce registrou 14 bilhões de reais em 2010, chegou a 18,7 bilhões de reais no ano passado e, para 2012, a gente espera 23 bilhões de reais”, afirmou.
Além da estrutura para vender, a plataforma oferece um canal de vídeos com informações, capacitação e dicas sobre o setor. “São cursos que explicam o bê-á-bá do comércio eletrônico. De gestão à operação, passando por gerenciamento financeiro, marketing e comunicação”, disse Lemos, do MercadoLivre.

fonte: revista veja
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

Microsoft ataca Google em disputa de serviços de e-mail

Companhia liderada por Steve Ballmer destaca fato de mensagens de usuários do Gmail serem lidas por robôs com finalidade publicitária

ReproduçãoA Microsoft abriu fogo novamente contra o rival Google em sua mais recente campanha promocional do Outlook.com, seu serviço de e-mail. A gigante do software liderada por Steve Ballmer afirmou que as mensagens de usuários de Gmail, serviço de e-mails do Google, são lidas por robôs da companhia com finalidades publicitárias.
"O Google vasculha todos os e-mails enviados e recebidos para buscar palavras-chave e direcionar anúncios pagos aos usuários do Gmail", diz a Microsoft. A solução, é claro, prega a companhia, é adotar o Outlook.com.
Não se trata de uma crítica sem fundamento. O Google realmente analisa as mensagens trocadas através do Gmail com o objetivo de melhorar a publicidade exibida na interface de e-mail do usuário. Existem, porém, opções para quem pretende impedir a prática, como o uso da versão HTML do serviço.
A empresa de Ballmer garante que o Outlook.com prioriza a privacidade e que não exibe anúncios com base em palavras-chave. "O seu e-mail não é da conta de ninguém, mas o Google faz disso o seu negócio", ataca.
O Outlook.com surgiu como substituto do Hotmail. O serviço foi lançado em julho do ano passado pela Microsoft.

domingo, 10 de fevereiro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

Volkswagen do Brasil lança site de ofertas


Novo canal oferece informações detalhadas sobre os veículos e pretende fortalecer o vínculo dos clientes com a rede de concessionárias da montadora.



Volkswagen cria um site de ofertas (www.vw.com.br/ofertas) com anúncios dos veículos da montadora e direciona o usuário para a concessionária mais próxima.
Com mais informações, o portal traz vídeos, fotos, ficha técnica dos carros, mapa para localização dos pontos de venda e notícias publicadas pela mídia sobre cada modelo.
A empresa pretende estimular os clientes a conhecerem os produtos e fortalecer o vínculo deles com a rede de concessionárias. Os interessados podem enviar uma intenção de compra diretamente para a loja mais próxima.
O site também informa sobre as promoções e ofertas realizadas pela montadora.
Fonte: Revista Exame
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

Brasil quer entrar no mercado das cervejas especiais


Em vez de exigir proteção contra a invasão das bebidas importadas, grandes e pequenas cervejarias pedem a atualização da legislação que impede a produção da bebida com ingredientes especiais, como mel ou chocolate

Nos últimos anos, uma centena de cervejas importadas invadiu supermercados e empórios especializados. Os paladares mais exigentes passaram a escolher tanto as bebidas tradicionais como as de sabores exóticos de chocolate, mel, frutas e especiarias fabricados pelos mestres cervejeiros estrangeiros. Escondidas no meio delas, algumas marcas nacionais tentam aparecer para conquistar a preferência do consumidor. Mas, na maioria das vezes, perdem na comparação. O que poucos sabem é que as cervejarias brasileiras são proibidas de inventar tipos diferentes de cerveja. A legislação nacional impede, por exemplo, a fabricação de bebidas fermentadas com matérias-primas vindas de animais, como leite ou mel. A restrição, porém, não pega os produtos importados. O Brasil permite que tais bebidas sejam trazidas de fora, desde que respeitem a regulamentação vigente em seu país de origem.
Com o crescimento do interesse por esse mercado, a cerveja brasileira não consegue concorrer com a estrangeira. Existem cerca de 200 microcervejarias no país, segundo a Associação Brasileira de Bebidas, que apostam em estilos diferenciados, mas enfrentam situações embaraçosas. Desde 2009, a DadoBier, de Porto Alegre, investiu 500 mil reais numa cerveja de chocolate em parceria com a Kopenhagen. No ingrediente da bebida é adicionado chocolate 70% cacau. Durante quatro anos, a empresa gaúcha tentou convencer os técnicos do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) a liberar a fabricação do produto, utilizando o argumento de que marcas estrangeiras com as mesmas características, como a inglesa Young Double Chocolate Stout, podem ser encontradas livremente nas lojas especializadas no Brasil. Mas, como o ingrediente não estava previsto na lei nacional, a DadoBier Double Chocolate Stout não conseguiu o registro do órgão do governo.
Após quatro anos de idas e vindas, a microcervejaria modificou a fórmula e trocou o chocolate puro pelo extrato, que não contém leite, para pleitear a aprovação – que saiu em 7 de dezembro do ano passado. Desta forma, a cerveja de chocolate cedeu aos caprichos da burocracia. “As proibições fizeram muitas cervejarias pararem de ousar nos últimos anos”, diz o sócio Eduardo Bier.
Para atender a insistência dos fabricantes de cervejas especiais em reformular a lei, o Ministério vai receber representantes do setor nos dias 5 e 6 de fevereiro para tratar das mudanças. O site de VEJA teve acesso às sugestões enviadas aos 56 participantes convidados. Todos receberam um arquivo de 22 páginas que detalha as propostas e os pedidos de modificação em cada item da lei – algumas vezes com mais de uma sugestão. Atualmente, a cerveja segue uma regulamentação de 1993, que basicamente divide a bebida entre as categorias clara e escura. Na época, tal legislação atendeu aos interesses dos grandes grupos cervejeiros, que praticamente só produziam o estilo pilsen. “Há um conflito na lei que não permite a adição de alguns componentes, o que impede o produtor de participar do mercado com inovação”, reconhece Álvaro Viana, coordenador-geral de vinhos e bebidas do Mapa. “Precisamos debater e tornar o mercado viável rapidamente.”
Uma das propostas dos cervejeiros é permitir, além da autorização de uma série de ingredientes nacionais na produção, a criação de estilos de cerveja com características brasileiras – o que não consta na lista de 120 registradas no mundo. Inicialmente, foram colocadas seis para aprovação, como a Brazilian Fruit Beer e a Tropical Lambic Style, que utilizaria barris de madeira (como nos vinhos e nas cachaças) para a cerveja descansar e adquirir características amadeiradas. “O potencial criativo é enorme e permitirá a invenção de uma maneira brasileira de fazer cerveja, com frutos do cerrado e muitas outras possibilidades”, diz Marcelo Carneiro da Rocha, sócio da microcervejaria Colorado, de Ribeirão Preto.
Contra as barreiras - O Brasil é o terceiro maior mercado produtor de cerveja no mundo, atrás de China e Estados Unidos – e a disposição do governo em mudar a lei é um claro estímulo à fabricação de bebidas especiais no país. A mudança, também, vai de encontro à crescenteonda de protecionismo comandada pelo governo brasileiro, sobretudo na gestão da presidente Dilma Rousseff. No ano passado, o Global Trade Alert, um estudo desenvolvido pelo centro de pesquisa britânico para políticas econômicas (CEPR, na sigla em inglês), mostrou que o Brasil ocupava a sexta colocação entre os países que mais adotaram medidas tarifárias desde 2008 para criar barreiras comerciais. Mas, ao contrário de outros segmentos, as cervejarias não parecem querer impedir ou limitar a presença dos estrangeiros.
As multinacionais de cervejas, como Ambev e Kirin, têm produção em outros países que chegam ao mercado nacional. E muitas microcervejarias mantêm parcerias com estrangeiras para a troca de informações e receitas. A Bamberg, de Votorantim, homenageia uma cidade da região da Bavária, na Alemanha, tradicional produtora da bebida. Mas a troca tem uma rígida exigência (que é fiscalizada): a cervejaria tem de seguir as leis de pureza alemã e só pode produzir cerveja com 100% de malte. Pedir reserva de mercado, portanto, está fora de questão. “Ninguém pensa em restringir ou bloquear a cerveja importada, apenas ter um mercado com condições iguais de competição”, afirma Alexandre Bazzo, sócio da Bamberg.
O encontro em Brasília vai reunir associações de classe, sindicatos, representantes de importadores, grandes e pequenas cervejarias e os cervejeiros caseiros. O risco de haver um público com interesses distintos é alto. Há o temor que uma parcela considerada radical contrarie e dificulte a aprovação de algumas propostas. O site de VEJA apurou que grandes e pequenos fabricantes se reuniram algumas vezes na primeira quinzena de janeiro para alinhar as propostas e evitar rachas durante o encontro com o Mapa.
Nível de pureza - O receio dos participantes é de que apenas uma proposta divida o grupo: a redução da utilização do malte na fabricação de cervejas para o consumo de massa. Atualmente, a lei exige 55% de cevada na composição da bebida. As grandes cervejarias querem diminuir esse porcentual para, pelo menos, 50%. Um estudo publicado pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) em outubro do ano passado mostrou que as marcas mais consumidas pelos brasileiros têm 45% de milho na composição – limite atual para a mistura do cereal. O aumento do milho na bebida reduziria o custo de produção para os grandes grupos. O problema é que alguns fabricantes exigem a pureza da bebida. Por isso, uma das alternativas é segmentar a classificação da cerveja. Para ser considerada uma cerveja artesanal, a bebida terá um mínimo de 80% de malte. "A cerveja tem de ser pensada de maneira que tanto a popular quanto as super premium possam encontrar seu público", diz Cilene Saorin, presidente da Associação Brasileira dos Profissionais em Cerveja e Malte.
Informalmente, os técnicos do Mapa vinham consultando a apostila de uma associação americana para entender como o mercado global tem se posicionado com os novos tipos e as diferentes composições de cerveja – os Estados Unidos têm a proposta mais aberta de fabricação. É possível que a maior parte desse conteúdo seja utilizado na nova regulamentação brasileira. A expectativa é que ainda este ano as cervejarias brasileiras vejam a aprovação do texto, que precisará passar pela Casa Civil. A tentativa é recolocar o Brasil dentro de um mercado competitivo e evitar situações como a da Colorado, que foi obrigada a modificar a nomenclatura de sua cerveja Appia. Fabricada com mel de laranjeira, a cerveja não se enquadrava na lei devido ao ingrediente. Para ser aprovada, teve de mudar sua denominação para “bebida alcoólica mista”. Na teoria, a Appia deixou de ser cerveja. Mas, nas prateleiras, continua posicionada ao lado das demais cervejas – a maioria, claro, importadas.

Fonte: Revista veja
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

Apple perde US$ 60 bi em um dia e deixa de ser empresa mais valiosa do mundo


A insatisfação do mercado com os resultados da Apple no primeiro trimestre fiscal fizeram com que a empresa registrasse ontem seu maior revés na Bolsa dos últimos quatro anos. As ações da Apple fecharam a quinta-feira (24) em queda 12,35% na bolsa eletrônica Nasdaq, o que significa uma perda de cerca de US$ 60 bilhões em seu valor de mercado. 
Os papéis da companhia caíam 2,22% perto das 15h desta sexta, a US$ 440,50. Com isso, o valor de mercado da empresa estava em US$ 413,7 bilhões, abaixo dos US$ 417 bilhões da Exxon - por volta do mesmo horário, as ações da Exxon subiam 0,16%, para  US$ 91,49.
Na quinta-feira (24), pelo menos seis financeiras reajustaram suas projeções para baixo, sendo que algumas acabaram cortando a recomendação para o investimento. A principal preocupação dos analistas foi com as vendas de iPhones na temporada de festas de fim de ano, que apesar de terem somado o número recorde de 47,8 milhões de unidades no trimestre encerrado em dezembro, a cifra ficou abaixo das estimativas, de pelo menos 50 milhões de unidades.
Analistas afirmam que o crescimento da empresa está atrelado a novos produtos, mas ressaltam que um lançamento não está no horizonte. A Apple não lança uma nova linha de produtos há cerca de três anos, exceto por uma versão menor do iPad - indo atrás de rivais que já tinham lançado produtos nessa categoria.
Fonte: paraíba.com
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

Google já faturou US$ 8 milhões com Gangnam Style


Vídeo mais assistido da história do YouTube, Gangnam Style já rendeu ao Google US$ 8 milhões em receita publicitária, segundo Nikesh Arora, porta-voz da companhia.


Desde seu lançamento, em julho de 2012, a coreografia do sul-coreano Psy foi vista 1,23 bilhão de vezes. Ou seja, cada 'play’ dado no YouTube rende 0.65 centavo de dólar.

O Google não revela o valor repassado a Psy. Segundo o Business Insider, o artista e a gravadora devem ter recebido cerca de US$ 4 milhões pelo sucesso do clipe, metade da receita obtida até agora. Um analista ouvido pela agência de notícias Associated Press estima que Psy tenha faturado US$ 7,9 milhões somente na Coreia do Sul, incluindo downloads no iTunes, streaming e vendas de outros serviços.

O sucesso tem dado a Psy status de celebridade internacional. O artista estará no Brasil para participar do Carnaval.

Veja o vídeo abaixo:


sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

CRM para todos!


Para tornar-se bem-sucedido, um micro ou pequeno empreendedor deve encontrar o equilíbrio entre uma série de aspectos como, por exemplo, o nicho a ser trabalhado e a divulgação de seu produto/serviço. Contudo, uma das características que o difere do grande empresário é, sem dúvida, o trato com o cliente. Muitos consumidores procuram pequenos negócios porque acreditam no bom atendimento e na personalização das Micro e Pequenas Empresas (MPEs). Quantas vezes você já não retornou a uma empresa não só pela qualidade do serviço, mas também por ter sido muito bem atendido? Esse é um dos maiores trunfos da pequena empresa, poder entender qual é a carência de seu cliente e atendê-lo de maneira 100% satisfatória.
Segundo pesquisa realizada pelo IBOPE Zogby, o prejuízo anual causado pelo mau atendimento a clientes chega a cerca de US$ 400 bilhões nos principais países do mundo. São dados como esse que constatam a importância da Gestão de Relacionamento com Clientes até mesmo para micro e pequenas empresas. Conhecida pela sigla CRM (redução do termo Customer Relationship Management), a estratégia de negócio, sinônimo de custoso investimento no passado, hoje se transformou em ferramenta fundamental para que o empreendedor entenda quem é seu cliente, qual a relação que ele tem com seu negócio e como mantê-lo sempre satisfeito.
Na concepção da maioria das MPEs, é intrínseco o entendimento que o cliente é parceiro incondicional para o sucesso e saúde do seu negócio. Mas como é possível reunir informações de todos os clientes que a empresa possui ou já teve um dia? Em um nível seguinte, como prospectar novos clientes? Onde encontrá-los e como conquistá-los?

ESTRATÉGIA DE NEGÓCIO
Para entender o conceito de CRM, o professor da pós-graduação em Gestão e Marketing da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Miguel Sauan, exemplifica: "Quando entro na confeitaria do meu bairro, o dono me vê e diz que chegou o doce de leite que minha filha adora. Intuitivamente, ele está executando um CRM muito eficiente, pois tem as informações, na cabeça ou no caderninho, acerca das necessidades e preferências da minha família. Assim, ele controla o que tem disponível para me oferecer e, eventualmente, sabe até a quantidade que costumo comprar".


"O CRM hoje é muito válido para os micro e pequenos empresários, mas é necessário encontrar processos que se encaixem com a demanda de cada negócio"

LEANDRO C. LOPES, DA L3CRM



Essa é uma amostra simples, mas eficaz, da importância da Gestão de Relacionamento com Clientes, assim como é exemplo que comprova como empresas de qualquer porte carecem de uma política de CRM. Essa é uma estratégia de negócio que tem por objetivo entender as necessidades e desejos dos clientes, sejam eles atuais ou potenciais, garantindo fidelidade e bons resultados para a empresa.
Sauan diz ainda que do ponto de vista técnico, pode ser definido como um conjunto de mecanismos que captura, consolida e analisa os dados dos clientes, disponibilizando os resultados desta análise nos diversos canais de contato, de modo a suportar todas as interações com os clientes. Em resumo, é preciso que o máximo de dados possíveis de cada cliente seja catalogado (ver box com dados necessários) para serem transformados em projeções para a saúde futura do negócio.
O diretor da L3CRM, Leandro C. Lopes, analisa que a necessidade de se relacionar com clientes é para empresas de todos os tamanhos, assim como registrar o histórico de seu relacionamento para garantir um atendimento impecável. "O CRM hoje é muito válido para os micro e pequenos empresários, mas é necessário encontrar processos que se encaixem com a demanda de cada negócio", afirma.
O QUE SABER SOBRE SEU CLIENTE?
 Informações cadastrais e comportamentais
 Histórico de contatos
 Gerenciamento de pedidos, ofertas e fluxo de vendas
 Scripts de atendimento e argumentos de vendas
 Preços e cotações
 Consolidado para análise de oportunidades e propensão de compra
 Tratamento de problemas e reclamações

FONTE: PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO E MARKETING DA ESPM MIGUEL SAUAN

"Em empresas de qualquer porte, a implantação da estratégia de CRM sempre trará melhores resultados, possibilitando tomadas de decisões mais assertivas, o que proporciona uma maior vantagem competitiva"

SANDRO GATTO, DA SANKHYA

EVOLUÇÃO IMINENTE
Durante anos, o CRM era diretamente ligado a grandes empresas por conta de seu caro e complexo sistema. No entanto, facilidades da era tecnológica finalmente permitem que micro e pequenos empresários se familiarizem com a estratégia e possam aplicá-la em seu dia a dia. Manter apenas uma planilha de Excel com seus contatos catalogados tornou-se obsoleto. De acordo com o diretor regional da Sankhya - empresa de tecnologia de informação com expertise em gestão empresarial -, Sandro Gatto, as MPEs precisam, antes de tudo, entender o conceito do CRM para, então, encontrar qual ferramenta tecnológica melhor se encaixa em seu negócio. "Em empresas de qualquer porte, a implantação da estratégia de CRM sempre trará melhores resultados, possibilitando tomadas de decisões mais assertivas, o que proporciona uma maior vantagem competitiva", diz Sandro Gatto.

De posse de todas as informações, equipes de marketing e vendas adquirem uma visão ampla de sua clientela e analisam quais são as melhores oportunidades de negócio e os serviços que a empresa pode criar para fortalecer esse relacionamento. Entretanto, catalogar e cruzar dados não são tarefas fáceis. Para facilitar a integração e a análise posterior, uma aplicação tecnológica torna-se indispensável. É hora de pesquisar o programa específico de CRM ideal para seu negócio.
TECNOLOGIA AO ALCANCE
Para o diretor comercial da GVP IT Solution, empresa especializada em tecnologia e inovação empresarial, Ricardo Castro, o mercado percebeu o crescimento das MPEs e entendeu que era hora de criar soluções para esse empreendedor, com plataformas inteligentes, completas e de descomplicada utilização e aplicação. "No caso da GVP, por exemplo, adaptamos plataformas a diferentes perfis de demandas. Hoje, dividimos as necessidades em 'pequenas', 'médias' e 'grandes', não ligando ao tamanho da empresa, mas sim a quão complexa é sua estrutura de negócio", conta.




"No caso da GVP , por exemplo, adaptamos plataformas a diferentes perfis de demandas. Hoje dividimos as necessidades em 'pequenas', 'médias' e 'grandes', não ligando ao tamanho da empresa, mas sim a quão complexa é sua estrutura de negócio"

RICARDO CASTRO, DIRETOR COMERCIAL DA GVP IT SOLUTION



No mercado, há diversas ofertas de softwares, sejam gratuitos, on demand ou na nuvem. Ao fazer uma comparação, o que difere uma da outra é o grau de personalização e a complexidade do sistema da ferramenta. Para escolher, vale a pena colocar na ponta do lápis quanto está disposto a aplicar no projeto. Softwares gratuitos disponibilizam versões limitadas quanto a recursos e costumam servir para empresas com até 20 vendedores. Quanto aos aplicativos na nuvem ou on demand, ambos têm tido aceitação crescente e os custos, em geral, variam de acordo com a utilização.
Três dos líderes de aplicativos do mercado para CRM, Oracle (ORCL), Salesforce.com e SugarCRM, trabalham com dados para contar a história do cliente dentro da empresa. Com eles, é possível controlar contatos, e-mails, propostas recebidas e enviadas, listas de afazeres e outros inúmeros recursos. Mas ainda melhor é ter todas essas tecnologias na versão mobile. Especialmente para empreendedores que estão sempre correndo de um cliente para outro. Aplicativos móveis permitem flexibilidade e agilidade na consulta das informações pelo smartphone ou tablet.
A Blackberry, por exemplo, já possui parcerias para aplicativos CRM em seus smartphones, como o SalesNow, que integra ferramentas de gerenciamento de negócios e contatos em um software móvel, e o eSurvey da Cloud Mobile Forms, ideal para pesquisas presenciais, publicar relatórios em tempo real e integração com contas de e-mail. Ambos estão disponíveis para download na Blackberry App World. "Com certeza, mobilidade não é uma moda passageira, veio para ficar, mas o momento certo de sua adoção depende de uma cuidadosa avaliação de viabilidade técnica e econômica", completa o professor da ESPM.
A VEZ DO CRM SOCIAL
Podemos dizer que a grande maioria dos clientes em potencial no mundo está conectada às redes sociais, seja Facebook, Twitter, Linkedin ou outros. Dessa maneira, a comunicação antes passiva tornou-se completamente ativa. Agora, eles se informam pelas redes, conhecem novos produtos pelo compartilhamento de amigos na rede, desejam contato direto e rápido com as empresas e esperam que elas, para isso, também estejam conectadas a esses sites. Em resumo, não aguardam mais que as marcas os encontrem e ofereçam seus serviços, eles buscam sozinhos, experimentam, opinam, compartilham e influenciam no resultado do sucesso de um produto. E isso não pode mais ser ignorado.

O CRM Social, portanto, veio para integrar o gerenciamento de clientes com a agilidade e posição estratégica das redes sociais. Além de canal direto com o consumidor, elas podem ser consideradas termômetros para empresas sobre a marca e seus serviços. Para Ricardo Castro, os benefícios são perceptíveis rapidamente. "As plataformas de relacionamento de clientes devem disponibilizar a gestão dessas menções nas redes sociais e, de forma inteligente, integrar aos históricos dos clientes potenciais ou efetivos nos softwares de CRM", analisa o diretor comercial.
Para Sandro Gatto, a estratégia é obrigatória para quem quer se relacionar de maneira efetiva com a clientela. "Essa filosofia deve ser suportada por uma plataforma tecnológica, regras de negócios, processos e características sociais projetadas para engajar o cliente em uma conversação colaborativa, de forma a prover benefício mútuo em um ambiente de negócio transparente e de confiança recíproca. É a resposta da empresa ao fato do cliente ser o dono da conversação". Empresas como HP, Oracle e Salesforce. com já embarcaram na novidade e oferecem aplicativos para o CRM Social.
Mas apenas montar perfis de seu negócio nas redes não basta. É preciso ter foco e criar estratégias para utilização das informações recolhidas na web. Manter perfis desatualizados ou não gerar interações com o público é dar um tiro no pé. A entrada na área exige mais do que avaliações técnicas ou econômicas, já que o ambiente de mídias sociais é pouco ou nada controlável pela empresa, explica Miguel Sauan. "É um canal de alto risco, de 'mão dupla', em que o consumidor tem o controle", completa.


Ideias fundamentais para quem pensa em inovar


1) Inovação é diferente de invenção
É muito comum associar inovação ao empreendedor “Professor Pardal” que fica trancado em um laboratório pensando em novas tecnologias. Na prática, inovação não está necessariamente ligada a tecnologia. Existem diversos casos de empresas que conquistaram forte diferencial competitivo inovando no atendimento, por exemplo.

2) Inovação pode ser dividida em 2 etapas, concepção e desenvolvimento
Normalmente associamos inovação a ideias geniais, mas ter ideias não é suficiente. A verdadeira inovação acontece quando além da concepção, o empreendedor sabe transformá-las em diferencial competitivo e passa a vender mais ou colher melhores resultados com isso.

3) Para ter boas ideias, tenha muitas ideias
A melhor forma de ter boas ideias é ter muitas. O empreendedor que está sempre pensando em formas de inovar tem probabilidade muito maior de ter boas ideias do que aquele que espera o momento mágico em que uma ideia genial surgirá.

4) Mesmo as melhores ideias são rejeitadas no começo
Inovação normalmente envolve novos comportamentos por parte do cliente. Qualquer coisa que envolva mudanças normalmente não é bem recebida de início. O importante é testar os conceitos de forma rápida e barata, sabendo que existe alta probabilidade da ideia ser rejeitada. Ao entender os motivos que levaram à rejeição, o empreendedor deve melhorá-la e continuar apresentando para as pessoas.

5) Entenda o contexto em que a inovação está inserida
Além de entender como sua inovação será usada, é essencial entender os produtos e serviços complementares que serão necessários para viabilizar sua inovação. Imagine quando a lâmpada foi inventada. Quem compraria uma lâmpada sendo que não existia uma rede de distribuição de energia? Hoje em dia quem vive sem uma?

6) Saiba demonstrar como a inovação será usada no dia a dia das pessoas
Ao criar um cenário de “Como é hoje a vida do meu cliente sem o meu produto” e outro de “Como será a vida do meu cliente quando ele estiver usando meu produto”, você deixa claro para todos como a inovação resolverá um problema e será usada no cotidiano. A forma mais fácil de convencer alguém a adotar algo novo é provar que a ideia resolve algum problema. 

7) Para começar a inovar desde já, seja mais humano
Apesar de inovação ser um assunto extremamente complexo, é possível colher resultados rapidamente apenas sendo um pouco mais humano. Isso significa se colocar no lugar das pessoas e entender suas necessidades. Quem nunca sofreu ao ser mal atendido em algum lugar? Por que então não começar a inovar pelo atendimento? Ser mais simpático no momento de atender o cliente, ouvir suas necessidades e resolver seus problemas é o primeiro passo para quem pretende se diferenciar no mercado.

Fonte: Sebrae Pb

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

7 erros fatais das pequenas empresas no Facebook


Segundo dados do SocialBakers, o Brasil é hoje o segundo país com mais usuários no Facebook. Todos os meses quase 65 milhões de brasileiros passam 8 horas por mês navegando nas timelines e perfis da rede social, de acordo com uma pesquisa da comScore.
A maior parte das pequenas empresas já percebeu a vantagem de estar na rede e mostrar sua marca. “O objetivo é construir um relacionamento”, explica Tiago Luz, presidente da agência underDOGS. Para isso, é preciso seguir algumas regras que podem ajudar a melhorar a imagem do seu negócio e atrair novos clientes. “O seu conteúdo tem que ser relevante para o consumidor”, diz Paulo Schiavon, diretor de planejamento e mídia da Agência Enken.
Sua atuação na rede, no entanto, precisa ser planejada e ter procedimentos para trazer resultados. “A rede social faz parte do portfólio de comunicação da empresa, mas precisa ter uma linguagem específica para o meio, respeitando os anseios das pessoas que estão ali”, ensina Gustavo Chapchap, coordenador de comunicação e marketing da Associação Paulista das Agências Digitais (APADi). Veja sete erros fatais que seu negócio deve evitar no Facebook.
1. Não planejar
Segundo os especialistas, o primeiro erro é entrar nas redes sociais sem o mínimo planejamento. “Em uma empresa com estrutura menor, a tendência é alguém de dentro fazer e não conseguir colocar as informação de forma precisa, nem definir uma linguagem adequada”, afirma Chapchap. Faça um planejamento do que espera da rede, como pretende atuar e como vai responder reclamações.
2. Confundir perfil com página
Um erro bastante comum entre as pequenas empresas é criar um perfil e não uma página para a empresa. A diferença básica é que os perfis são voltados para pessoas e as páginas têm características especiais para negócios. “Muitas empresas quando entram no Facebook criam perfis, que têm limitações de aplicativos e seguidores”, diz Celso Fortes, diretor de criação da agência digital Novos Elementos.
Para fazer sua página, há um passo a passo dado pelo próprio site que ajuda a aproveitar melhor as funcionalidades. Você precisa escolher uma categoria e um nome, além de inserir o logotipo ou outra imagem como foto principal. É nesta etapa também que o empresário inclui suas informações de contato.
3. Só anunciar promoções
Um ponto crucial na atuação no Facebook é conteúdo. Para criar um relacionamento, os especialsitas concordam que informação relevante é essencial. “Conteúdo tem que ser relevante para o consumidor. Foto ou vídeo geram mais empatia. Se for lúdico, rendem mais likes e compartilhamentos”, diz Schiavon. É preciso fugir da tentação de só postar promoções ou produtos. “Para cada 5 posts de conteúdo, você faz 1 do produto”, ensina Luz.
A ideia é sempre sugerir e dar dicas, mas sem ser cansativo. “Não pode simplesmente falar do produto, mas de assuntos e temas que envolvam o consumidor, para trazer novos usuários”, explica Schiavon, que sugere uma média de quatro posts por dia. Para Fortes, isso evita uma grande taxa de rejeição, que jogaria todo o trabalho fora.
4. Não se preocupar com a aparência
Apesar do modelo padrão de página, o Facebook permite personalizações, como a foto de capa, que fica no topo. “Falta de padrão visual é um erro. Procure manter a identidade visual de sua página igual ao do website da sua empresa”, ensina Fortes. Outra dica é usar estas ferramentas para incentivar a participação do usuário. “Um exemplo que a gente costuma dar de positivo é colocar o usuário participando da sua cover”, diz Luz.
5. Não responder rapidamente
Como um canal de comunicação com a empresa, o Facebook se torna inevitavelmente um local de comentários e reclamações. A diferença entre a rede social e um SAC é o tempo de resposta esperado pelo cliente. 
“Tem que ser bastante rápido na solução de problemas, porque rapidamente uma mensagem mal respondida pode se espalhar. O imediatismo na resposta, pelo menos com um posicionamento inicial, é importante”, afirma Schiavon.
6. Desrespeitar os clientes
A maior parte dos empresários não ofenderia pessoalmente um cliente porque ele reclamou de um produto. O mesmo deveria valer para a internet. Tudo nas redes sociais se multiplica com muita velocidade e algumas empresas já puderam sentir a reação dos usuários quando destratam ou ofendem um consumidor. “Não discuta com o usuário e lembre que ele tem sempre razão”, ensina Luz.
O melhor procedimento para o caso de reclamações na página é pedir desculpas pelo erro, propor uma solução e esclarecer publicamente o que aconteceu. Não delete a mensagem ou tente discutir o assunto na própria página.
7. Abandonar a página
Outro problema é criar a página e deixá-la desatualizada. “Se tem presença na rede, deve mantê-la ativa e viva. Muitas empresas simplesmente criam o canal com a configuração inicial e depois abandonam. Para manter esse canal eficiente, é importante desenvolver conteúdo e promoção”, conta Schiavon.
Além disso, há o risco de não responder as reclamações e isso dar a impressão de que a empresa não dá importância aos clientes. “É melhor não ter se não está preparado para interagir com o consumidor”, explica o executivo da Agência Enken.


sábado, 12 de janeiro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

LinkedIn divulga chavões mais usados pelos usuários em 2012


“Experimental”, “multinacional” e “interpessoal” foram as características mais comuns nos perfis de profissionais brasileiros

O LinkedIn, rede profissional com mais de 187 milhões de usuários no mundo e mais de 10 milhões no Brasil, divulgou nesta terça-feira (04) as palavras e expressões mais usadas pelos usuários em 2012.  O chavão mais comum nos perfis do LinkedIn global é “criativo”. No Brasil, a palavra mais usada foi “experimental”. Confira abaixo a lista completa com os 10 termos mais comuns nos perfis dos profissionais brasileiros:
1. Experimental
2. Multinacional
3. Interpessoal
4. Organizacional
5. Responsável
6. Planejamento estratégico
7. Novos desafios
8. Criativo
9. Eficaz
10. Multidisciplinar

+Você é viciado em internet? Faça o teste e descubra 

“Todos os dias potenciais parceiros de negócios, clientes e empregadores estão à procura de profissionais na internet”, disse Nicole Williams, Expert de Carreira do LinkedIn. “Se você quer que a oportunidade venha até você, é preciso fazer com que seu perfil no LinkedIn se destaque dos demais. Milhões de profissionais dizem que são “criativos”, então se diferencie descrevendo e pontuando projetos nos quais você trabalhou e que são realmente únicos e atraentes. Citar exemplos concretos do trabalho criativo que você fez é mais convincente do que simplesmente dizer que você é um profissional criativo.”
Este é o terceiro ano em que o LinkedIn divulga o ranking dos chavões mais usados pelos usuários. No levantamento de 2011, “multinacional” foi a palavra mais usada pelos profissionais brasileiros. Em 2010, primeiro ano em que o estudo foi feito, "dinâmico" foi o chavão mais comum.  O estudo também foi realizado em outros países. Leia na tabela a relação entre as palavras mais usadas em perfis de usuários ao redor do mundo: 
Dicas para se livrar dos "chavões"
A equipe do LinkedIn elaborou algumas dicas para usuários que costumam usar alguns desses chavões em seus perfis:
Fique de olho na concorrência
• Faça uma "Pesquisa Avançada de Pessoas" para encontrar usuários que moram no mesmo país e que têm o mesmo cargo que você. É uma forma de perceber o que os outros estão fazendo de legal e o que está "batido" por aí. 

Torne-se um imã para recomendações
• Quando você adiciona experiências e qualidades relevantes ao seu perfil, suas conexões de primeiro grau podem recomendar você por meio dessas competências específicas. Você pode adicionar até 50 competências  e áreas de especialidade (como ballet, iPhone e desenvolvimento de negócios globais) ao seu perfil.

Crie um título profissional atraente
• Seu título profissional é uma das primeiras coisas que as pessoas veem no resultado de pesquisas no LinkedIn. Pela configuração padrão, seu título profissional é baseado no cargo que você inseriu para seu trabalho mais recente, mas ele pode ser editado. Pense no seu título profissional como a manchete de uma notícia. Se você quer atrair pessoas e envolvê-las (sejam elas potenciais gerentes responsáveis por contratações, parceiros de negócios ou clientes), complete seu perfil para que as pessoas se sintam motivadas a visualizá-lo na íntegra.


Posted by Executive Consultoria Jr

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