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Motorola lança projeto de celular com partes substituíveis


A expectativa da companhia é lançar o produto em fase alpha ainda neste ano, ao menos nos Estados Unidos. Interessados podem se inscrever no “Ara Scout.”

 

          
  O Project Ara, em parceria com Dave Hakkens, responsável pelo PhoneBloks, tem o objetivo de oferecer aparelhos personalizáveis

O project Ara em parceria com Dave Hakkens: responsável pelo PhoneBloks, projeto tem o objetivo de oferecer aparelhos personalizáveis.


Após o sucesso do conceito apresentado pelo PhoneBloks, que conta com quase 1 milhão de apoiadores, a Motorola resolveu lançar sua própria versão do projeto: um smartphone com componentes substituíveis.
A ideia da empresa é “fazer pelo hardware o que o Android fez pelo software: criar um ecossistema de desenvolvimento terceirizado, com menos barreiras, aumentando o ritmo da inovação e substancialmente comprimindo o tempo de desenvolvimento”, uma meta ambiciosa que reflete a integração da Motorola com o Google.
O chamado Project Ara, em parceria com Dave Hakkens, responsável pelo PhoneBloks, tem o objetivo de oferecer aparelhos personalizáveis. Ou seja, você poderá comprar peças, como um processador mais potente ou uma câmera melhor para adicionar ao seu dispositivo, em vez de ser obrigado a comprar outro.
A estrutura endo mantém todas as peças no lugar e permite a substituição dos componentes. “A endo é o quadro estrutural que mantém todos os módulos no lugar certo. Um módulo pode ser qualquer coisa: um novo processador, uma nova tela ou teclado, uma bateria extra, um oxímetro de pulso ou algo que você ainda não pensou!”, disse a empresa em seu blog oficial.
A Motorola vai entrar em contato com desenvolvedores e iniciar a criação dos módulos Ara. A expectativa da companhia é lançar o produto em fase alpha ainda neste ano, ao menos nos Estados Unidos. Interessados podem se inscrever no “Ara Scout”.
Além de facilitar a vida dos consumidores, especialmente reduzindo o custo do upgrade de smartphones, o projeto também contribui para o meio ambiente, já que reduz o descarte de celulares.
Fonte: EXAME


domingo, 3 de novembro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

Samsung mira segundo ano consecutivo de lucro recorde

A Samsung Electronics está no caminho para divulgar que teve seu segundo ano consecutivo de lucro recorde, conforme uma recuperação em seu negócio de semicondutores protege a gigante sul-coreana dos efeitos de um mercado de smartphones mais vagaroso.

Consumidor usa computador da SamsungA maior fabricante de chips de memória do mundo provavelmente verá seus lucros com semicondutores dispararem para a maior alta em 3 anos - um impulso muito necessário - justamente quando as vendas do seu carro-chefe, o Galaxy S4, começam a enfraquecer, dizem analistas.

O mercado mundial de chips teve uma recuperação desde o final de 2012 devido a uma redução nos estoques, causada por anos de cautela em investimentos para apoiar preços, e uma conversão de capacidade fabril para produzir chips mais rentáveis utilizados em smartphones e tablets.

A expectativa é de que a Samsung divulgue lucro operacional de 38,5 trilhões de won (35,85 bilhões de dólares) neste ano, um terço a mais do que em 2012, de acordo com uma pesquisa da Thomson Reuters I/B/E/S com 45 analistas. A empresa disse na sexta-feira que o lucro operacional deve alcançar um recorde de 10,1 trilhões de won no terceiro trimestre.

Fonte: Revista Exame
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

Estratégia da evolução constante do produto é ensinamento dos games de esportes

Você acha que a indústria do vídeo game lança novas versões de jogos esportivos apenas para aumentar o lucro no fim do ano? Bem, você está certo. Um dos principais resultados dessa política é esse mesmo: arrecadar mais. Existe, entretanto, algo por trás dessa conclusão que pode servir de inspiração para pequenos empreendedores. A estratégia da evolução constante do produto é o que faz com que a arrecadação com esses produtos seja sempre alta.
ReproduçãoÉ claro que os fanáticos pelos games de futebol adoram as atualizações de times e campeonatos - o mesmo aplica-se para quem joga o simulador de Fórmula 1. Mas a evolução é constante em outros aspectos. Os desenvolvedores buscam, em cada nova versão, ampliar a experiência do jogo, que tornar-se também cada vez mais próximo da realidade. Erros de versões anteriores também são revisados.

A nova versão da franquia Pro Evolution Soccer (PES), por exemplo, facilitou a escolha do jogador que pretende disputar o Campeonato Brasileiro de futebol. Antes, para jogá-lo, era preciso percorrer um caminho de 'cliques' longo e tortuoso. Lojas especializadas, inclusive, receberam telefonemas de jogadores iniciantes com dificuldade para encontrar a liga mencionada.

A empresa responsável pelo jogo também criou um modo simples de customizar o jogo - ao ligar o vídeo game pela primeira vez com o novo disquinho de Blue Ray, o usuário é convidado a informar por qual time torce. Ao fazer essa escolha, terá a tela inicial customizada com as cores da equipe e os principais lances de partidas do time - se você optar por disputar competições com a agremiação.

Mas se erros desaparecem, outros surgem. Ao escolher disputar o Campeonato Brasileiro com o São Paulo Futebol Clube, por exemplo, a primeira disputa será contra o Cruzeiro. O jogo começa e o narrador da versão brasileira, Silvio Luiz, e o comentarista Mauro Beting fazem uma rápida introdução a respeito do tricolor...carioca. Falam da história e das cores do Fluminense.

A lição para os empreendedores? A inovação é alma do negócio, mas aprimorá-la constantemente significa, para o empreendedor, o combustível necessário para continuar a crescer, crescer, crescer...

Fonte: Estadão.com

Precisamos de mais empreendedores e menos funcionários públicos

Nos últimos anos, tornou-se uma febre a corrida para garantir uma vaguinha pra ser um empregado do Governo. Em meio a um forte desequilíbrio de suas contas públicas, o Governo não se acanha e continua contratando dezenas de milhares de novos empregados todos os anos, sem que percebamos uma melhoria na qualidade dos serviços que são oferecidos à população, que, diga-se de passagem, continuam uma vergonha.
Numa pesquisa recente, ficou claro que o principal motivo que define o fato de que mais de 12 milhões de jovens todos os anos sonhem em se tornar um empregado do governo não é pela sua vocação, ideologia ou patriotismo, mas sim pela famigerada ESTABILIDADE. Ou seja, a garantia que jamais serão mandados embora.
Fonte: Administradores.com

Acordo de fusão enterra projeto de supertele nacional, dizem analistas

O acordo de fusão anunciado nesta quarta-feira (2) pela Oi e a Portugal Telecom pode ajudar a reduzir as dívidas da companhia e tornar a operadora brasileira mais competitiva. Por outro lado, a criação da multinacional CorpCo sepulta definitivamente o projeto de criar uma "supertele verde e amarela", com sócios majoritários brasileiros, segundo analistas do setor ouvidos pelo G1.
"O projeto como foi concebido inicialmente pelo governo, de uma tele puramente brasileira, 100% nacional, com ambições internacionais, isso foi enterrado hoje", avalia Ari Lopes, da Informa Consultoria. "O que vem no lugar, entretanto, é algo bem mais realista, factível e positivo, pois a Portugal Telecom é o único sócio do grupo de controle que é do ramo, e é uma empresa que conhece o Brasil e tem visão de longo prazo", completa.
Da esquerda para direita: Zeinal Bava, presidente executivo da Portugal Telecom; Otávio Azevedo, presidente do Grupo Andrade Gutierrez e Pedro Jereissati, vice-presidente do Grupo Jereissati Participações (Foto: Marcos Pinto/Divulgação)Em 2008, a Oi (antiga Telemar), uniu-se à Brasil Telecom. Para que a operação fosse realizada, porém, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) precisou alterar o Plano Geral de Outorgas de Serviços de Telecomunicações (PGO). Além disso, o governo federal mobilizou bancos estatais e fundos de pensão, que ajudaram a financiar a reestruturação acionária da empresa, que tem como maiores acionistas nacionais, a Andrade Gutierrez e a La Fonte, de Carlos Jereissati.
Para o consultor de telecomunicação Virgilio Freire, ex-presidente de Vésper, a ideia de supertele começou a ruir em 2010, quando a Portugal Telecom adquiriu uma participação de 22,4% do capital da Oi, num negócio estimado em R$ 8,4 bilhões.
"Essa ideia que o Lula tinha de campeões nacionais foi literalmente para o brejo. A Oi nunca esteve bem e em condições de se internacionalizar. Não tem operação boa e está nas mãos de grupos privados que só entraram lá para ter lucro", critica o consultor.
Para Ari Lopes, a fusão deverá trazer mais estabilidade para a gestão da Oi e maior tranquilidade ao mercado. "Os sócios estavam ali basicamente querendo retorno sobre o investimento. Reflexo disso é que mesmo com a receita caindo e lucro baixo, a Oi nunca nunca mudou a política de pagamento de dividentos, o que é problematíco num setor que precisa investir capital intensivo", diz.
Setores do mercado já especulavam sobre a união das duas companhias, em apostas que foram reforçadas depois de de junho, quando o executivo Zeinal Bava deixou o comando da Portugal Telecom para presidir a Oi.
Empresa brasileira ou portuguesa?
O acordo anunciado nesta quarta prevê um aumento de capital de pelo menos R$ 13,1 bilhões na operadora brasileira e a criação de uma operadora multinacional com operações envolvendo uma população de 260 milhões de pessoas e mais de 100 milhões de clientes, incluindo Brasil, Portugal e países da África.
Para o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, a maior parte do capital da nova empresa vai continuar na mão de investidores brasileiros. Os analistas consultados pelo G1, porém, afirmam que ainda há dúvidas sobre a divisão acionária da companhia.
"Como vai ter capital dos dois lados, não está claro. Mas eu diria que se vai ser uma empresa luso-brasileira", analisa Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco, destacando que o acordo de fusão prevê aumento de capital, o que pode diluir participação de alguns dos atuais acionistas. "O grande desafio da nova empresa será o mercado brasileiro, que é grande, exige altos investimentos, e a Oi tem um endividamento alto", completa.
O ex-ministro das Comunicações e sócio da Orion Consultores, Juarez Quadros, avalia que, por enquanto, a maior parcela de ações da futura nova empresa pende mais para o lado brasileiro. "Como a companhia será listada no segmento Novo Mercado da Bovespa, as ações serão muito pulverizadas. Mas eu diria que se trata agora de uma supertele luso-brasileira", afirma.
Executivos durante comunicado a jornalistas feito por videoconferência na sede da Oi, no bairro do Leblon, na zona sul do Rio de Janeiro (Foto: Wilton Junior/Agência Estado)
Executivos durante comunicado feito por videoconferência na sede da Oi (Foto: Wilton Junior/Agência Estado)
Para ele, o discurso em defesa de uma supertele nacional foi feito muito mais com o objetivo de garantir a fusão entre a Oi e a Brasil Telecom. "É impossível garantir uma empresa genuinamente nacional, exceto em países muito fechados", diz Quadros, que considerou a nova união positiva.
"A Oi passará a ter agora uma projeção multinacional, vai passar a operar além da fronteira e tem a seu favor o fato do Brasil ser a principal aposta para novos aportes e o mercado que a Portugal Telecom mais vê potencial de crescimento", avalia.
Capital pulverizado e gestão 'mais portuguesa'
As companhias afirmaram que os atuais acionistas da TelPart (Telemar Participações), controladora da Oi, e um veículo de investimento administrado e gerido pelo BTG Pactual, participarão da operação de aumento de capital com subscrição de cerca de R$ 2 bilhões. Ao final do processo, acionistas da Portugal Telecom terão 38,1% da CorpCo.
Para Ari Lopes, apesar da pulverização do capital, a gestão e direção estratégica da nova companhia deve acabar sendo definida pela parte portuguesa. "É preciso aguardar para ver como é que os parceiros e fundos de pensão vão se posicionar, mas se será mais brasileira ou mais portuguesa é mais ou menos como perguntar hoje se a InBev (empresa resultante da fusão entre a belga Interbrew e a brasileira AmBev) é brasileira", compara o consultor.
Em entrevista, Zeinal Bava, que será o CEO da CorpCo e suas subsidiárias, afirmou que foi identificado na operação de fusão "mais de R$ 5 bilhões em sinergias".
O consultor Virgilio Freire afirma ter dúvidas de que a união, mesmo após a reestruturação das companhias e provéveis cortes, resultará em aumenta da lucratividade. "É uma fusão do coxo com o manco, não pode dar uma boa coisa", opina.
Para Lopes, da Informa, além dos ganhos operacionais, a união também poderá ajudar as companhias na relação com os seus credores. "Os dois grupos estão com problemas de dívidas. Separados e endividados, poderiam seguir o caminho de uma Telecom Itália, com alguma gigante chegando para comprar os pedaços. Juntos, começam a dar uma resposta mais forte para o mercado e se começa a ter uma perspectiva de redução de custos", conclui.

Fonte: Economia/g1

Produção de veículos acumula alta de 13,9% no ano

Em meio ao cenário mais fraco de vendas no mercado interno, a produção de veículos teve leve desaceleração em setembro após recorde mensal registrado em agosto.
A queda na comparação entre os dois meses foi de 2,5%, para 332 mil unidades. O volume, contudo, ainda é 15,2% superior ao registrado em setembro do ano passado (288,2 mil unidades).
De janeiro a setembro, as 2,841 milhões de unidades produzidas já representam um avanço de 13,9%, frente ao mesmo período de 2012.
Os dados foram divulgados pela Anfavea (associação das montadoras) nesta sexta-feira (4).
EXPORTAÇÕES
Neste segundo semestre as exportações têm ajudado a compensar a perda de fôlego no mercado nacional, sustentando o ritmo de produção nas fábricas.
As vendas ao exterior somaram 45,5 mil unidades --avanço de 66% na comparação com o mesmo do ano passado. No ano, o crescimento já chega a 31,6%.
Enquanto isso, o volume registrado no Brasil no mês passado, de 309,8 mil unidades, embora superior a setembro de 2012, não foi suficiente para reverter o quadro de retração no acumulado do ano, que ficou negativo (-0,3%) pelo segundo mês seguido.
Fatores como a restrições de crédito e ainda baixa confiança do consumidor têm limitado o ritmo do setor a um nível inferior ao observado nos últimos anos.
PROJEÇÕES
Diante desse cenário, a Anfavea revisou, no último mês, suas projeções e passou a prever um crescimento de 1% a 2% nas vendas de 2013. Analistas não descartam, porém, a hipótese de que o ano encerre no vermelho, o que seria o primeiro resultado negativo desde 2003.
As montadoras contam com uma possível antecipação de compras nos dois últimos meses para salvar o ano, como observado em períodos anteriores ao fim da redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). O benefício se encerra por completo em janeiro.
Para a produção, o cenário é de otimismo. A expectativa é alcançar um crescimento de 11,9% em 2013.

Fonte: folha online

Dicas para o micro e pequeno empresário evitar a falência

Nos oito primeiros meses de 2013, o Brasil viu surgirem 1,25 milhão de novas empresas, de acordo com o Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas – um bom panorama, demonstrando que apesar do cenário de atividade econômica fraca e inflação alta os empresários brasileiros continuam confiantes. Entretanto, não basta apenas espírito empreendedor: é preciso saber fazer uma boa gestão, administrando (e corrigindo) possíveis falhas, sem pressa e com planejamento financeiro. A ausência destas diretrizes faz com que, enquanto muitos empreendimentos sejam iniciados, outras tantas empresas corram o risco de fechar.
De acordo com os especialistas da Serasa Experian, a falta de gestão administrativa profissional e a ausência de diretrizes financeiras claras leva grande parte dessas companhias, principalmente micro e pequenas, a fecharem as portas em pouco tempo – tanto que, nos mesmos oito primeiros meses de 2013, 44% das empresas que tiveram falência decretada foram MPEs. O despreparo na condução dos negócios e a ansiedade dos empresários frente às dívidas podem selar o destino dessas empresas.
Diante de uma crise financeira interna, muitos empreendedores acreditam que as vendas vão crescer e as contas em aberto serão sanadas no próximo mês – o que, na maioria das vezes, não acontece. Segundo os economistas, entender que a crise é real consolida o primeiro passo para tirar a empresa da UTI.
Veja mais dicas dos economistas da Serasa Experian:
1. Reconheça as dívidas
Anote quanto você deve a cada fornecedor, instituição financeira e ao Governo (taxas e impostos), bem como eventuais atrasos de pagamento e encargos aos funcionários.

2. Identifique os erros
Procure entender os fatores/situações que levaram sua empresa a estar no vermelho. Falhas na gestão? Compras mal dimensionadas? Custos elevados? Precificação incorreta de produtos e serviços oferecidos?

3. Corte gastos
Identifique e corte os excessos, como o uso de telefones fixos ou móveis e o desperdício de energia e materiais.

4. Localize dívidas mais graves
Identifique as dívidas em pior situação: aquelas que acarretam juros altos e impossibilitam a tomada de capital de giro ou ainda dívidas que impossibilitem a continuidade do negócio – como dívidas com fornecedores de matérias primas. Lembre-se de que, no caso dos impostos atrasados, há a possibilidade de parcelamento, muitas vezes em até 60 meses sem juros. Em seguida, identifique quem é o credor desta dívida – para procura-lo e tentar negociar a dívida em aberto.

5. Estabeleça condições reais de pagamento
Ao renegociar, saiba qual sua verdadeira capacidade de pagamento, tendo em vista a crise que a empresa atravessa – e tenha essa capacidade em mente. Pedir um alongamento do prazo para possibilitar a redução do valor de cada parcela é uma boa maneira de não se comprometer com parcelas que estão além da sua capacidade financeira.

6. Evite o efeito bola de neve
Muitas empresas fecham as portas porque postergam as ações emergenciais diante da crise financeira. O ideal é procurar os credores para tentar renegociar as dívidas antes que elas escapem ainda mais do controle, o que acarretará descrédito do mercado e perda de fornecedores, além de restrições cadastrais.

7. Peça ajuda
Quando o apoio técnico de uma consultoria especializada couber no orçamento, vale a pena recorrer. Grandes aliadas podem ser ferramentas que permitem o acompanhamento de quando apontamentos negativos estão sendo incluídos ou excluídos do CPNJ da empresa. Vale ainda fazer o monitoramento da inclusão das pendências financeiras relativas aos sócios, uma vez que estas informações também são consideradas na análise de crédito da empresa.

8. Faça planos
Estabeleça metas a serem alcançadas no curto, médio e longo prazo. À medida que conseguir atingir os objetivos, o empreendedor se sentirá mais forte para seguir adiante.

9. Aprenda com os erros do passado
Uma empresa em crise é a prova de que algo foi mal executado. Ao tentar sair do colapso financeiro, evitar cometer os mesmos erros é pré-requisito para o crescimento da MPE.

Fonte: administradores.com
Posted by Executive Consultoria Jr

Google é a melhor empresa para se trabalhar no Brasil

O Google faturou o título de melhor empresa para se trabalhar no Brasil, segundo guia da revista Você S/A. A publicação avaliou dados enviados por 481 empresas inscritas, e selecionou 234 para serem visitadas. Nesta etapa, 4,7 mil funcionários foram ouvidos.

A gigante da web é a única companhia de tecnologia que aparece no top 10 brasileiro, seguida do grupo Sinagro, de atacado, e da montadora Volvo. Já no ranking geral, o Mercado Livre, a SAP e a Symantec representam o setor. (veja abaixo)

As empresas presentes no guia conquistaram as melhores pontuações em três itens: Índice de Felicidade de Trabalho, Qualidade no Ambiente de Trabalho e Qualidade da Gestão de Pessoas. O maior buscador do mundo pontuou 90,7 no índice de Felicidade de Trabalho. 

Vale lembrar que em uma pesquisa realizada pela consultoria Cia de Talentos, o Google perde para Petrobras no quesito "empresa dos sonhos". Saiba aqui por que os jovens escolheram a estatal de petróleo, e veja abaixo os rankings da Você S/A.

Ranking geral:

Reprodução

Ranking de tecnologia:

Reprodução
 
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

Menor computador do mundo, Raspberry Pi pode ser fabricado no Brasil

A Fundação Raspberry Pi procura parceiros para fabricar seu computador homônimo em terras brasileiras. Lançado em 2012, o menor computador do mundo -é do tamanho de um cartão de crédito- já vendeu mais de 1,5 milhão de unidades.

"O próximo lugar em que gostaríamos de produzir o Pi é o Brasil", afirma Pete Lomas, co-fundador da empresa, que recebeu a Folha em Londres. Já há fábricas no País de Gales e na China Segundo o co-fundador, a negociação deve demorar ainda, pelo menos, seis meses. Ele não quis revelar com quais empresas negocia, mas disse que as conversas estão adiantadas. No Reino Unido, a fabricante é a Sony.

Quando esteve no Brasil, em fevereiro, para a Campus Party 2013, Lomas diz que o tamanho mercado potencial que o computador tem no país despertou sua atenção. A empresa estuda formas de baratear os custos de produção aqui. No Reino Unido, o Pi custa apenas US$ 35 (cerca de R$ 80). Porém, no Brasil, o produto importado é vendido pelo dobro do preço devido aos impostos. Segundo Lomas, isso contraria o objetivo da fundação, que é difundir o ensino da programação a baixo custo.

O Pi nasceu da percepção de que os jovens de hoje não tinham mais noção de programação porque os novos dispositivos utilizam uma interface ultrassimplificada. O dispositivo criado por Lomas requer conhecimentos na área para executar todos os seus comandos. Por esse motivo, a Raspberry Pi foi registrada como fundação de caridade no Reino Unido. Experiências similares já acontecem nos EUA, Alemanha e Noruega.

Mas o próprio Lomas admite que o interesse vai muito além das questões filantrópicas. "Se o Pi fosse apenas um produto para melhorar a educação brasileira, nós já teríamos conseguido baixar as tarifas. Mas nós vemos demanda comercial para o Pi na América Latina", afirma. A Fundação Raspberry Pi e a Google fizeram uma parceria para financiar 15 mil Pi's para escolas no Reino Unido. Desses, 3.000 unidades vão para Code Clubs, grupos voluntários para o ensino de programação para crianças. Conforme a Folha publicou, o Brasil já se preparar para receber o projeto britânico.

Fonte: folha online

Empresários criam versões locais para o Vale do Silício

Empresários tentam replicar em cidades brasileiras o clima de negócios do Vale do Silício, na Califórnia, conhecido pela concentração de empresas de tecnologia, como Google e Facebook.

As iniciativas fazem até referência ao nome da região dos Estados Unidos: em São Paulo, é a "Praça do Silício"; em Belo Horizonte, o "San Pedro Valley" e em Alagoas, o "Sururu Valley".
A "Praça do Silício" é o apelido que um grupo de empreendedores deu à Praça da República (centro da cidade).

Um dos promotores da ideia, Pieter Lekkerkerk, 38, cofundador da Escolha Seguro, diz que, por enquanto, existe "a semente de uma rede que quer reforçar a região como uma opção viável para estabelecer start-ups" (empresas de base tecnológica). Lekkerkerk lista os motivos pelos quais a região é interessante: aluguel barato e oferta de transporte público. Ele conta que são pelo menos seis empresas na região, até agora -outros perguntam como é ter escritório no centro.
A vantagem da proximidade é a de ter parceiros de negócios e potenciais funcionários em um só lugar. "Não é a primeira vez que se fala disso", diz Tadeu Masano, professor de geografia de mercado da Fundação Getulio Vargas. Ele lembra que houve um projeto para levar empresas de tecnologia à região da Luz, próxima da República. Nunca saiu do papel.

A diferença agora é que a iniciativa partiu das empresas. Em casos de criação espontânea de uma identidade para uma região, ou seja, sem incentivo fiscal para que as empresas se instalem lá, a lógica é como a de um bairro residencial: "Muda-se para um local porque amigos estão lá", afirma Masano. Em Belo Horizonte, o fenômeno é parecido: empresas instalaram-se no bairro de classe média São Pedro.

Diego Gomes, 28, fundador da Rock Content, conta cerca de dez start-ups na região. Ele diz que quatro se instalaram na mesma rua e "brincavam que São Pedro era o Vale do Silício de BH". Hoje, diz, há um senso de comunidade, com troca de experiências. Esse intercâmbio de ideias também vem acontecendo na cidade de Maceió, afirma Tony Celestino, 29, fundador da LoteBox. Diferentemente das outras iniciativas, o Sururu Valley não é um bairro, mas todo o "ecossistema" de start-ups de Alagoas. "Concentra-se em Maceió, mas já tem movimento em Arapiraca", conta. A cidade é a segunda maior do Estado e a principal do agreste alagoano.

Diferentemente das iniciativas recentes, o parque tecnológico do Recife foi induzido com incentivos fiscais e a instalação do Porto Digital há 13 anos. O presidente da instituição, Francisco Saboya, afirma que não acredita que haveria a concentração de empresas na área não fosse a iniciativa.

Fonte: Folha online

Agronegócio deve garantir metade da expansão do PIB

Quase a metade da expansão da economia deste ano virá do agronegócio, que tem como carro-chefe a soja. Com recordes seguidos de produção, o grão deve levar o País a uma posição inédita.
Na safra 2014, que começa a ser plantada este mês, o Brasil poderá ser o maior produtor e exportador mundial de soja, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Projetava-se essa mudança, de o Brasil superar os EUA, ainda em 2013, mas isso não ocorreu.
A produção brasileira esperada de 88 milhões de toneladas de soja para 2014 deve superar a safra dos EUA, de 85,7 milhões de toneladas, que está em fase final e foi afetada pela seca.
Do crescimento de 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB) estimado pelo mercado para este ano, segundo o Boletim Focus do Banco Central (BC) mais recente, um pouco maisde um ponto porcentual virá da agroindústria, calcula o diretor de pesquisa da consultoria GO Associados, Fabio Silveira.
Nas suas projeções, ele considerou o PIB do agronegócio de 2012 em R$ 989 bilhões e a estimativa de crescimento para o setor de 5% para este ano, ambos os dados da Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária (CNA). Se as estimativas de crescimento se confirmarem, o PIB do agronegócio deve somar R$ 1,038 trilhão em 2013 e responder 23% de toda a riqueza gerada no País.
"Essa cifra inclui os segmentos antes e depois da porteira", ressalta Adriana Ferreira Silva, economista do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), que calcula o PIB do agronegócio para a CNA. Isso significa que a cadeia da agroindústria considera não só os produtos primários da agricultura e da pecuária, mas também toda a riqueza criada no processamento e na distribuição, além do desempenho da indústria de insumos.
"O agronegócio está puxando não só a indústria de alimentos, mas também a de bens de capital. Na minha avaliação, o agronegócio pode neste ano tracionar a economia mais do que o varejo", diz o economista da Associação Comercial de São Paulo, Emílio Alfieri, que acompanha de perto o consumo.
Enquanto a indústria patina e o varejo desacelera, as evidências da força do agronegócio para tracionar outros setores da economia já aparecem nas vendas de insumos. "Se não houver nenhum imprevisto até dezembro, as vendas de tratores de rodas neste ano serão recordes", afirma o diretor de Vendas da Agrale, Flávio Crosa.
Surpresa. Ele conta que 2012 já tinha sido um ano bom para a agricultura e foram vendidos no mercado 56 mil tratores de rodas, que são para o agronegócio. Para este ano, a estimativa inicial era vender 54 mil máquinas. Mas até agosto foram comercializados 44,9 mil unidades, segundo a Anfavea. A perspectiva agora é que o ano feche com 60 mil tratores comercializados. "Não imaginávamos que uma demanda tão forte assim."
Além da capitalização dos produtores, Crosa cita a manutenção até dezembro do Programa BNDES de Sustentação do Investiment (PSI) como fator de impulso às vendas.
A história se repete no fertilizante. Em 2012, foram vendidas 29,5 milhões de toneladas. Consultorias projetam para este ano 30,5 milhões de toneladas. Até agosto alta foi de 5,5%. "Teremos mais um recorde", prevê o diretor da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), David Roquetti Filho.
Fonte: economia.estadão
Posted by Executive Consultoria Jr

Saiba quais são as 10 piores e melhores profissões do Brasil

O site e busca de empregos Adzuna.com divulgou uma pesquisa que aponta quais são os dez melhores e piores empregos no Brasil. O ranking avaliou as vagas anunciadas no site, que envolvem mais 2.000 profissões. 

O estudo se baseou em critérios como potencial financeiro, ambiente de trabalho, competitividade e demanda de mercado. Liderando a lista de piores trabalhos estão os motoristas de ônibus e entregadores, seguidos pelos jornalistas e policiais. De acordo com o levantamento, esses profissionais lidam com prazos apertados, baixo potencial de aumento de salário, e uma longa e cansativa jornada de trabalho.

As melhores profissiões, de acordo com o site, incluem as áreas de Engenharia, Tecnologia da Informação, Medicina e Direito. De acordo com o site, essas carreiras oferecem segurança no trabalho, maiores faixas salariais, podendo ultrapassar R$ 60 mil por ano, e bom desenvolvimento de carreira.

Confira o ranking completo:

           
                As dez melhores profissões  

       
      Profissão                     Média salarial anual
Engenheiros                                R$ 60 mil
Profissionais de TI                      R$ 40 mil
Cirurgiões                                   R$ 50 mil
Advogados                                 R$ 30 mil
Veterinários                                R$ 20 mil
Profissionais administrativos        R$ 30 mil
Atuários                                     R$ 30 mil
Fisioterapeutas                           R$ 25 mil
Arquitetos                                  R$ 58 mil
Dentistas                                    R$ 40 mil

                   As dez piores profissões

     Profissão                         Média salarial anual
Motoristas de ônibus                   R$ 20 mil
Entregadores                               R$ 12 mil
Assistentes de cozinha                 R$ 14 mil
Jornalistas                                   R$ 20 mil
Policiais                                       R$ 30 mil
Vendedores                                 R$ 25 mil
Empregadas domésticas               R$ 15 mil
Garçons                                       R$ 14 mil
Assistentes sociais                        R$ 26 mil
Seguranças                                   R$ 23 mil

Fonte: Administradores.com

Novo livro ensina a ter modelo de negócio imbatível

As novas tecnologias fazem o mundo girar mais rápido. Um produto ou serviço tem uma vida útil mais curta, em um mercado tão competitivo. Neste cenário, manter um modelo de negócios atual é um desafio aos empreendedores.
O especialista no assunto e fundador da Business Innovation Factory (BIF) Saul Kaplan dá a dica para manter sua empresa atualizada mesmo em meio a tantas mudanças no livro “Modelos de NegóciosImbatíveis – Como sua empresa e você podem se manter relevantes em meio às mudanças”. 
EmpreendedorPublicado em português, o livro traz o 15 princípios de inovação que as empresas devem seguir para assumir riscos que realmente sejam benéficos ao negócio. No nono princípio, Kaplan sugere que os empresários deixem a paixão dominar. “Supere as suas próprias expectativas. Libere a sua paixão e deixe que ela o mova intensamente. Exija mais de si mesmo e das suas comunidades de prática. Assuma os riscos com confiança. Aposte algo, você nem imagina do que é capaz”, diz. 
Entre os outros princípios, o autor reforça a importância de o empreendedor inspirar sua equipe e incentivar a colaboração para manter seu modelo de negócios ativo. “Com uma rede de colaboradores, quanto mais rápido experimentarmos, aprendermos, compartilharmos e repetirmos, mais rápido lograremos êxito”, ensina. 
Através da inovação, o autor sugere que as empresas se mantenham ativas na tarefa de atualizar seus modelos de negócio. Desta forma, não serão pegas de surpresa e reagirão às mudanças de forma mais eficiente. “Os modelos de negócios já não duram tanto quanto duravam. As adaptações não darão certo; é preciso nada menos do que uma inovação dos modelos de negócios e uma transformação setorial”, explica. Sua sugestão é manter, assim como para produtos, um P&D para modelos de negócios. 
“Modelos de Negócios Imbatíveis – Como sua empresa e você podem se manter relevantes em meio às mudanças”
O autor fala como as empresas podem, através da inovação, manter seus modelos de negócios atualizados diante de mudanças no mercado
Autor: Saul Kaplan
Editora: Saraiva

Fonte: Revista exame

Santander Brasil aposta no setor de PMEs para crescer

O Banco Santander Brasil, em sua política de expansão e atuação no país sul-americano, aposta no mercado de pequenas e médias empresas, fortalecido recentemente com a criação de um Ministério específico para o setor, disse nesta sexta-feira o presidente da entidade, Jesús Zabalza. "Já nos encontramos com o ministro (Guilherme) Afif Domingos. Nós somos um banco líder, atuamos no financiamento e no desenvolvimento das pequenas e médias empresas", assinalou.
Banco Santander na avenida Paulista em São Paulo O modelo de financiamento aplicado pelo Santander em outros países está sendo apresentado às autoridades brasileiras. "Aqui queremos ajudar o governo trazendo outras práticas que nós também conhecemos, do México, do Chile, da Espanha e de outros lugares do mundo", apontou. Segundo Zabalza, a ideia é desenvolver um plano conjunto e aproveitar o potencial do setor das pequenas e médias empresas no Brasil. "Achamos que um país desenvolvido necessita de pequenas e médias empresas muito desenvolvidas e fortes porque são elas que geram o emprego", pontuou o executivo.
Uma das "linhas fundamentais" para atuar no segmento, ressaltou Zabalza, é a de compras com cartões de crédito e débito, cuja plataforma está sendo desenvolvida com a GetNet, empresa recentemente adquirida pelo banco espanhol.  Zabalza afirmou que já entrou em contato com o governo para ver como colocar em prática a medida.
Zabalza acompanhou na quinta-feira o presidente mundial do banco, Emilio Botín, em reunião com a presidente brasileira, Dilma Rousseff, à qual o banco transmitiu a intenção de financiar 10 bilhões de dólares de crédito para as empresas que queiram participar de projetos estatais de infraestrutura.
Fonte: revista veja
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

Como empreendedor pode separar vida pessoal da profissional

Quando falamos sobre empreendedores, essa mistura é levada a um outro patamar. Além de pensar em seu negócio todo o tempo, o empreendedor normalmente também tem sua vida financeira atrelada à empresa. No caso de empresas familiares, a situação é ainda mais acentuada, já que o relacionamento entre parentes também passa a fazer parte da equação.
No lado financeiro, a recomendação de praticamente todos os especialistas que conheço é: muito cuidado para não misturar as finanças pessoais com as da empresa.
Moedas e relógio em cima de uma agenda
Por mais que pareça mais prático simplesmente usar a conta da empresa para bancar despesas pessoais, isso é pedir para ter problemas contábeis mais pra frente, ainda mais se houver vários sócios. Nessas horas, um bom controle sobre como as finanças são alocadas é algo que vai te economizar muita dor de cabeça no futuro.

Outro ponto extremamente relevante nessa área é a definição sobre o quanto o empreendedor deve tirar no final do mês.
Um erro muito comum que vejo nessa área é quando o empreendedor não possui um salário fixo e simplesmente sai retirando seu salário de forma aleatória, dependendo de como ele acha que foi o resultado daquele mês. Desse jeito, não há planejamento financeiro pessoal que aguente.

Para evitar essa instabilidade, a dica é manter um salário fixo (pro-labore) independente do resultado da empresa, assim como qualquer outro profissional. Daí, de tempos em tempos (final de semestre ou de ano), você faz uma avaliação de como estará a situação da empresa pelos próximos meses e, caso esteja com uma boa reserva, aí não há problema algum retirar um pouco desse lucro.
Na questão da alocação de tempo, assim como na financeira, é muito mais fácil falar do que fazer, mas é fundamental manter a disciplina de ter horários específicos para trabalhar na empresa e horários de descanso.
Fora a importância de uma mente descansada para um trabalho mais produtivo, de nada adianta se matar de trabalhar e viver estressado e sem qualidade de vida. Particularmente, acredito muito que o trabalho é um meio para se buscar a felicidade, não o objetivo final.
Dentro desses horários de descanso, uma dificuldade que eu passo constantemente é a ansiedade em conferir sempre os e-mails. Para lidar com isso sem uma grande crise de abstinência, a solução foi criar uma categoria “Responder depois”. Se um e-mail é importante, mas não urgente, fica lá para ser respondido no outro dia e a ansiedade em saber o que está acontecendo fica controlada.
Fora checar e priorizar os e-mails, o horário de descanso é sagrado! Assim como a questão financeira, saber alocar tempo para a vida pessoal é essencial para manter a sanidade e qualidade de vida do empreendedor. 
Fonte: revista exame

Revista Administradores nº 22 traz especial sobre a importância da Administração para o mundo

Para coroar as festividades em comemoração ao Dia do Administrador, lançamos nesta segunda-feira (9) mais uma edição da revista Administradores. É a nossa nº 22, que vem com uma reportagem de capa especial sobre como a Administração é importante para desenvolvimento global, nos mais variados aspectos.
Vejam abaixo alguns destaques da edição:
- CAPA: Especial mostra como a Administração é o motor que move o mundo e traz casos de empreendedores de diferentes partes do Planeta que estão fazendo a diferença
- Você sabe o que é endobranding?

- Infográfico detalha o funcionamento de uma pirâmide financeira
- Experiência: como é viver sem celular
- A história empreendedora de Herbert Richers (sim, aquele das dublagens de Sessão da Tarde!)
- E ainda as sessões "O que Drucker Faria", "Fora do Quadrado"e "Contraponto" e os artigos de Henry Mintzberg, Seth Godin e Sramana Mitra, entre outros destaques
A revista é totalmente gratuita e pode ser lida no Facebook ou baixada através dos nossos aplicativos para tablets e smartphones:
- iOS (Apple): http://adm.to/admApple
- Android (Google): http://adm.to/admandroid

Fonte: administradores.com

‘Apple não inova mais’, diz designer do Mac

Ao lançar livro sobre tempos em que trabalhou com Jobs, Hartmut Esslinger diz que empresa hoje só pensa no lucro
FOTO: Greg Edwards/Wikimedia Commons
Designer da Apple nos anos 1980, o alemão Hartmut Esslinger ajudou Steve Jobs a moldar o design dos primeiros Macs. Três décadas depois, Esslinger não vê na companhia o mesmo instinto criador de antigamente.
“A Apple de hoje parece a Sony dos anos 1980, na qual um fundador visionário foi substituído por líderes que não pensam além de refinar produtos e ter lucro crescente”, disse o alemão ao site americano “Quartz”.
Antes de trabalhar para a Apple, em um regime exclusivo pelo qual recebia US$ 1 milhão por ano (em valores da época), Esslinger tinha participado do projeto de mais de 100 produtos da Sony.
Em outubro, durante a Feira do Livro de Frankfurt, o designer lançará Keep It Simple, um livro sobre os tempos em que trabalhou com Jobs. “Ele [Jobs] era um homem que não ligava para argumentos racionais quando diziam que algo não deveria ser tentado”, disse Esslinger. “Ele dizia muitos ‘nãos’, mas também dizia ‘sim’ e insistia em tentar novas coisas”.
Atualmente, Esslinger deixou o mercado e dá aulas, especialmente na China, para estudantes que encaram o 3D como a próxima grande novidade, inspirados em video games.
De acordo com ele, é do país asiático que podem vir as próximas ideias interessantes. “A primeira geração de empreendedores deles só queria fazer dinheiro, mas agora você tem caras como Richard Yu, da Huawei, dizendo que quer bater a Apple e a Samsung”, explica.
Fonte: estadão

Empresa lança sistema de assinatura para vender cerveja

A loja virtual The Beer Planet tem cerca de 300 rótulos de cervejas especiais cadastrados
Já disseminado no mercado de vinhos, o modelo de venda por meio de assinaturas ganha força no mundo das cervejas. A The Beer Planet, lançada há dois meses, lançou um sistema em que, por valores entre R$ 68,90 e 129,90, envia aos clientes entre quatro e oito rótulos da bebida por mês de acordo com o perfil dele.

De acordo com Eduardo Caldas, sócio-fundador da empresa, o site resolveu apostar no modelo de assinaturas porque facilita a disseminação de informações sobre os rótulos --ao conhecer mais sobre o produto, o cliente tende a consumir mais.
Empresas que 'clonam' negócios internacionais enfrentam desafios
Análise: Maioria dos empreendedores não inventa nada, e sim adapta
Grandes companhias usam empresas iniciantes para melhorar produtos

"Beber cerveja é uma coisa simples, não podemos elitizar esse hábito e tornar isso algo complicado", afirma.
O site tem cerca de 300 rótulos de bebida cadastrados e possui filtros de busca específicos por país, estilo, preço e amargor. Também há dicas de harmonização por comida ou ocasião, e informações sobre rótulos, história e curiosidades.


"Temos um sommelier de cerveja que escolhe a bebida de acordo com o perfil do cliente, e todo mês ele vai receber uma seleção de rótulos", diz Caldas.
A empresa não divulga o número de assinantes que já possui, mas Caldas afirma que pretende atingir os 10 mil em três anos. Segundo ele, o número de rótulos de cerveja também deve chegar aos 500 logo.

Fonte: Folha online

Dinheiro é o fator mais importante para ser feliz no trabalho, diz pesquisa

Contrariando muitas pesquisas recentes, um estudo realizado pelo Ateliê de Pesquisa Organizacional revela que o dinheiro é o fator que mais impacta os profissionais quando se fala de felicidade no trabalho.
De acordo com o levantamento, realizado com 200 profissionais do Rio de Janeiro e São Paulo, para 78% dos entrevistados o dinheiro é um fator que se sobrepõe a todos os outros, quando se trata de felicidade no trabalho, sendo que ele possui maior peso para os cariocas do que para os paulistanos, na proporção de 84% e 73%, respectivamente.
Outros dois fatores que tornam as pessoas felizes com o trabalho, lembrando que eram possíveis múltiplas respostas, são o relacionamento com os colegas (49%) e a possibilidade de trabalhar em equipe (41%).
No que diz respeito ao sentido do trabalho, empatados em primeiro lugar, com 95% das indicações cada, estão o fato dele dar estabilidade financeira, fazer com que a pessoa se sinta útil e dar prazer. Ainda neste caso, foram citados satisfação (93%), costume (87%) e status (73%), entre outros.

Mulheres são mais felizes no trabalho

Ainda de acordo com o estudo, 79% dos entrevistados se consideram felizes ou muito felizes em relação ao trabalho, com apenas 7% se considerando infelizes ou muito infelizes.
Comparando homens e mulheres, é entre elas a maior proporção de felizes, de 84%, contra 75% deles. Já na relação entre cariocas e paulistanos, 85% dos cariocas se consideram felizes no trabalho, percentual que cai para 71% entre os paulistanos.
No que diz respeito à responsabilidade da felicidade no trabalho, para 46% dos entrevistados, ela é de responsabilidade do próprio profissional.
Fonte: economia uol(Com InfoMoney)

Sebrae e Junior Achievement levam empreendedorismo às instituições de ensino

Levar a disciplina do empreendedorismo a mais de 5 milhões de alunos dos Ensinos Fundamental, Médio e Superior até 2016 é a meta do Sebrae. Uma das estratégias para vencer esse desafio é contar com parceiros como a Junior Achievement, com quem a instituição assinou no dia 6 de agosto convênio para desenvolvimento de projetos voltados à educação empreendedora.
“Quanto mais cedo a pessoa tiver acesso a noções e conceitos de empreendedorismo, mais chances ela tem de ter sucesso no ambiente de trabalho, seja um negócio próprio ou uma carreira em uma empresa pública ou privada”, explica o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.
A parceria firmada levará, em 2013, 2014 e 2015, o Programa Miniempresa e o Programa Economia Pessoal a 60 mil estudantes dos 26 estados, mais o Distrito Federal. O Sebrae já ensinou empreendedorismo a quase dois milhões de pessoas, de crianças de apenas seis anos até empresários com negócios consolidados. Para isso, além de desenvolver metodologias próprias, como a que está sendo empregada atualmente no Pronatec Empreendedor, por exemplo, a instituição soma forças com parceiros que também tem a expertise de desenvolver competências empreendedoras em quem pretende empreender ou mesmo traçar uma carreira bem-sucedida em uma empresa.
A Junior Achievement é experiente em promover a integração entre a classe empresarial e a comunidade escolar, estimulando nas empresas a responsabilidade social, nos empresários o voluntariado e nos jovens o espírito empreendedor.  O ensino prático sobre negócios e economia é respaldado por uma metodologia universal e de eficácia comprovada.
Os voluntários trabalharão com os estudantes temas atuais que mostram o mundo competitivo dos negócios, seus benefícios e complexidades. É a maneira de contribuir para o desenvolvimento dos jovens e torná-los mais preparados para o mercado de trabalho. A sinergia entre a Junior Achievement e o Sebrae resultará no fortalecimento dos valores da ética, liderança, responsabilidade, cidadania e profissionalização.
Ao final de cada ano, será realizada uma edição do Prêmio Miniempresa, competição nacional que envolve jovens de todo o país e seleciona o melhor empreendimento estudantil do Brasil. Durante o evento, os alunos vão expor e comercializar seus produtos em uma feira, na sede do Sebrae, em Brasília. Serão avaliados por jurados do meio empresarial, por diretores do Sebrae e por voluntários da Junior Achievement.
Formação
"O mercado de trabalho precisa de profissionais empreendedores, autônomos, com competências múltiplas, que saibam trabalhar em equipe, tenham capacidade de aprender com situações novas e complexas, que enfrentam novos desafios e promovem transformações", afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto. “Por isso é importante que a educação empreendedora seja parte integrante da formação dos futuros profissionais brasileiros, pois assim, desde cedo, o empreendedorismo é desenvolvido e lapidado”, conclui.
“Participar do movimento Junior Achievement é uma atividade muito especial para qualquer cidadão ou organização que valorize uma educação empreendedora e a igualdade de oportunidades para crianças e jovens. Com uma trajetória que já mobilizou milhões de pessoas em todo o mundo e no Brasil, o movimento se dedica a formar uma nova geração de empreendedores, com foco em uma atitude comprometida com o desenvolvimento sustentado da sociedade”, afirma o Presidente do Conselho Consultivo da Junior Achievement Brasil, o empresário Jorge Gerdau Johannpeter.
Fonte: administradores.com
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

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