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Como lidar com familiares ou amigos que trabalham na empresa

Especialista Eduardo Ferraz afirma que a melhor forma de estimular qualquer profissional a crescer e se superar é premiar os melhores




                                                                                                                                                        








Como lidar com familiares ou amigos que trabalham na empresa?
Respondido por Eduardo Ferraz, especialista em gestão de pessoas

É muito comum que o empreendedor empregue parentes e amigos em sua empresa já que há vantagens em trabalhar com pessoas que, além de confiáveis, dificilmente geram problemas trabalhistas. Os problemas, entretanto, acontecem quando o excesso de intimidade começa a afetar o bom andamento do dia a dia.
Algumas dessas pessoas podem dar maus exemplos ao chegarem atrasadas, trabalharem pouco ou abusarem do poder. Seguem cinco dicas para trabalhar melhor com parentes e amigos.
1. Estipule regras claras
Todos os funcionários devem ter horários bem definidos e atribuições claras, independente do parentesco. Se sua esposa ou filhos não podem trabalhar o dia todo, estabeleça um horário fixo com meio expediente, assim como cargos específicos. Se um amigo é o responsável pela área comercial, não poderá interferir, sem sua a sua aprovação, no setor de compras, por exemplo.

2. Valorize o mérito
A melhor forma de estimular qualquer profissional a crescer e se superar é premiar os melhores. Dê aumentos de salários, folgas extras, treinamentos especiais ou um cargo de chefia aos mais competentes e dedicados. Muitas vezes, os parentes reclamam desse critério, mas, se ele for justo todos, inclusive eles, se esforçarão mais.

3. Não misture trabalho com lazer
O ideal é que, encerrado o expediente, não se discuta sobre a empresa à noite ou nos finais de semana. Usar as horas de descanso para falar de trabalho, além de cansativo, desgasta e tende a piorar a relação entre você e seus familiares.

4. Afaste os incompetentes
Não tolere pessoas tecnicamente desqualificadas ou com atitudes ruins em sua empresa, independente da amizade ou parentesco. Manter pessoas incompetentes, além de produzir resultados ruins, destrói a autoridade moral de qualquer gestor. 

5. Invista em treinamentos
O melhor investimento que se pode fazer, principalmente nas pessoas que amamos, é aquele em que os recursos são aplicados em educação e treinamento. Pessoas bem qualificadas costumam retornar, muitas vezes, mais o valor gasto em treinamentos. 

FONTE: Exame
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

Google é a melhor empresa para se trabalhar no Brasil

O Google faturou o título de melhor empresa para se trabalhar no Brasil, segundo guia da revista Você S/A. A publicação avaliou dados enviados por 481 empresas inscritas, e selecionou 234 para serem visitadas. Nesta etapa, 4,7 mil funcionários foram ouvidos.

A gigante da web é a única companhia de tecnologia que aparece no top 10 brasileiro, seguida do grupo Sinagro, de atacado, e da montadora Volvo. Já no ranking geral, o Mercado Livre, a SAP e a Symantec representam o setor. (veja abaixo)

As empresas presentes no guia conquistaram as melhores pontuações em três itens: Índice de Felicidade de Trabalho, Qualidade no Ambiente de Trabalho e Qualidade da Gestão de Pessoas. O maior buscador do mundo pontuou 90,7 no índice de Felicidade de Trabalho. 

Vale lembrar que em uma pesquisa realizada pela consultoria Cia de Talentos, o Google perde para Petrobras no quesito "empresa dos sonhos". Saiba aqui por que os jovens escolheram a estatal de petróleo, e veja abaixo os rankings da Você S/A.

Ranking geral:

Reprodução

Ranking de tecnologia:

Reprodução
 
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

Menor computador do mundo, Raspberry Pi pode ser fabricado no Brasil

A Fundação Raspberry Pi procura parceiros para fabricar seu computador homônimo em terras brasileiras. Lançado em 2012, o menor computador do mundo -é do tamanho de um cartão de crédito- já vendeu mais de 1,5 milhão de unidades.

"O próximo lugar em que gostaríamos de produzir o Pi é o Brasil", afirma Pete Lomas, co-fundador da empresa, que recebeu a Folha em Londres. Já há fábricas no País de Gales e na China Segundo o co-fundador, a negociação deve demorar ainda, pelo menos, seis meses. Ele não quis revelar com quais empresas negocia, mas disse que as conversas estão adiantadas. No Reino Unido, a fabricante é a Sony.

Quando esteve no Brasil, em fevereiro, para a Campus Party 2013, Lomas diz que o tamanho mercado potencial que o computador tem no país despertou sua atenção. A empresa estuda formas de baratear os custos de produção aqui. No Reino Unido, o Pi custa apenas US$ 35 (cerca de R$ 80). Porém, no Brasil, o produto importado é vendido pelo dobro do preço devido aos impostos. Segundo Lomas, isso contraria o objetivo da fundação, que é difundir o ensino da programação a baixo custo.

O Pi nasceu da percepção de que os jovens de hoje não tinham mais noção de programação porque os novos dispositivos utilizam uma interface ultrassimplificada. O dispositivo criado por Lomas requer conhecimentos na área para executar todos os seus comandos. Por esse motivo, a Raspberry Pi foi registrada como fundação de caridade no Reino Unido. Experiências similares já acontecem nos EUA, Alemanha e Noruega.

Mas o próprio Lomas admite que o interesse vai muito além das questões filantrópicas. "Se o Pi fosse apenas um produto para melhorar a educação brasileira, nós já teríamos conseguido baixar as tarifas. Mas nós vemos demanda comercial para o Pi na América Latina", afirma. A Fundação Raspberry Pi e a Google fizeram uma parceria para financiar 15 mil Pi's para escolas no Reino Unido. Desses, 3.000 unidades vão para Code Clubs, grupos voluntários para o ensino de programação para crianças. Conforme a Folha publicou, o Brasil já se preparar para receber o projeto britânico.

Fonte: folha online

Empresários criam versões locais para o Vale do Silício

Empresários tentam replicar em cidades brasileiras o clima de negócios do Vale do Silício, na Califórnia, conhecido pela concentração de empresas de tecnologia, como Google e Facebook.

As iniciativas fazem até referência ao nome da região dos Estados Unidos: em São Paulo, é a "Praça do Silício"; em Belo Horizonte, o "San Pedro Valley" e em Alagoas, o "Sururu Valley".
A "Praça do Silício" é o apelido que um grupo de empreendedores deu à Praça da República (centro da cidade).

Um dos promotores da ideia, Pieter Lekkerkerk, 38, cofundador da Escolha Seguro, diz que, por enquanto, existe "a semente de uma rede que quer reforçar a região como uma opção viável para estabelecer start-ups" (empresas de base tecnológica). Lekkerkerk lista os motivos pelos quais a região é interessante: aluguel barato e oferta de transporte público. Ele conta que são pelo menos seis empresas na região, até agora -outros perguntam como é ter escritório no centro.
A vantagem da proximidade é a de ter parceiros de negócios e potenciais funcionários em um só lugar. "Não é a primeira vez que se fala disso", diz Tadeu Masano, professor de geografia de mercado da Fundação Getulio Vargas. Ele lembra que houve um projeto para levar empresas de tecnologia à região da Luz, próxima da República. Nunca saiu do papel.

A diferença agora é que a iniciativa partiu das empresas. Em casos de criação espontânea de uma identidade para uma região, ou seja, sem incentivo fiscal para que as empresas se instalem lá, a lógica é como a de um bairro residencial: "Muda-se para um local porque amigos estão lá", afirma Masano. Em Belo Horizonte, o fenômeno é parecido: empresas instalaram-se no bairro de classe média São Pedro.

Diego Gomes, 28, fundador da Rock Content, conta cerca de dez start-ups na região. Ele diz que quatro se instalaram na mesma rua e "brincavam que São Pedro era o Vale do Silício de BH". Hoje, diz, há um senso de comunidade, com troca de experiências. Esse intercâmbio de ideias também vem acontecendo na cidade de Maceió, afirma Tony Celestino, 29, fundador da LoteBox. Diferentemente das outras iniciativas, o Sururu Valley não é um bairro, mas todo o "ecossistema" de start-ups de Alagoas. "Concentra-se em Maceió, mas já tem movimento em Arapiraca", conta. A cidade é a segunda maior do Estado e a principal do agreste alagoano.

Diferentemente das iniciativas recentes, o parque tecnológico do Recife foi induzido com incentivos fiscais e a instalação do Porto Digital há 13 anos. O presidente da instituição, Francisco Saboya, afirma que não acredita que haveria a concentração de empresas na área não fosse a iniciativa.

Fonte: Folha online

Agronegócio deve garantir metade da expansão do PIB

Quase a metade da expansão da economia deste ano virá do agronegócio, que tem como carro-chefe a soja. Com recordes seguidos de produção, o grão deve levar o País a uma posição inédita.
Na safra 2014, que começa a ser plantada este mês, o Brasil poderá ser o maior produtor e exportador mundial de soja, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Projetava-se essa mudança, de o Brasil superar os EUA, ainda em 2013, mas isso não ocorreu.
A produção brasileira esperada de 88 milhões de toneladas de soja para 2014 deve superar a safra dos EUA, de 85,7 milhões de toneladas, que está em fase final e foi afetada pela seca.
Do crescimento de 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB) estimado pelo mercado para este ano, segundo o Boletim Focus do Banco Central (BC) mais recente, um pouco maisde um ponto porcentual virá da agroindústria, calcula o diretor de pesquisa da consultoria GO Associados, Fabio Silveira.
Nas suas projeções, ele considerou o PIB do agronegócio de 2012 em R$ 989 bilhões e a estimativa de crescimento para o setor de 5% para este ano, ambos os dados da Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária (CNA). Se as estimativas de crescimento se confirmarem, o PIB do agronegócio deve somar R$ 1,038 trilhão em 2013 e responder 23% de toda a riqueza gerada no País.
"Essa cifra inclui os segmentos antes e depois da porteira", ressalta Adriana Ferreira Silva, economista do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), que calcula o PIB do agronegócio para a CNA. Isso significa que a cadeia da agroindústria considera não só os produtos primários da agricultura e da pecuária, mas também toda a riqueza criada no processamento e na distribuição, além do desempenho da indústria de insumos.
"O agronegócio está puxando não só a indústria de alimentos, mas também a de bens de capital. Na minha avaliação, o agronegócio pode neste ano tracionar a economia mais do que o varejo", diz o economista da Associação Comercial de São Paulo, Emílio Alfieri, que acompanha de perto o consumo.
Enquanto a indústria patina e o varejo desacelera, as evidências da força do agronegócio para tracionar outros setores da economia já aparecem nas vendas de insumos. "Se não houver nenhum imprevisto até dezembro, as vendas de tratores de rodas neste ano serão recordes", afirma o diretor de Vendas da Agrale, Flávio Crosa.
Surpresa. Ele conta que 2012 já tinha sido um ano bom para a agricultura e foram vendidos no mercado 56 mil tratores de rodas, que são para o agronegócio. Para este ano, a estimativa inicial era vender 54 mil máquinas. Mas até agosto foram comercializados 44,9 mil unidades, segundo a Anfavea. A perspectiva agora é que o ano feche com 60 mil tratores comercializados. "Não imaginávamos que uma demanda tão forte assim."
Além da capitalização dos produtores, Crosa cita a manutenção até dezembro do Programa BNDES de Sustentação do Investiment (PSI) como fator de impulso às vendas.
A história se repete no fertilizante. Em 2012, foram vendidas 29,5 milhões de toneladas. Consultorias projetam para este ano 30,5 milhões de toneladas. Até agosto alta foi de 5,5%. "Teremos mais um recorde", prevê o diretor da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), David Roquetti Filho.
Fonte: economia.estadão
Posted by Executive Consultoria Jr

Revista Administradores nº 22 traz especial sobre a importância da Administração para o mundo

Para coroar as festividades em comemoração ao Dia do Administrador, lançamos nesta segunda-feira (9) mais uma edição da revista Administradores. É a nossa nº 22, que vem com uma reportagem de capa especial sobre como a Administração é importante para desenvolvimento global, nos mais variados aspectos.
Vejam abaixo alguns destaques da edição:
- CAPA: Especial mostra como a Administração é o motor que move o mundo e traz casos de empreendedores de diferentes partes do Planeta que estão fazendo a diferença
- Você sabe o que é endobranding?

- Infográfico detalha o funcionamento de uma pirâmide financeira
- Experiência: como é viver sem celular
- A história empreendedora de Herbert Richers (sim, aquele das dublagens de Sessão da Tarde!)
- E ainda as sessões "O que Drucker Faria", "Fora do Quadrado"e "Contraponto" e os artigos de Henry Mintzberg, Seth Godin e Sramana Mitra, entre outros destaques
A revista é totalmente gratuita e pode ser lida no Facebook ou baixada através dos nossos aplicativos para tablets e smartphones:
- iOS (Apple): http://adm.to/admApple
- Android (Google): http://adm.to/admandroid

Fonte: administradores.com
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

Sebrae e Junior Achievement levam empreendedorismo às instituições de ensino

Levar a disciplina do empreendedorismo a mais de 5 milhões de alunos dos Ensinos Fundamental, Médio e Superior até 2016 é a meta do Sebrae. Uma das estratégias para vencer esse desafio é contar com parceiros como a Junior Achievement, com quem a instituição assinou no dia 6 de agosto convênio para desenvolvimento de projetos voltados à educação empreendedora.
“Quanto mais cedo a pessoa tiver acesso a noções e conceitos de empreendedorismo, mais chances ela tem de ter sucesso no ambiente de trabalho, seja um negócio próprio ou uma carreira em uma empresa pública ou privada”, explica o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.
A parceria firmada levará, em 2013, 2014 e 2015, o Programa Miniempresa e o Programa Economia Pessoal a 60 mil estudantes dos 26 estados, mais o Distrito Federal. O Sebrae já ensinou empreendedorismo a quase dois milhões de pessoas, de crianças de apenas seis anos até empresários com negócios consolidados. Para isso, além de desenvolver metodologias próprias, como a que está sendo empregada atualmente no Pronatec Empreendedor, por exemplo, a instituição soma forças com parceiros que também tem a expertise de desenvolver competências empreendedoras em quem pretende empreender ou mesmo traçar uma carreira bem-sucedida em uma empresa.
A Junior Achievement é experiente em promover a integração entre a classe empresarial e a comunidade escolar, estimulando nas empresas a responsabilidade social, nos empresários o voluntariado e nos jovens o espírito empreendedor.  O ensino prático sobre negócios e economia é respaldado por uma metodologia universal e de eficácia comprovada.
Os voluntários trabalharão com os estudantes temas atuais que mostram o mundo competitivo dos negócios, seus benefícios e complexidades. É a maneira de contribuir para o desenvolvimento dos jovens e torná-los mais preparados para o mercado de trabalho. A sinergia entre a Junior Achievement e o Sebrae resultará no fortalecimento dos valores da ética, liderança, responsabilidade, cidadania e profissionalização.
Ao final de cada ano, será realizada uma edição do Prêmio Miniempresa, competição nacional que envolve jovens de todo o país e seleciona o melhor empreendimento estudantil do Brasil. Durante o evento, os alunos vão expor e comercializar seus produtos em uma feira, na sede do Sebrae, em Brasília. Serão avaliados por jurados do meio empresarial, por diretores do Sebrae e por voluntários da Junior Achievement.
Formação
"O mercado de trabalho precisa de profissionais empreendedores, autônomos, com competências múltiplas, que saibam trabalhar em equipe, tenham capacidade de aprender com situações novas e complexas, que enfrentam novos desafios e promovem transformações", afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto. “Por isso é importante que a educação empreendedora seja parte integrante da formação dos futuros profissionais brasileiros, pois assim, desde cedo, o empreendedorismo é desenvolvido e lapidado”, conclui.
“Participar do movimento Junior Achievement é uma atividade muito especial para qualquer cidadão ou organização que valorize uma educação empreendedora e a igualdade de oportunidades para crianças e jovens. Com uma trajetória que já mobilizou milhões de pessoas em todo o mundo e no Brasil, o movimento se dedica a formar uma nova geração de empreendedores, com foco em uma atitude comprometida com o desenvolvimento sustentado da sociedade”, afirma o Presidente do Conselho Consultivo da Junior Achievement Brasil, o empresário Jorge Gerdau Johannpeter.
Fonte: administradores.com
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

Compra da Nokia coloca Microsoft na briga com Apple e Samsung

A Microsoft tem uma nova e complicada missão pela frente: reerguer a divisão de celulares da Nokia e transformá-la novamente em sinônimo de sucesso no setor de tecnologias móveis. Ao anunciar a aquisição de parte da companhia finlandesa na última segunda-feira por 5,44 bilhões de euros (o equivalente a 7,17 bilhões de dólares), a gigante do software ganhou fôlego e expertise para se aprofundar em um mercado hoje dominado por rivais de peso, como a sul-coreana Samsung e a Apple. De acordo com analistas de mercados, essa era a atitude correta, que deve ajudar a Microsoft a aumentar a popularidade da plataforma Windows Phone e, consequentemente, dos produtos da série Lumia.
"Foi uma decisão bastante audaciosa da Microsoft, porém necessária. Para realmente entrar forte na briga global de dispositivos móveis, o gigante americano precisava de uma sinergia clara entre hardware e software, como faz a Apple, por exemplo”, afirma o analista sênior de mercado da Frost & Sullivan Fernando Belfort. “Acho que o namoro finalmente virou casamento. Depois desse anúncio, ninguém mais duvida de que a Microsoft deseje brigar pela liderança desse mercado."
A aproximação entre Microsoft e Nokia começou em setembro de 2010, quando Etephen Elop, então chefe da divisão de negócios da Microsoft, assumiu o cargo de CEO da companhia finlandesa. A partir daquele momento, as linhas de smartphones com as plataformas Symbian e Asha ficaram de lado, abrindo espaço para novos produtos da série Lumia, lançados em parceria com a Microsoft. Em 2012, a Nokia sofreu um golpe ao perder o posto de principal fabricante de celulares do planeta para a Samsung. Mesmo assim, a empresa se concentrou em seus novos smartphones, apresentando vinte aparelhos ao mercado.
A estratégia está funcionando, pelo menos para a plataforma Windows Phone. De acordo com dados divulgados na última quarta-feira pela International Data Corporation (IDC), especialista em análise de mercados de tecnologia, até 2017, a plataforma deve conquistar uma fatia equivalente a 10,2% do mercado mundial, ante os 3,9% registrados até setembro de 2013. A mesma projeção aponta que, em cinco anos, o Android, do Google, deve cair de 73% para 68,3%, enquanto o iOS, da Apple, deve experimentar um pequeno crescimento: de 16,9% para 17,9%.
“A aquisição terá um impacto direto nas duas companhias, já que elas vão se concentrar em um único objetivo. Não se trata mais da Nokia tentando montar seu próprio ecossistema com base em algo que a Microsoft já fez”, afirmou Carolina Milanesi, analista da consultoria Gartner, ao lembrar que as equipes poderão trabalhar apenas em uma linha de dispositivos, assim como a Apple faz hoje com os iPhones. “Não existirão mais celulares da Nokia, e sim aparelhos Lumia da Microsoft. O gigante achou importante investir em mobilidade, e agora está determinada a entrar no mercado físico, de hardware.”
O hardware em questão pode envolver também uma nova linha de tablets com o sistema operacional Windows 8. Evidências apontam para um dispositivo chamado Sirius, com tela de 10.1 polegadas e que traz um design similar ao dos smartphones da séria Lumia.

Ferramenta compara crescimento das empresas no Brasil

Entre 2007 e 2010, apenas 1,5% das empresas brasileiras criaram mais de 50% dos novos postos de trabalho no país. Esse é um dos exemplos do impacto das chamadas empresas de alto crescimento (EACs), que aumentam seu quadro de funcionários em pelo menos 20% ao ano, por um período de três anos e que possuem um mínimo de 10 funcionários no início da análise.
Planilha de dadosCom o objetivo de auxiliar empreendedores a analisar o desempenho de suas empresas, a Endeavor desenvolveu uma ferramenta de visualização de dados, que apresenta indicadores de desempenho para 20 setores da economia. Munido dessas informações, o empreendedor entende, por exemplo, a evolução do seu ramo de atuação e pode comparar como sua empresa está posicionada em relação a seus concorrentes.
Além de contribuir diretamente com os empreendedores, a ferramenta faz parte da estratégia da Endeavor em promover um melhor ecossistema para o empreendedorismo no Brasil: “Governos e instituições de apoio têm mais um recurso que ilustra como as empresas de alto crescimento estão transformando o país”, diz Pamella Gonçalves, gerente de Pesquisa e Políticas Públicas da Endeavor.
Um das possíveis aplicações da ferramenta é observar o desenvolvimento das EACs e das startup’s de alto crescimento (SACs) – EACs com até cinco anos de idade – no setor da agricultura e pecuária: entre 2007 e 2010, elas aumentaram o número de funcionários em 213% e 280%, respectivamente. Uma empresa média desse setor, por outro lado, reduziu seu quadro de empregados em 11%.
Utilize a ferramenta e compare sua empresa às concorrentes do setor. Clique na imagem e confira outros cenários. As diferenças entre empresas de alto crescimento e o restante das empresas também são refletidas em indicadores de receita média. Tomando ainda o setor da agricultura como exemplo, o impacto das EACs é quase seis vezes maior: a receita operacional média é de quase R$ 2 milhões, enquanto a média do restante das empresas é pouco mais de R$ 300 mil.

A ferramenta
Além do setor da agricultura, há também informações de outros 19 setores, da indústria de transformação à saúde e educação, por exemplo. São consideradas informações sobre o número de funcionários, as receitas geradas, salários pagos, o valor adicionado, a produtividade, a idade e o número total de empresas no Brasil. Os dados utilizados são provenientes da pesquisa Estatísticas de Empreendedorismo, lançada pela Endeavor Brasil e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em novembro passado. A criação da ferramenta contou ainda com o apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
Fonte: Revista Exame

Economia mundial se recupera, mas crise ainda não terminou, conclui G20

O G20 informou nesta sexta-feira (6) que a economia mundial está melhorando, mas que ainda é muito cedo para declarar o fim da crise em um momento em que os mercados emergentes enfrentam crescente volatilidade.

Líderes do G20 --que reúne as principais economias do mundo, representa 90% da economia mundial e dois terços de sua população-- reconheceram os problemas enfrentados por emergentes, mas disseram que cabe a eles colocar as próprias casas em ordem.

A perspectiva de que o Federal Reserve poderá diminuir sua política monetária expansionista já neste mês trouxe fortes turbulências para algumas economias emergentes.
Os integrantes do G20 tiveram dificuldades para encontrar um terreno comum sobre os efeitos desencadeados pela perspectiva de os Estados Unidos reduzirem a sua impressão mensal de dinheiro.
FIM DO ENCONTRO

Comunicado emitido no fim da cúpula de dois dias em São Petersburgo, na Rússia, trouxe comentários sobre a economia mundial praticamente em linha com os que foram divulgados após encontro de ministros das Finanças e presidentes de bancos centrais em julho, em Moscou, exigindo que as mudanças na política monetária devem ser "cuidadosamente calibradas e claramente comunicadas".

Após a divulgação do comunicado, os mercados financeiros se fixaram no relatório mensal de empregos nos EUA, que veio mais fraco do que o esperado, o que complica a decisão do Fed sobre a possibilidade de reduzir seu estímulo monetário neste mês.
As exigências lideradas pela Alemanha de metas obrigatórias para ampliar os objetivos de redução de dívida definidas em cúpula sediada pelo Canadá em 2010 ficaram para trás, uma vez que o foco mudou firmemente para a promoção do crescimento.

O comunicado da reunião destacou que as estratégias fiscais de médio prazo deverão ser implementadas de forma flexível para levar em conta as condições econômicas de curto prazo, de modo a apoiar o crescimento econômico e a criação de emprego, ao mesmo tempo colocando a dívida como proporção do PIB em um caminho sustentável.

Fonte: Folha online

O que sua empresa pode conquistar com ajuda da neurociência

CérebroEntender como funciona o cérebro humano pode ajudar não só os relacionamentos interpessoais, como os processos práticos dentro de uma organização. Por isso, diversas consultorias utilizam a neurociência para otimizar treinamentos corporativos. Os benefícios vão desde a aumento da produtividade à melhoria do ambiente de trabalho. Veja o que sua empresa pode conquistar com a compreensão da neurociência:
Aumento da produtividade
Dentro da neurociência, há um segmento chamado "cronobiologia", que consegue indentificar em quais horários do dia o organismo humano produz mais substâncias químicas para a atividade física e mental. Se o gestor souber explorar tais períodos, pode conseguir um aumento significativo de produtividade.
"A esmagadora maioria das pessoas é mais produtiva entre as 6h e as 10h e entre 16h e 20h. No restante do tempo, o corpo precisa se esforçar mais, então o volume e qualidade do trabalho são menores", explica a neuropsicóloga e fundadora da Tai Consultoria, Inês Cozzo.
Ainda segundo ela, logo depois das refeições (chamado período pós-prandial), o organismo se concentra em fazer a digestão e, por isso, neste período, as pessoas ficam com o raciocínio mais lento.
"É também quando acontece o maior número de acidentes de trabalho. Funcionários de uma empresa que conseguem tirar um cochilo logo após o almoço, voltam às suas funções com energia e concentração redobradas". Está explicado o porquê de as "salinhas do cochilo" serem tendência entre companhias inovadoras.
Evitar conflitos desnecessários
Uma pessoa tem um ciclo máximo de concentração de 15 minutos, mesmo quando está muito interessada no assunto tratado. Depois deste tempo, inevitavelmente a atenção é desviada por frações de segundo. "Acontece o tempo todo, mas você nem nota. O sol batendo no relógio de alguém que passa pela sala de reuniões pode desviar a sua atenção, mas você nem se dá conta disso", exemplifica Inês. Segundo ela, o sistema nervoso humano recebe 400 bilhões de bits (unidades de informação) por segundo, mas só libera 2 mil para o cérebro.
Fonte: administradores.com
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

Projeto: Sebrae e CNI capacitam empresários e gestores da Indústria

Capacitar mais de 53 mil empresários e gestores do setor industrial até o final de 2015 é a meta do projeto Associa Indústria, uma parceria entre Sebrae e Confederação Nacional da Indústria (CNI). O acordo foi assinado na última terça-feira (27) e prevê cursos em áreas como sistema tributário, legislação trabalhista, normas ambientais e tarifas de energia elétrica. De acordo com o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, a ideia é unir forças entre as instituições para impulsionar o associativismo, promover a inovação e estimular o empreendedorismo. “A Indústria é uma área estratégica para o desenvolvimento do país. Reforçar a capacitação em assuntos como esses, que afetam a competitividade do setor, é uma chance de evoluir ainda mais”, explica.
A a parceria também estimula a participação e o associativismo empresarial como caminho para superar desafios setoriais comuns. “A ideia é fornecer informações e apoio técnico para que esses empresários tenham condições de desenvolver melhor sua micro ou pequena empresa”, ressalta o presidente da CNI, Robson Braga. O acordo assinado permitirá também a ampliação em três vezes o número de vagas oferecidas pelo Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA). Ele é realizado pela CNI em parceria com federações e sindicatos industriais com objetivo de fortalecer e estreitar a aproximação das entidades com os empresários do comércio de bens, serviços e turismo. Em 2012 e 2013, capacitou mais de 17 mil pessoas. A quantidade de turmas também aumentará de 331 para 1.525 nos próximos dois anos.
Outra novidade do acordo é o curso Como prevenir problemas ambientais. Ele explicará aos empresários como funcionam as políticas de licenciamento ambiental e de resíduos sólidos. Os participantes receberão orientações para evitar multas e autuações e ainda serão incentivados a participar dos sindicatos para discutir dificuldades comuns e defender coletivamente propostas de solução junto aos órgãos ambientais. O investimento previsto para a execução do projeto será de até R$ 14 milhões, dos quais 65,91% serão aportados pelo Sebrae. A expectativa é de que os empresários e gestores interessados em participar dos cursos possam aderir ao projeto a partir de janeiro de 2014. Para isso, terão que procurar o sindicato empresarial do seu setor ou a federação das indústrias de seu estado.Capacitar mais de 53 mil empresários e gestores do setor industrial até o final de 2015 é a meta do projeto Associa Indústria, uma parceria entre Sebrae e Confederação Nacional da Indústria (CNI). O acordo foi assinado na última terça-feira (27) e prevê cursos em áreas como sistema tributário, legislação trabalhista, normas ambientais e tarifas de energia elétrica.
De acordo com o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, a ideia é unir forças entre as instituições para impulsionar o associativismo, promover a inovação e estimular o empreendedorismo. “A Indústria é uma área estratégica para o desenvolvimento do país. Reforçar a capacitação em assuntos como esses, que afetam a competitividade do setor, é uma chance de evoluir ainda mais”, explica. A a parceria também estimula a participação e o associativismo empresarial como caminho para superar desafios setoriais comuns. “A ideia é fornecer informações e apoio técnico para que esses empresários tenham condições de desenvolver melhor sua micro ou pequena empresa”, ressalta o presidente da CNI, Robson Braga.
O acordo assinado permitirá também a ampliação em três vezes o número de vagas oferecidas pelo Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA). Ele é realizado pela CNI em parceria com federações e sindicatos industriais com objetivo de fortalecer e estreitar a aproximação das entidades com os empresários do comércio de bens, serviços e turismo. Em 2012 e 2013, capacitou mais de 17 mil pessoas. A quantidade de turmas também aumentará de 331 para 1.525 nos próximos dois anos. Outra novidade do acordo é o curso Como prevenir problemas ambientais. Ele explicará aos empresários como funcionam as políticas de licenciamento ambiental e de resíduos sólidos. Os participantes receberão orientações para evitar multas e autuações e ainda serão incentivados a participar dos sindicatos para discutir dificuldades comuns e defender coletivamente propostas de solução junto aos órgãos ambientais.
O investimento previsto para a execução do projeto será de até R$ 14 milhões, dos quais 65,91% serão aportados pelo Sebrae. A expectativa é de que os empresários e gestores interessados em participar dos cursos possam aderir ao projeto a partir de janeiro de 2014. Para isso, terão que procurar o sindicato empresarial do seu setor ou a federação das indústrias de seu estado.
Fonte: administradores,com

Brasileiro troca vice-presidência do Google por 'Apple chinesa'

O diretor responsável por produtos com Android no Google, o brasileiro Hugo Barra, 36, revelou que está trocando a gigante norte- americana pela fabricante de celulares e outros eletrônicos Xiaomi, de Pequim, empresa da qual será vice-presidente global. A Xiaomi é considerada a "Apple chinesa", por fabricar smartphones parecidos com o iPhone. E seu dono, Lei Jun, foi apelidado de "Steve Jobs chinês", por cultivar a imagem do cofundador da empresa norte-americana, como o uso de jeans e camisetas escuras.
Eduardo Knapp - 1º.ago.13

"Depois de quase cinco anos e meio no Google e quase três anos como um membro do time de Android, decidi iniciar um novo capítulo da minha carreira", escreveu o executivo na rede social Google Plus. "Em algumas semanas, vou me juntar à equipe da Xiaomi, na China, para ajudá-los a expandir seu incrível portfólio de produtos e de negócios globalmente", continuou. Seu trabalho, disse, será ainda relacionado com o Android, que é o sistema operacional do Google para smartphones e tablets.

Barra, nascido em Belo Horizonte e formado pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), foi o responsável por fazer algumas das apresentações de novos produtos do Google, como no caso do tablet Nexus 7 e de seu sucessor.
Antes de trabalhar no Google, o executivo brasileiro criou uma empresa de tecnologia de reconhecimento vocal em Boston. Fundada em 2010, a Xiaomi vende celulares, tablets e desenvolve aplicativos, especialmente focada no mercado interno chinês -onde é a marca mais popular, chegando a vender 7 milhões de aparelhos só no primeiro semestre deste ano. Um de seus aparelhos de topo de linha, o Mi 2S, chegou ao mercado equipado com a versão 4.1 do Android (Jelly Bean).

Neste mês, a empresa conseguiu mais uma rodada de financiamento, o que a fez atingir, de acordo com a Bloomberg, um valor de mercado estimado em cerca de US$ 10 bilhões.


RELACIONAMENTO
A razão pela qual Barra teria deixado o Google (além de "iniciar um novo capítulo da carreira") é alvo de especulações. Reportagem do site "AllThingsD" que fala sobre a separação de Sergey Brin, cofundador do Google, e a sua mulher, Anne Wojcicki, fez blogs relacionarem o caso a uma disputa amorosa. Brin, de acordo com o site de fofoca do Vale do Silício "Valleywag", está namorando Amanda Rosenberg, a gerente de marketing do Google Glass. A executiva seria um antigo romance de Barra, segundo a publicação.
Em 2012, Rosenberg publicou uma foto em que está abraçada com Barra em seu perfil da rede social Google.
De acordo com o "Financial Times", que ouviu uma pessoas ligada ao Google, a saída de Barra da empresa não está vinculada ao relacionamento de Brin.

Fonte: folha online

A importância da visão estratégica

Pensar de maneira estratégica é a coisa mais difícil do mundo, principalmente, para quem não é dono da empresa tampouco diretor ou gerente. Em geral, os valores pessoais dos empregados têm pouco a ver com os valores escolhidos pela organização. De fato, são poucas as empresas levam a sério a questão do plano estratégico. Somente as empresas mais consolidadas, de médio e grande porte, adotam a ferramenta como um orientador. Na maioria das vezes, elas concentram a energia nos objetivos financeiros e se esquecem das pessoas embora se refiram a elas como talentos, o seu maior ativo.
Em geral, as que adotam, o fazem por modismo, pecam na falta de disseminação dos resultados do planejamento e, acima de tudo, ignoram o plano de ação. Nenhum plano estratégico sobrevive à falta de plano de ação. Por experiência, posso dizer que a maioria das pessoas não se empolga com as diretrizes organizacionais. Visão, missão, valores e políticas não cabem nas mentes essencialmente operacionais, pois, de certa forma, mexem com a zona de conforto e exigem mudança de modelo mental. Uma coisa é ser o dono, outra coisa é ser um empregado comprometido com os interesses do dono.
Por essa razão, a maioria conspira, reclama da empresa e considera tudo isso uma grande bobagem, afinal, boa parte delas pessoas está no cargo, mas não está na empresa, razão pela qual o compromisso com os resultados também é mínimo. Quando eu pergunto para as pessoas se elas conhecem a visão, a missão e os valores da empresa, menos de 10% dizem que sim. Por que razão isso acontece? Algumas prováveis respostas: a empresa não é delas; os valores não batem; elas não participaram do evento de elaboração do plano estratégico; a empresa tem por que faz parte do método; não houve disseminação etc.
Tudo isso serve apenas para consolidar as fontes de complacência na organização e a questão ainda é crucial para muitas empresas: quem não sabe para onde vai, qualquer lugar serve. Quanto mais a empresa é favorecida pelas circunstancias econômicas, mais ela ignora isso. Quem não pensa de maneira estratégica nunca será capaz de conceber e gerir negócios por conta própria. Isso requer lidar com variáveis que vão além do conhecimento técnico e das habilidades gerenciais. Tem a ver com a emoção, o sonho, o idealismo, o sentido de contribuição e a vontade de querer fazer as coisas da melhor maneira possível.
No papel de empreendedor, não há como não pensar no futuro do seu negócio, o que, por sua vez, exige pensamento estratégico. Seus empregados nunca farão esse papel por você se não forem estimulados a comprar parte do seu sonho, afinal, eles tem sonhos próprios. Por essa razão, eles ainda são empregados e não empreendedores. Parece duro, mas é difícil mobilizar as pessoas para se apaixonarem por algo que não saiu da cabeça delas. Se o seu sonho não contribui para a realização do sonho dos empregados, fica quase impossível mobilizá-los. A maioria não tem sonho algum, apenas sobrevive do sonho alheio.
Tudo isso importa em parte. O que importa de fato é a sua determinação em fazer do seu negócio uma referencia e a sua capacidade de mobilizar ou substituir rapidamente aqueles que não contribuem para o desenvolvimento do seu negócio. De acordo com Peter Drucker, empreendedores bem-sucedidos, seja qual for a sua motivação pessoal – poder, fama, dinheiro, curiosidade ou desejo de reconhecimento -, tentam criar valor e fazer uma contribuição efetiva para a sociedade.
A única maneira de fazer isso é pensar de maneira estratégica e sonhar aquilo que todo mundo sonha, mas não tem coragem de realizar, afinal, mudar, gerar negócios, criar empregos e prosperar requer muito mais do que correr atrás de salário, benefícios, status e crachá. Pense nisso e empreenda mais e melhor!
Fonte: Administradores.com

Petrobras abre inscrições para patrocínio a projetos sociais

Projetos sociais desenvolvidos em mais de 200 municípios poderão se inscrever, até 13 de setembro, para a seleção pública Integração Petrobras Comunidades 2013, que destinará R$ 48 milhões para ser aplicados por um período de dois anos. Poderão receber o patrocínio projetos na área de influência da estatal nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, de Minas Gerais, da Bahia, do Ceará, Rio Grande do Norte, de Sergipe, Alagoas, do Maranhão, de Mato Grosso do Sul, do Amazonas, de Goiás, do Pará, de Roraima e do Acre, além do Distrito Federal.
As inscrições podem ser feitas no site www.petrobras.com.br/ipc, onde também está disponível o regulamento da seleção pública. De acordo com a Petrobras, depois de encerradas as inscrições, a empresa fará caravanas presenciais e gratuitas, para capacitar e esclarecer dúvidas sobre a elaboração dos projetos sociais.
Serão selecionados projetos até R$ 300 mil, que promovam a garantia dos direitos da criança e do adolescente, a geração de renda, a oportunidade de trabalho e a educação para qualificação profissional. Segundo a Petrobras, do total de recursos R$ 21 milhões serão destinados à Região Nordeste, R$ 12 milhões às regiões Norte, Centro-Oeste e ao estado de Minas Gerais, e R$ 15 milhões ao Rio de Janeiro e Espírito Santo.
Na primeira edição do projeto, em 2008, foram liberados R$ 6 milhões para 126 projetos até R$ 50 mil desenvolvidos nos estados de São Paulo, do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. Em 2011, foi lançada a segunda edição, que ao longo de dois anos destinou R$ 14 milhões para 74 projetos sociais nesses quatro estados, contemplando ao todo 50 municípios.
Fonte: Administradores.com
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

Varejistas se ajustam para crescer em cenário menos animador

Depois de se beneficiarem com a expansão da renda média dos brasileiros nos últimos anos, as empresas de varejo estão ajustando processos internos para conseguir crescer em um ambiente econômico mais desafiador.
Redução de despesas, aposta em novos nichos de mercado e o aumento do peso do crediário foram algumas das estratégias sinalizadas pelas companhias ao longo do primeiro semestre, quando empresas como Lojas Renner, Pão de Açúcar e Natura apresentaram lucros menores na comparação anual.
Homem fazendo compras em um supermercado do Grupo Pão de Açúcar em São PauloA movimentação das empresas acontece em um momento de clara mudança no apetite do consumidor. Na quarta-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou alta de 3 por cento nas vendas do varejo no primeiro semestre, menor avanço desde o segundo semestre de 2005.
A expansão foi guiada pelo comércio de combustíveis e lubrificantes, segundo a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), que identificou desaceleração sobretudo nos setores de vestuário, móveis, papelaria e supermercados.
O desempenho das vendas do varejo teve como pano de fundo um cenário menos promissor para as compras: em junho, a taxa de desemprego subiu para 6 por cento, ante 5,8 por cento em maio, no sexto mês seguido sem ceder. Ao mesmo tempo, o rendimento da população recuou pelo quarto mês consecutivo.
"O forte ritmo de expansão tinha um prazo de validade", afirmou Claudio Felisoni, coordenador-geral do Programa de Administração de Varejo (Provar), da Fundação Instituto de Administração, acrescentando que as vendas em 2012 foram também ajudadas pela interferência do governo com políticas de incentivo ao consumo, desonerações fiscais e ação agressiva na diminuição dos juros.
Com a alteração dessas variáveis em 2013, a situação mudou e deve seguir assim no restante do ano, disse Felisoni. "O varejo não vai crescer na velocidade que se esperava, e a desaceleração pode se repetir em 2014", afirmou.
Já lidando com essa conjuntura, algumas companhias concentraram esforços na redução de custos internos na primeira metade do ano. O Pão de Açúcar cortou as despesas gerais e administrativas em 10,1 por cento ante igual período de 2012.
A Hypermarcas seguiu o mesmo caminho, reduzindo essa linha em 8,6 por cento na mesma base de comparação. A companhia de marcas de saúde e de consumo foi uma das poucas a ver o lucro líquido disparar no semestre, crescendo mais de 11 vezes em relação à igual etapa do ano passado, em meio a uma reestruturação iniciada em 2011 para diminuir o portfólio de produtos e aumentar a rentabilidade.
Mexer no mix ofertado será uma tônica cada vez mais forte daqui para frente, acredita o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, com empresas reavaliando seus produtos para atingirem mercados pouco explorados.
"Quando não é possível verticalizar as vendas, há tendência de horizontalizar para manter volume, aumentando o público possível de compra", disse.
Outros Horizontes
A Cia. Hering, que abriu a 50a loja Hering Kids na semana passada, fez uma mudança recente na gestão de marcas, com a criação de uma diretoria específica para a Hering adulto e outra para as marcas Hering Kids, Puc e Dzarm.
"O ponto principal está associado ao incremento de receita", disse o diretor responsável pelas três últimas marcas, Edson Amaro. No primeiro semestre, as vendas brutas da Hering Kids cresceram 29,4 por cento, mais que o dobro do avanço apresentado pela Hering. A companhia estima um potencial de abertura de 200 lojas para a marca infantil, que deve encerrar 2013 com 57 pontos de venda.
A Lojas Renner é outra a enxergar potencial para uma marca "filha". A varejista manteve a meta de abrir 10 novas lojas da Youcom, voltadas ao público jovem, até o fim do ano, mesmo após reconhecer um cenário adverso e divulgar uma queda de 14,1 por cento no lucro do primeiro semestre.
A Natura, cujo lucro no primeiro semestre caiu 0,5 por cento sobre um ano antes, anunciou a elevação dos investimentos em marketing para impulsionar as vendas no restante do ano, num momento em que a empresa aposta suas fichas na linha SOU, que tem preços mais baixos. Os primeiros produtos foram lançados em julho e novos itens chegam ao mercado no segundo semestre.
Financeiras
Para as lojas com crediário próprio, azeitar as operações de suas financeiras também deve ajudar a melhorar os resultados, diante do horizonte menos animador para as vendas e com os grandes bancos privados cortando projeções de crescimento do crédito no ano.
Essas empresas tendem a ganhar competitividade por poderem dosar o fornecimento de crédito dentro do seu próprio negócio, impulsionando as vendas e ganhando com os juros, disse Pellizzaro Junior.
A própria Renner elevou a receita líquida com produtos e serviços financeiros em 15,7 por cento, num avanço superior ao obtido no seu principal negócio, a venda de mercadorias nas lojas.
A rede de lojas de móveis e eletrodomésticos Magazine Luiza, que reverteu o prejuízo do primeiro semestre de 2012 para um lucro de 55,5 milhões no mesmo período deste ano, também ganhou nessa área.
No segundo trimestre, período responsável por tornar positiva a última linha do balanço semestral da empresa, a financeira Luizacred registrou aumento de 416 por cento em seu lucro líquido na comparação anual, ajudada pelo crescimento da receita com crédito direto ao consumidor.
Fonte: exame.com

Private Equity e Venture Capital no Brasil: um mercado promissor e rentável

O mercado brasileiro apresenta diferentes oportunidades para a industria de Private Equity e Venture Capital

Em um mercado dinâmico, o Brasil atrai as atenções dos investidores mundiais que buscam oportunidades de retornos mais atraentes.
Segundo o Professor Alexandre Cintra do Amaral, coordenador de cursos do Laboratório de Finanças da Fundação Instituto de Administração (LABFIN-FIA), a indústria de Private Equity (PE) e Venture Capital (VC) tem crescido de forma significativa no século XXI, quando os gestores internacionais de investimentos entraram no País, atraídos pela possibilidade de altos retornos.
Alguns exemplos de empresas que cresceram graças à utilização desses recursos incluem a Alog Data Centers, uma empresa de data centers baseada em São Paulo e no Rio de Janeiro, e a Maestro, uma empresa de administração de frotas de carros corporativos com mais de 2500 veículos. Isso para não falar nos casos já clássicos do Buscapé e da DASA, entre outros. Esses casos provam a tendência de crescimento da indústria de PE e VC no Brasil.
Ligado nessa tendência e no grande crescimento dessa indústria, aulas e palestras com profissionais e especialistas em Private Equity e Venture Capital foram incluídos na grade do MBA Finanças LABFIN, um dos mais tradicionais e premiados MBA’s do país.
Fonte: Administradores.com

Banco Central decreta liquidação de banco ligado ao mensalão

O Banco Central decretou nesta sexta-feira a liquidação do Banco Rural, instituição financeira que teve seu nome envolvido no mensalão. Com a liquidação, o Banco Rural deixa de funcionar operacionalmente, os funcionários são dispensados, os bens dos donos e gestores ficam indisponíveis.

O liquidante é nomeado pelo Banco Central, que passa a se ocupar em vender a massa de bens e aplicações do banco para ressarcir os credores. Os investidores e clientes do bancos serão ressarcidos pelo FGC (Fundo Garantidor de Créditos) até o limite de R$ 250 mil para pessoa física e de R$ 20 milhões para os que compraram títulos com direito de cobertura especial conhecida como DPGE.

Segundo nota do Banco Central, o motivo da liquidação é o "comprometimento da sua situação econômico-financeira" e da "falta de um plano viável" para a recuperação da situação do banco. Além do banco, também são afetados as demais empresas do conglomerado Rural: o Banco Rural de Investimentos, o Banco Rural Mais, o Banco Simples e a Rural Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários.

Em março de 2013, o conglomerado Rural detinha apenas 0,07% dos ativos e 0,13% dos depósitos do sistema financeiro, segundo o BC. "O Banco Central está tomando todas as medidas cabíveis para apurar as responsabilidades, nos termos de suas competências legais de supervisão do sistema financeiro. O resultado das apurações poderá levar à aplicação de medidas punitivas de caráter administrativo e a comunicações às autoridades competentes, observadas as disposições legais aplicáveis", informou o BC, em nota.

Em nota, os controladores se disseram surpresos com a decisão e que estudarão medidas diante "do novo contexto".

"O Banco Rural tem mais de 50 anos de existência e nesse período jamais causou prejuízo a quem quer que seja. Os controladores lamentam a interrupção abrupta em um momento em que se construía, com o conhecimento do próprio Banco Central, uma transição para reforçar o capital da instituição e adequá-lo aos seus planos de crescimento".

Fonte: Folha online

China segue líder de mercado automotivo em maio; Brasil é 4º

China teve alta de 11,4% nas vendas de veículos em maio, permanecendo soberana no ranking dos maiores mercados da indústria automotiva mundial. Os números foram divulgados pela consultoria especializada JATO Dynamics.
Carro da Toyota
Considerando os resultados de maio, abaixo da China encontram-se Estados Unidos (alta de 8,1% frente ao mesmo período de 2012) e Japão (queda de 6,9%).

O Brasil aparece na quarta posição, com crescimento de 9,6%. Alemanha, Rússia e Índia surgem nas posições seguintes, todos com quedas em seus desempenhos.
A Grã Bretanha subiu uma posição (agora é a oitava colocada graças ao aumento de 9,3% nas vendas), à frente de Canadá e França. Entre as marcas, a queda de 1,3% nas vendas não foi suficiente para tirar a Toyota da liderança em maio
Entre as marcas, a queda de 1,3% nas vendas não foi suficiente para tirar a Toyota da liderança em maio.
A surpresa ficou por conta da Ford, que graças ao crescimento de 12% nas vendas superou a antiga vice-líder Volkswagen, agora terceira colocada com alta de 5,3%. A Chevrolet manteve o quarto lugar, com retração de 1,6% no número de veículos vendidos em maio, se comparado a igual período de 2012.
Fonte: Exame.com

Produtores apostam na Copa para elevar vendas de cachaça artesanal

Os produtores de Salinas, no norte de Minas Gerais, esperam que a Copa do Mundo de 2014 seja, para a cachaça, o que a de 1986 representou para a tequila. Foi depois daquele mundial que a bebida mexicana tornou-se mais conhecida no mundo todo.
Para alcançar o objetivo, eles investem na implantação de polos de turismo, no uso de um selo de procedência e na criação de pontos de revenda em grandes cidades brasileiras. Deverão contar, ainda, com o investimento de redes varejistas do país na divulgação dos produtos.
A região de Salinas --que inclui, além da própria cidade, Novorizonte e parte dos municípios de Taiobeiras, Rubelita, Santa Cruz de Salinas e Fruta de Leite-- produz algumas das melhores cachaças do país, segundo especialistas. Mais de 5 milhões de litros são fabricados ali todo ano.

Estrangeiro 'só conhece' caipirinha

Os produtos são envelhecidos em tonéis de madeira e feitos para serem saboreados sozinhos, e não como matéria-prima da caipirinha. Este diferencial é, ao mesmo tempo, a grande qualidade e o grande problema dos produtores de cachaça de alambique.
"O estrangeiro conhece muito a caipirinha, mas a cachaça que a gente faz não é para caipirinha", diz Lucas Mendes, dono da cachaçaria Tabúa.
Muitos consumidores também não estão dispostos a pagar o preço cobrado pelas cachaças artesanais. Por serem produzidas em menor escala (a maior parte dos alambiques não vende mais do que 20 mil litros por ano), os valores são bem mais altos do que as dos produtos industrializados.
Isso faz com que elas fiquem restritas a um público específico, de conhecedores e apreciadores. Os produtos da Tabúa, por exemplo, são vendidos a preços que variam de R$ 27 a R$ 50. Outras cachaças, porém, podem custar bem mais: uma garrafa da tradicional Havana, fabricada em Salinas (MG) desde a década de 1940, chega a ser vendida por R$ 400 em algumas capitais do país.

Fazendas querem oferecer roteiros turísticos

Mendes, da Tabúa, está construindo uma vila turística em sua fazenda, onde os consumidores poderão acompanhar a produção de cachaça e de outros produtos feitos na região, como rapadura e queijo. O local contará ainda com restaurante e bar. A intenção é que comece a funcionar a partir do fim do ano. 
O projeto da Tabúa é o primeiro de uma série de planos que deverão ser levados adiante com o apoio da Associação dos Produtores Artesanais de Cachaça de Salinas (Apacs). A propósito, a cidade ganhou um museu dedicado à cachaça no fim de 2012.
O desejo é obter financiamento para que todas as fazendas montem pousadas e ofereçam turismo rural em suas terras.
A associação conta com a promessa da prefeitura da cidade para a ampliação do pequeno aeroporto, para que seja possível receber aviões com pelo menos 48 passageiros.
"É um processo que envolve uma mudança cultural dos produtores. A expectativa é que gere um crescimento de produção de cachaça em torno de 40% em dois anos", estima o presidente da Apacs, Nivaldo Gonçalves.

Produtores terão revendas autorizadas em todo o país

A Apacs também está buscando parceiros para atuarem como revendedores autorizados das cachaças de Salinas. Em dois anos, de 80 a 100 revendas deverão estar em funcionamento em todo o país.
Já existem contratos assinados nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, e no Distrito Federal. Segundo a associação, a ideia é apostar em cidades com mais de 300 mil habitantes.
"Atualmente, quase 90% dos pequenos produtores têm muita dificuldade de divulgar e comercializar suas cachaças. No médio prazo, as revendas deverão se tornar o principal canal de vendas dos pequenos produtores associados à Apacs", diz Nivaldo Gonçalves.
Grandes redes de varejo também devem começar a dedicar mais espaço ao produto em breve. O Grupo Pão de Açúcar promete, nos próximos meses, promover degustações e treinar atendentes para que conheçam mais sobre o produto e possam sugerir marcas e harmonizações aos clientes.
"Hoje, 300 lojas do grupo têm atendentes treinados para vender vinhos. A ideia é fazer a mesma coisa com a cachaça", diz Fábio Freitas, consultor de vinhos do grupo.
Fonte: Estadão.com

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