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Nova bolsa de valores pode focar em PMEs
Mesmo com a bolsa de valores brasileira derretendo, a Americas Trading System Brasil(ATS Brasil) entrou na semana passada com pedido de licença na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para operar como bolsa de valores no país. Enquanto aguarda o sinal verde do órgão regulador, a empresa já mostra seu diferencial: pode representar uma alternativa, via mercado de ações, para as pequenas e médias empresas (PMEs) se financiarem.
O presidente da ATS, Alan Gandelman, afirmou à Agência Estado que apoia as iniciativas para impulsionar a entrada das PMEs no mercado acionário, por considerar que o Brasil tem um número de empresas listadas muito aquém do potencial de sua economia - até maio eram 456 na BM&F Bovespa. No entanto, frisou que a prioridade inicial é montar a nova bolsa.
A brasileira Americas Trading Group (ATG) é a sócia principal, com 80% da nova bolsa. A Nyse e a ATG anunciaram sua intenção de criar uma plataforma de negociação de ativos em bolsa no Brasil em novembro do ano passado. O objetivo era desenvolver uma central de liquidez para o mercado brasileiro, mas elas garantiram que não tinham a intenção de roubar participação da BM&F Bovespa, e sim agregar novas opções de investimentos ao mercado nacional, elevando sua liquidez. Na ocasião, elas destacaram que a nova plataforma de negociação teria como meta chegar ao final de 2014 com 10% a 15% de participação no mercado de capitais brasileiro.
A Nyse Euronext anunciou em maio a abertura da EnterNext, seu mercado para esse segmento PME. Em meio à crise na Europa, a EnterNext foi criada para ajudar a capitalizar e desenvolver as PMEs europeias com atuação local ou internacional. Questionado sobre o interesse em criar algo parecido no Brasil. Dedicada a empresas com capital inferior a 1 bilhão de euros, a EnterNext já nasce com mais de 750 pequenas e médias empresas. Elas estão listadas na Euronext, baseada em Amsterdã, e na Alternext, outra plataforma da Nyse que reúne emissoras de pequeno porte.
A proposta da EnterNext é criar um modelo de listagem adaptado às necessidades das PMES. Além de atrair investidores e criar opções de financiamento alternativas, a bolsa pretende prestar serviços específicos, como o desenvolvimento da estratégia de marketing dessas empresas. Na época do anúncio, o presidente da Nyse Euronext, Dominique Cerutti, afirmou que a criação da EnterNext seguia apelos do presidente da França, François Hollande, pela oferta de novas fontes de financiamento às PMEs.
Setor - O incentivo ao mercado de acesso vem sendo debatido com mais força no Brasil desde o ano passado. A BM&FBovespa detém o monopólio do setor de bolsas no Brasil e busca soluções para o setor juntamente com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e a CVM.
O presidente da Bovespa, Edemir Pinto, apresentou neste mês ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, proposta que prevê isenção fiscal sobre o imposto de renda incidente em ganhos de capital do investidor nesse segmento (hoje a alíquota para pessoa física é de 15%). A Bolsa tenta fazer deslanchar o Bovespa Mais, segmento de acesso criado há oito anos que tem apenas quatro empresas listadas: Nutriplant, Desenvix, Senior Solution e Nortec Química.
(com Estadão Contéudo)
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr
Aplicativos 'do bem' rendem prêmios às startups brasileiras
Um aplicativo para smartphones que permite traduzir libras, a linguagem brasileira de sinais. Uma rede na internet para valorizar a cidadania. Aulas virtuais gratuitas oferecidas pelas melhores universidades do mundo. São ideias que não apenas surgiram de empreendedores brasileiros, como já renderam reconhecimento e prêmios internacionais.
Essas iniciativas também mostram que os jovens empreendedores no Brasil estão dividindo seu foco entre a lucratividade de uma empresa e a necessidade de solucionar questões relevantes da vida das pessoas. “Aliar um negócio rentável à necessidade de solucionar um problema socialmente relevante é uma tendência que se fortalece em todo o mundo”, afirma Felipe Matos, diretor-executivo do Start-Up Brasil, programa de aceleração do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
Não é para menos. O Hand Talk, aplicativo idealizado por Ronaldo Tenório, Carlos Wanderlan e Thadeu Luz, levou o prêmio de melhor solução móvel em inclusão digital no World Summit Award (WSA), promovido pela ONU em fevereiro deste ano. Por meio dele, deficientes auditivos podem converter mensagens de texto e voz para libras, de forma simples e em tempo real.
Em maio, o destaque foi para duas startups de Recife, a 30Ideas e a Quick, que venceram o concurso AppMyCity. Apresentado num evento que reuniu em São Paulo prefeitos de Porto Alegre, Dallas (EUA), Roterdã (Holanda) e Santiago (Chile), o Colab é uma rede social criada com o objetivo de conectar pessoas interessadas não só em relatar problemas da vida urbana como também avaliar serviços públicos e propor soluções para as cidades.
No começo deste mês, foi a vez do Veduca faturar o TIE50 2013, premiação realizada anualmente no Vale do Silício durante uma conferência de empreendedorismo que reconhece os melhores projetos de inovação tecnológica no mundo. O site, resultado de um investimento de 150 mil reais de Carlos Augusto de Lima e Souza, Eduardo Zancul e André Tachian Mejlachowicz, reúne videoaulas gratuitas das mais conceituadas universidades, como Harvard e Stanford, e acaba de anunciar uma parceria com a USP.
Para Matos, é justamente o avanço da tecnologia que vai permitir o desenvolvimento de ideias mais úteis, baratas e de fácil acesso. “Qualquer garoto com uma webcam pode atingir milhões de espectadores com seu canal no YouTube. Também é comum ver empreendedores dessa geração com propostas para resolver o problema de fila nos restaurantes. É importante, contudo, direcionar esse poder da tecnologia para a solução dos problemas reais”, diz o diretor-executivo do Start-Up Brasil.
Fonte: veja.com
Posted by Executive Consultoria Jr
Como treinar sua equipe de vendas sem gastar nada
Muitas empresas oferecem treinamentos para venda atualmente. Algumas levam palestrantes e celebridades para motivarem os funcionários. O que pode parecer simples para as grandes empresas custa caro para as pequenas. Por isso, osempreendedores precisam, muitas vezes, criar métodos e treinamentos próprios para manter a equipe em sintonia.
Com alguma dedicação e tempo, é possível recuperar clientes perdidos, aumentar as vendas e melhorar a relação entre os vendedores. Claudio Diogo, sócio-diretor da consultoria Tekoare e especialista em vendas e consumo, diz que mesmo sem dinheiro é possível manter a equipe bem preparada. “O treinamento é baseado na relação que a equipe tem com os clientes”, diz Diogo.
Para Marcelo Ortega, especialista no assunto, é preciso aprender antes de ensinar e procurar métodos que agradem a todos. "O pequeno empresário precisa buscar treinamentos que possam ser aderentes e aplicáveis à empresa", afirma Ortega.
1. Comece por você
Antes de propor treinamentos e dinâmicas para a equipe, o próprio empreendedor deve buscar qualificação. “O líder tem que ser o primeiro a ser educado na sua própria equipe”, opina Marcelo Ortega, especialista em vendas. Procure conteúdo online, vídeos e textos que possam ajudar nesta tarefa.
2. Troque experiências
Em pequenas reuniões semanais, os vendedores podem ser motivados a compartilhar como foi a melhor venda do período. Os melhores preparam uma aula de até cinco minutos com o que consideram mais importante para ter sucesso nas vendas.
Diogo sugere reunir uma contribuição financeira de cada um para ver as aulas. “Com o dinheiro acumulado, você premia a melhor aula do mês, eleita pela própria equipe. Não custa nada, é útil e dá um resultado que muitos não conseguem imaginar”, explica.
Vale destacar que nem só os que vendem mais merecem destaque. “Existem vários indicadores que não só o volume de vendas. Destaque aqueles que melhoraram outros aspectos da venda, como o que tem vendido com menos desconto, o que tem feito mais visitas, ou atendido o cliente com mais satisfação”, diz Ortega.
3. Aprenda sobre os produtos
Uma forma simples de fazer com que os vendedores estejam atualizados sobre o portfólio da empresa é aproveitar os momentos mais calmos nas vendas para aprender sobre os produtos.
A sugestão é deixar uma caixa sobre o balcão com o nome de todos os produtos. O vendedor retira um papel e tem dois minutos para falar sobre os benefícios daquele item. “Isso faz com que todo mundo esteja preparado. Quem não consegue falar vai ter que começar a estudar os produtos”, diz Diogo. Nessa troca, outros vendedores podem dar contribuições para aprimorar a abordagem da equipe.
4. Incentive as boas práticas
Com reuniões de até 20 minutos, os empreendedores podem fazer uma série de perguntas para todos os vendedores, incentivando assim a troca de experiências e de boas práticas. Faça perguntas sobre como cada um conduz o processo de vendas, como fazem para conhecer bem os produtos, como abordam os clientes, como negociam, como é o fechamento e o pós-venda.
Com todas as respostas, a equipe fica mais alinhada para ter um atendimento padrão na empresa. “Faça as pessoas mostrarem as ferramentas de vendas que elas usam”, sugere Ortega.
5. Obtenha informação
Uma maneira barata de manter os vendedores em dia com o negócio é incentivá-los a trazer informações dos clientes. “Depois de uma venda bem feita, deve perguntar se o cliente gostou e quais foram os pontos positivos e negativos”, ensina Diogo. Com isso, a equipe de vendas consegue identificar fraquezas que podem ser melhoradas por todos.
Fonte: exame.com
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr
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