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Motorola lança projeto de celular com partes substituíveis


A expectativa da companhia é lançar o produto em fase alpha ainda neste ano, ao menos nos Estados Unidos. Interessados podem se inscrever no “Ara Scout.”

 

          
  O Project Ara, em parceria com Dave Hakkens, responsável pelo PhoneBloks, tem o objetivo de oferecer aparelhos personalizáveis

O project Ara em parceria com Dave Hakkens: responsável pelo PhoneBloks, projeto tem o objetivo de oferecer aparelhos personalizáveis.


Após o sucesso do conceito apresentado pelo PhoneBloks, que conta com quase 1 milhão de apoiadores, a Motorola resolveu lançar sua própria versão do projeto: um smartphone com componentes substituíveis.
A ideia da empresa é “fazer pelo hardware o que o Android fez pelo software: criar um ecossistema de desenvolvimento terceirizado, com menos barreiras, aumentando o ritmo da inovação e substancialmente comprimindo o tempo de desenvolvimento”, uma meta ambiciosa que reflete a integração da Motorola com o Google.
O chamado Project Ara, em parceria com Dave Hakkens, responsável pelo PhoneBloks, tem o objetivo de oferecer aparelhos personalizáveis. Ou seja, você poderá comprar peças, como um processador mais potente ou uma câmera melhor para adicionar ao seu dispositivo, em vez de ser obrigado a comprar outro.
A estrutura endo mantém todas as peças no lugar e permite a substituição dos componentes. “A endo é o quadro estrutural que mantém todos os módulos no lugar certo. Um módulo pode ser qualquer coisa: um novo processador, uma nova tela ou teclado, uma bateria extra, um oxímetro de pulso ou algo que você ainda não pensou!”, disse a empresa em seu blog oficial.
A Motorola vai entrar em contato com desenvolvedores e iniciar a criação dos módulos Ara. A expectativa da companhia é lançar o produto em fase alpha ainda neste ano, ao menos nos Estados Unidos. Interessados podem se inscrever no “Ara Scout”.
Além de facilitar a vida dos consumidores, especialmente reduzindo o custo do upgrade de smartphones, o projeto também contribui para o meio ambiente, já que reduz o descarte de celulares.
Fonte: EXAME


domingo, 3 de novembro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

Projeto: Sebrae e CNI capacitam empresários e gestores da Indústria

Capacitar mais de 53 mil empresários e gestores do setor industrial até o final de 2015 é a meta do projeto Associa Indústria, uma parceria entre Sebrae e Confederação Nacional da Indústria (CNI). O acordo foi assinado na última terça-feira (27) e prevê cursos em áreas como sistema tributário, legislação trabalhista, normas ambientais e tarifas de energia elétrica. De acordo com o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, a ideia é unir forças entre as instituições para impulsionar o associativismo, promover a inovação e estimular o empreendedorismo. “A Indústria é uma área estratégica para o desenvolvimento do país. Reforçar a capacitação em assuntos como esses, que afetam a competitividade do setor, é uma chance de evoluir ainda mais”, explica.
A a parceria também estimula a participação e o associativismo empresarial como caminho para superar desafios setoriais comuns. “A ideia é fornecer informações e apoio técnico para que esses empresários tenham condições de desenvolver melhor sua micro ou pequena empresa”, ressalta o presidente da CNI, Robson Braga. O acordo assinado permitirá também a ampliação em três vezes o número de vagas oferecidas pelo Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA). Ele é realizado pela CNI em parceria com federações e sindicatos industriais com objetivo de fortalecer e estreitar a aproximação das entidades com os empresários do comércio de bens, serviços e turismo. Em 2012 e 2013, capacitou mais de 17 mil pessoas. A quantidade de turmas também aumentará de 331 para 1.525 nos próximos dois anos.
Outra novidade do acordo é o curso Como prevenir problemas ambientais. Ele explicará aos empresários como funcionam as políticas de licenciamento ambiental e de resíduos sólidos. Os participantes receberão orientações para evitar multas e autuações e ainda serão incentivados a participar dos sindicatos para discutir dificuldades comuns e defender coletivamente propostas de solução junto aos órgãos ambientais. O investimento previsto para a execução do projeto será de até R$ 14 milhões, dos quais 65,91% serão aportados pelo Sebrae. A expectativa é de que os empresários e gestores interessados em participar dos cursos possam aderir ao projeto a partir de janeiro de 2014. Para isso, terão que procurar o sindicato empresarial do seu setor ou a federação das indústrias de seu estado.Capacitar mais de 53 mil empresários e gestores do setor industrial até o final de 2015 é a meta do projeto Associa Indústria, uma parceria entre Sebrae e Confederação Nacional da Indústria (CNI). O acordo foi assinado na última terça-feira (27) e prevê cursos em áreas como sistema tributário, legislação trabalhista, normas ambientais e tarifas de energia elétrica.
De acordo com o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, a ideia é unir forças entre as instituições para impulsionar o associativismo, promover a inovação e estimular o empreendedorismo. “A Indústria é uma área estratégica para o desenvolvimento do país. Reforçar a capacitação em assuntos como esses, que afetam a competitividade do setor, é uma chance de evoluir ainda mais”, explica. A a parceria também estimula a participação e o associativismo empresarial como caminho para superar desafios setoriais comuns. “A ideia é fornecer informações e apoio técnico para que esses empresários tenham condições de desenvolver melhor sua micro ou pequena empresa”, ressalta o presidente da CNI, Robson Braga.
O acordo assinado permitirá também a ampliação em três vezes o número de vagas oferecidas pelo Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA). Ele é realizado pela CNI em parceria com federações e sindicatos industriais com objetivo de fortalecer e estreitar a aproximação das entidades com os empresários do comércio de bens, serviços e turismo. Em 2012 e 2013, capacitou mais de 17 mil pessoas. A quantidade de turmas também aumentará de 331 para 1.525 nos próximos dois anos. Outra novidade do acordo é o curso Como prevenir problemas ambientais. Ele explicará aos empresários como funcionam as políticas de licenciamento ambiental e de resíduos sólidos. Os participantes receberão orientações para evitar multas e autuações e ainda serão incentivados a participar dos sindicatos para discutir dificuldades comuns e defender coletivamente propostas de solução junto aos órgãos ambientais.
O investimento previsto para a execução do projeto será de até R$ 14 milhões, dos quais 65,91% serão aportados pelo Sebrae. A expectativa é de que os empresários e gestores interessados em participar dos cursos possam aderir ao projeto a partir de janeiro de 2014. Para isso, terão que procurar o sindicato empresarial do seu setor ou a federação das indústrias de seu estado.
Fonte: administradores,com
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

Revista 'Economist' traz Bric afundando na lama e crítica ao Brasil

A capa da edição desta sexta-feira (26) da revista britânica "The Economist" traz uma avaliação negativa sobre a economia no bloco dos chamados Bric, composto por Brasil, Rússia, Índia e China. A revista tem uma ilustração que mostra os quatro países como atletas afundando na lama, com o título "A grande desaceleração". O Brasil é o mais afundado.
Em 2009, a mesma revista havia feito uma capa em que mostrava o Cristo Redentor como um foguete decolando, simbolizando a boa fase do país então. O título da capa era "Brasil decola".
Segundo a revista, após uma década de forte crescimento, durante a qual os países emergentes ajudaram a impulsionar a economia mundial e segurar os efeitos da crise econômica, os países dão os primeiros sinais de que a recuperação pode estar perdendo fôlego.
A "Economist" afirma que a China terá sorte se conseguir atingir a meta oficial de crescimento de 7,5% da economia neste ano. As metas da Índia (5%), do Brasil e da Rússia (2,5%) se reduziram à metade do que os países conseguiram alcançar no período de crescimento coletivo.O artigo menciona as manifestações populares que tomaram o Brasil. A revista afirma que o Brasil precisa recuperar seu "zelo reformista", caso contrário, vai desapontar a classe média emergente que, recentemente, foi às ruas.
O crescimento mais fraco da China, segundo a revista, ajuda a afundar as outras economias emergentes, bastante dependentes de exportações para o país asiático.
O crescimento econômico recente do Brasil foi ajudado pela forte alta no preço das commodities vendidas à China. Agora, a combinação de inflação com baixas taxas de crescimento do PIB faz com que a economia caminhe a passos muito mais lentos do que o esperado.
Fonte: Portal uol

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