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Precisamos de mais empreendedores e menos funcionários públicos
Numa pesquisa recente, ficou claro que o principal motivo que define o fato de que mais de 12 milhões de jovens todos os anos sonhem em se tornar um empregado do governo não é pela sua vocação, ideologia ou patriotismo, mas sim pela famigerada ESTABILIDADE. Ou seja, a garantia que jamais serão mandados embora.
Fonte: Administradores.com
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr
‘Apple não inova mais’, diz designer do Mac
Ao lançar livro sobre tempos em que trabalhou com Jobs, Hartmut Esslinger diz que empresa hoje só pensa no lucro
“A Apple de hoje parece a Sony dos anos 1980, na qual um fundador visionário foi substituído por líderes que não pensam além de refinar produtos e ter lucro crescente”, disse o alemão ao site americano “Quartz”.
Antes de trabalhar para a Apple, em um regime exclusivo pelo qual recebia US$ 1 milhão por ano (em valores da época), Esslinger tinha participado do projeto de mais de 100 produtos da Sony.
Em outubro, durante a Feira do Livro de Frankfurt, o designer lançará Keep It Simple, um livro sobre os tempos em que trabalhou com Jobs. “Ele [Jobs] era um homem que não ligava para argumentos racionais quando diziam que algo não deveria ser tentado”, disse Esslinger. “Ele dizia muitos ‘nãos’, mas também dizia ‘sim’ e insistia em tentar novas coisas”.
Atualmente, Esslinger deixou o mercado e dá aulas, especialmente na China, para estudantes que encaram o 3D como a próxima grande novidade, inspirados em video games.
De acordo com ele, é do país asiático que podem vir as próximas ideias interessantes. “A primeira geração de empreendedores deles só queria fazer dinheiro, mas agora você tem caras como Richard Yu, da Huawei, dizendo que quer bater a Apple e a Samsung”, explica.
Fonte: estadão
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr
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Ferramenta compara crescimento das empresas no Brasil
Entre 2007 e 2010, apenas 1,5% das empresas brasileiras criaram mais de 50% dos novos postos de trabalho no país. Esse é um dos exemplos do impacto das chamadas empresas de alto crescimento (EACs), que aumentam seu quadro de funcionários em pelo menos 20% ao ano, por um período de três anos e que possuem um mínimo de 10 funcionários no início da análise.
Além de contribuir diretamente com os empreendedores, a ferramenta faz parte da estratégia da Endeavor em promover um melhor ecossistema para o empreendedorismo no Brasil: “Governos e instituições de apoio têm mais um recurso que ilustra como as empresas de alto crescimento estão transformando o país”, diz Pamella Gonçalves, gerente de Pesquisa e Políticas Públicas da Endeavor.
Um das possíveis aplicações da ferramenta é observar o desenvolvimento das EACs e das startup’s de alto crescimento (SACs) – EACs com até cinco anos de idade – no setor da agricultura e pecuária: entre 2007 e 2010, elas aumentaram o número de funcionários em 213% e 280%, respectivamente. Uma empresa média desse setor, por outro lado, reduziu seu quadro de empregados em 11%.
Utilize a ferramenta e compare sua empresa às concorrentes do setor. Clique na imagem e confira outros cenários. As diferenças entre empresas de alto crescimento e o restante das empresas também são refletidas em indicadores de receita média. Tomando ainda o setor da agricultura como exemplo, o impacto das EACs é quase seis vezes maior: a receita operacional média é de quase R$ 2 milhões, enquanto a média do restante das empresas é pouco mais de R$ 300 mil.
A ferramenta
Além do setor da agricultura, há também informações de outros 19 setores, da indústria de transformação à saúde e educação, por exemplo. São consideradas informações sobre o número de funcionários, as receitas geradas, salários pagos, o valor adicionado, a produtividade, a idade e o número total de empresas no Brasil. Os dados utilizados são provenientes da pesquisa Estatísticas de Empreendedorismo, lançada pela Endeavor Brasil e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em novembro passado. A criação da ferramenta contou ainda com o apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
Fonte: Revista Exame
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr
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Caixa tenta salvar projeto de banco de investimento
A Caixa Econômica Federal vai negociar com seu controlador - o governo federal - para manter o projeto de criação de um banco de investimento vinculado à instituição estatal. A orientação do ministro da Fazenda, Guido Mantega, de interromper os empréstimos para grandes companhias não incluiu a suspensão dessa unidade de investimento. O Estado apurou que a ideia do projeto ainda continua de pé dentro do banco estatal.
A expectativa era que essa permissão fosse dada ainda neste ano, mas a Caixa já foi avisada que a análise do processo vai demorar e pode ser que a resposta só venha em 2014. Depois de concedida, a autorização tem validade.
No caso, a Caixa teria até 90 dias para implementar o novo banco. Se não cumprir essa regra, seria necessário recomeçar do zero caso quisessem retomar o plano. Ou seja, não é permitido ao banco deixar a autorização em "banho-maria".
O segundo argumento é o foco do novo banco. Embora haja a orientação de ter como clientes prioritários famílias e pequenas empresas, a Caixa também é o banco responsável por financiar os programas carros-chefe do governo.
Renda fixa. O Caixa BI poderia trabalhar com enfoque em companhias do setor de infraestrutura, canalizando recursos do mercado de capitais para o financiamento de obras, principalmente por meio de operações de renda fixa. Dos R$ 12 bilhões de demanda por crédito que a Caixa analisa de grandes corporações, cerca de R$ 10 bilhões são para financiamentos de projetos de infraestrutura, área que não foi mencionada por Mantega.
Assim como não foi tratada com o controlador, a criação de uma unidade de investimento também não passou pelo conselho de administração da Caixa. O novo banco, que nasceria com patrimônio líquido de R$ 500 milhões e R$ 360 bilhões em ativos de terceiros, uniria a área de gestão de recursos de terceiros e o braço de mercado de capitais da instituição.
O governo também decidiu que não vai mais capitalizar a Caixa neste e no próximo ano. No entanto, a maioria da equipe dos 300 colaboradores do novo banco estaria treinada para atuar, informou uma fonte próximo às negociações para a criação do Caixa BI.
O projeto para criar um banco de investimento na Caixa remonta a meados de 2008. Ele foi colocado de escanteio por conta da crise financeira internacional e retomado no ano passado.
O Banco do Brasil já tem sua unidade de investimento. Outros bancos privados também marcam território com o Itaú BBA, Bradesco BBI, BTG Pactual e Credit Suisse.
Fonte: O Estado de São Paulo
Posted by Executive Consultoria Jr
Economia mundial se recupera, mas crise ainda não terminou, conclui G20
O G20 informou nesta sexta-feira (6) que a economia mundial está melhorando, mas que ainda é muito cedo para declarar o fim da crise em um momento em que os mercados emergentes enfrentam crescente volatilidade.
Líderes do G20 --que reúne as principais economias do mundo, representa 90% da economia mundial e dois terços de sua população-- reconheceram os problemas enfrentados por emergentes, mas disseram que cabe a eles colocar as próprias casas em ordem.
A perspectiva de que o Federal Reserve poderá diminuir sua política monetária expansionista já neste mês trouxe fortes turbulências para algumas economias emergentes.
Os integrantes do G20 tiveram dificuldades para encontrar um terreno comum sobre os efeitos desencadeados pela perspectiva de os Estados Unidos reduzirem a sua impressão mensal de dinheiro.
FIM DO ENCONTRO
Comunicado emitido no fim da cúpula de dois dias em São Petersburgo, na Rússia, trouxe comentários sobre a economia mundial praticamente em linha com os que foram divulgados após encontro de ministros das Finanças e presidentes de bancos centrais em julho, em Moscou, exigindo que as mudanças na política monetária devem ser "cuidadosamente calibradas e claramente comunicadas".
Após a divulgação do comunicado, os mercados financeiros se fixaram no relatório mensal de empregos nos EUA, que veio mais fraco do que o esperado, o que complica a decisão do Fed sobre a possibilidade de reduzir seu estímulo monetário neste mês.
As exigências lideradas pela Alemanha de metas obrigatórias para ampliar os objetivos de redução de dívida definidas em cúpula sediada pelo Canadá em 2010 ficaram para trás, uma vez que o foco mudou firmemente para a promoção do crescimento.
O comunicado da reunião destacou que as estratégias fiscais de médio prazo deverão ser implementadas de forma flexível para levar em conta as condições econômicas de curto prazo, de modo a apoiar o crescimento econômico e a criação de emprego, ao mesmo tempo colocando a dívida como proporção do PIB em um caminho sustentável.
Fonte: Folha online
Posted by Executive Consultoria Jr
O que sua empresa pode conquistar com ajuda da neurociência
Aumento da produtividade
Dentro da neurociência, há um segmento chamado "cronobiologia", que consegue indentificar em quais horários do dia o organismo humano produz mais substâncias químicas para a atividade física e mental. Se o gestor souber explorar tais períodos, pode conseguir um aumento significativo de produtividade.
"A esmagadora maioria das pessoas é mais produtiva entre as 6h e as 10h e entre 16h e 20h. No restante do tempo, o corpo precisa se esforçar mais, então o volume e qualidade do trabalho são menores", explica a neuropsicóloga e fundadora da Tai Consultoria, Inês Cozzo.
Ainda segundo ela, logo depois das refeições (chamado período pós-prandial), o organismo se concentra em fazer a digestão e, por isso, neste período, as pessoas ficam com o raciocínio mais lento.
"É também quando acontece o maior número de acidentes de trabalho. Funcionários de uma empresa que conseguem tirar um cochilo logo após o almoço, voltam às suas funções com energia e concentração redobradas". Está explicado o porquê de as "salinhas do cochilo" serem tendência entre companhias inovadoras.
Evitar conflitos desnecessários
Uma pessoa tem um ciclo máximo de concentração de 15 minutos, mesmo quando está muito interessada no assunto tratado. Depois deste tempo, inevitavelmente a atenção é desviada por frações de segundo. "Acontece o tempo todo, mas você nem nota. O sol batendo no relógio de alguém que passa pela sala de reuniões pode desviar a sua atenção, mas você nem se dá conta disso", exemplifica Inês. Segundo ela, o sistema nervoso humano recebe 400 bilhões de bits (unidades de informação) por segundo, mas só libera 2 mil para o cérebro.
Fonte: administradores.com
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr
Ações da Microsoft têm maior queda em 13 anos com fracasso do Windows
As ações da gigante da tecnologia Microsoft caíram mais de 12% na sexta-feira (19), maior queda em 13 anos, um dia depois da empresa de software anunciar resultados trimestrais decepcionantes devido à demanda fraca pela última versão do sistema operacional Windows e vendas do tablet Surface abaixo do esperado.
As perdas de sexta-feira representam cerca de US$ 36 bilhões de queda no valor de mercado da companhia em um só dia, maior do que o tamanho da rival Yahoo.
As corretoras Raymond James e Cowen & Co reduziram suas recomendações para os papéis da Microsoft para "market perform" (performance em média com o mercado) e pelo menos outras cinco cortaram os preços-alvos em até US$ 3.
A Microsoft teve lucro trimestral abaixo do esperado, prejudicado por uma baixa contábil de US$ 900 milhões relacionada ao valor de tablets Surface não vendidos, que tiveram preços de venda reduzidos para atrair compradores.
No início desta semana, a Microsoft disse que estava cortando drasticamente os preços do Surface para atrair consumidores, reduzindo o valor dos aparelhos no seu inventário.
A Microsoft lançou o Surface no ano passado em desafio ao iPad, da Apple, mas as vendas não têm cumprido expectativas.
"Os potenciais motores de crescimento da Microsoft (Windows 8, Surface) parecem estar perdendo força, enquanto entramos no ano fiscal de 2014", disse David Hilal, da FBR Capital Markets, em relatório. Ele afirmou que a receita do Windows no trimestre passado ficou 9 por cento abaixo de suas expectativas.
Fonte:uol economia
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr
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Mortalidade infantil empresarial: como enfrentá-la?
De acordo com Mitra, dois problemas se destacam. Primeiro, “sequestro” do capitalismo por especuladores. Segundo, o fato de o sistema produzir muita riqueza no topo da pirâmide, gerando uma distribuição desigual no restante da sociedade. Ambos problemas resultaram, segundo Mitra, em uma ordem mundial instável e volátil, que faz os mercados se chocarem periodicamente, levando “à carnificina financeira e ao sofrimento humano em larga escala”.
Para solucionar essa situação, a autora explica que é necessário utilizar o príncipio fundamental do capitalismo - a criação do valor de que as pessoas estão dispostas a pagar - e aplicar no meio da pirâmide em uma escala global. Em outras palavras, ela ressalta que a sociedade precisa de empreendedores dispostos a criar produtos e oferecer serviços direcionados à demanda de consumidores específicos. Mitra ressalta a necessidade de se ensinar como criar um negócio que pode se tornar sustentável e lucrativo e criar empregos.
"Muitos falam sobre o papel que os pequenos negócios desempenham nas economias em desenvolvimento e na criação de empregos. Entretanto, apenas nos Estados Unidos, 600.000 negócios morrem todos os anos. Essa mortalidade precoce é produto da ignorância sobre como construir e sustentar negócios", explica.
Sramana Mitra afirma que um dos motivos por trás dessa mortalidade é que as pessoas alimentaram o mito de que empreendedorismo significa capital de risco. A mídia, escolas de negócios, incubadoras - toda parte do ecossistema que deveria ensinar as boas práticas nos negócios - reforçam essa falácia.
A realidade é que aproximadamente 99% dos empresários que procuram financiamento é rejeitado.
Existem duas razões primárias por trás desse fenômeno. O primeiro é que a maior parte das empresas iniciantes que estão procurando um capital de risco são muito pequenas e possuem um crescimento muito lento para se encaixar nesse modelo de risco. O segundo é que os empreendedores procuram o capital de risco muito rápido, sem fazer a tarefa de casa adequada.
Em seu artigo, a empreendedora faz questão de ressaltar que há um método para o que ela chama de “a loucura do empreendedorismo”. Segundo ela, enquanto os “traços de personalidade” (coragem, resiliência e persistência) não podem ser ensinados, o método de construir um negócio pode. Aliás, deveria ser ensinado não apenas em instituições de elite, mas em todos os níveis da sociedade, em massa.
"Se nós podemos democratizar a educação e a incubação de empreendedores em escala global, eu acredito que não apenas diminuiria essa mortalidade, como criaria um sistema econômico mais estável", afirma Mitra. Isso porque o meio da pirâmide - um grande número de pequenos e médios empresários - estaria fora do alcance dos especuladores.
Todo começo das startups está focado no capital de fundação do negócio. Como resultado, menos de 1% dos empreendedores do mundo tem acesso a apoio inicial. A tese da autora é de que os outros 99% dos empreendedores confiam no Capitalismo 2.0: um sistema de distribuição democrática do capitalismo. Focado em criar valor, gerar riqueza, criar empregos, mas não tão focados em especular. Para ela, o capitalismo mercantil chegou ao seu limite. Democrático, o capitalismo distribuído vai permitir que o pêndulo gire e dê poder aos criadores de valores.
A boa notícia é que na era da conexão banda-larga, você pode acessar a internet para aprender a construir negócios. "Vamos dizer que ensinemos negócios a milhares de empreendedores nas próximas décadas. Nós ensinaremos a eles fundamentos como empreendedorismo = consumidores + receitas. Financiamento é opcional", escreveu Mitra.
Da África para a Indonésia, da Colômbia para o Maine (estado norte-americano), gerações de empreendedores se proliferam. Eles possuem a oportunidade de acessar uma certa metodologia e conhecimento. O que você acha que vai acontecer?
“A mortalidade precoce das empresas vai cair. Um grande número de empreendedores vai aprender como fazer o negócio crescer. Um empresário que teria feito U$ 1 milhão em um ano, com o suporte necessário, talvez fizesse U$5 milhões”, afirma a empreendedora.
Fonte: Administradores.com
Posted by Executive Consultoria Jr
Site compara o crescimento da empresa com o avanço da concorrência
A Endeavor, Ong que atua no fomento ao empreendedorismo pelo mundo, desenvolveu uma ferramenta online de visualização de dados que apresenta indicadores de desempenho para 20 setores da economia. A finalidade principal é auxiliar empreendedores a analisar o resultado de suas empresas.
:O Estatísticas de Empreendedorismo permite aos empresários saber se estão crescendo ou não no ritmo desejado e entender como suas empresas estão posicionadas em relação aos concorrentes. O site pode ser utilizado por qualquer pessoa, gratuitamente.
A ferramenta considera informações sobre o número de funcionários, as receitas geradas, salários pagos, o valor adicionado, a produtividade, a idade e o número total de empresas no Brasil. Os dados que alimentam o sistema são provenientes da pesquisa também chamada Estatísticas de Empreendedorismo, realizada pela Endeavor e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A criação da ferramenta contou com o apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
Segundo Pamella Gonçalves, gerente de pesquisa e políticas públicas da Endeavor, o site, que está no ar desde março, ajudará além dos empreendedores. “Governos e instituições de apoio têm mais um recurso que ilustra como as empresas de alto crescimento estão transformando o País”, diz.
Fonte: pme.estadão
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Nova bolsa de valores pode focar em PMEs
Mesmo com a bolsa de valores brasileira derretendo, a Americas Trading System Brasil(ATS Brasil) entrou na semana passada com pedido de licença na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para operar como bolsa de valores no país. Enquanto aguarda o sinal verde do órgão regulador, a empresa já mostra seu diferencial: pode representar uma alternativa, via mercado de ações, para as pequenas e médias empresas (PMEs) se financiarem.
O presidente da ATS, Alan Gandelman, afirmou à Agência Estado que apoia as iniciativas para impulsionar a entrada das PMEs no mercado acionário, por considerar que o Brasil tem um número de empresas listadas muito aquém do potencial de sua economia - até maio eram 456 na BM&F Bovespa. No entanto, frisou que a prioridade inicial é montar a nova bolsa.
A brasileira Americas Trading Group (ATG) é a sócia principal, com 80% da nova bolsa. A Nyse e a ATG anunciaram sua intenção de criar uma plataforma de negociação de ativos em bolsa no Brasil em novembro do ano passado. O objetivo era desenvolver uma central de liquidez para o mercado brasileiro, mas elas garantiram que não tinham a intenção de roubar participação da BM&F Bovespa, e sim agregar novas opções de investimentos ao mercado nacional, elevando sua liquidez. Na ocasião, elas destacaram que a nova plataforma de negociação teria como meta chegar ao final de 2014 com 10% a 15% de participação no mercado de capitais brasileiro.
A Nyse Euronext anunciou em maio a abertura da EnterNext, seu mercado para esse segmento PME. Em meio à crise na Europa, a EnterNext foi criada para ajudar a capitalizar e desenvolver as PMEs europeias com atuação local ou internacional. Questionado sobre o interesse em criar algo parecido no Brasil. Dedicada a empresas com capital inferior a 1 bilhão de euros, a EnterNext já nasce com mais de 750 pequenas e médias empresas. Elas estão listadas na Euronext, baseada em Amsterdã, e na Alternext, outra plataforma da Nyse que reúne emissoras de pequeno porte.
A proposta da EnterNext é criar um modelo de listagem adaptado às necessidades das PMES. Além de atrair investidores e criar opções de financiamento alternativas, a bolsa pretende prestar serviços específicos, como o desenvolvimento da estratégia de marketing dessas empresas. Na época do anúncio, o presidente da Nyse Euronext, Dominique Cerutti, afirmou que a criação da EnterNext seguia apelos do presidente da França, François Hollande, pela oferta de novas fontes de financiamento às PMEs.
Setor - O incentivo ao mercado de acesso vem sendo debatido com mais força no Brasil desde o ano passado. A BM&FBovespa detém o monopólio do setor de bolsas no Brasil e busca soluções para o setor juntamente com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e a CVM.
O presidente da Bovespa, Edemir Pinto, apresentou neste mês ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, proposta que prevê isenção fiscal sobre o imposto de renda incidente em ganhos de capital do investidor nesse segmento (hoje a alíquota para pessoa física é de 15%). A Bolsa tenta fazer deslanchar o Bovespa Mais, segmento de acesso criado há oito anos que tem apenas quatro empresas listadas: Nutriplant, Desenvix, Senior Solution e Nortec Química.
(com Estadão Contéudo)
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Aplicativos 'do bem' rendem prêmios às startups brasileiras
Um aplicativo para smartphones que permite traduzir libras, a linguagem brasileira de sinais. Uma rede na internet para valorizar a cidadania. Aulas virtuais gratuitas oferecidas pelas melhores universidades do mundo. São ideias que não apenas surgiram de empreendedores brasileiros, como já renderam reconhecimento e prêmios internacionais.
Essas iniciativas também mostram que os jovens empreendedores no Brasil estão dividindo seu foco entre a lucratividade de uma empresa e a necessidade de solucionar questões relevantes da vida das pessoas. “Aliar um negócio rentável à necessidade de solucionar um problema socialmente relevante é uma tendência que se fortalece em todo o mundo”, afirma Felipe Matos, diretor-executivo do Start-Up Brasil, programa de aceleração do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
Não é para menos. O Hand Talk, aplicativo idealizado por Ronaldo Tenório, Carlos Wanderlan e Thadeu Luz, levou o prêmio de melhor solução móvel em inclusão digital no World Summit Award (WSA), promovido pela ONU em fevereiro deste ano. Por meio dele, deficientes auditivos podem converter mensagens de texto e voz para libras, de forma simples e em tempo real.
Em maio, o destaque foi para duas startups de Recife, a 30Ideas e a Quick, que venceram o concurso AppMyCity. Apresentado num evento que reuniu em São Paulo prefeitos de Porto Alegre, Dallas (EUA), Roterdã (Holanda) e Santiago (Chile), o Colab é uma rede social criada com o objetivo de conectar pessoas interessadas não só em relatar problemas da vida urbana como também avaliar serviços públicos e propor soluções para as cidades.
No começo deste mês, foi a vez do Veduca faturar o TIE50 2013, premiação realizada anualmente no Vale do Silício durante uma conferência de empreendedorismo que reconhece os melhores projetos de inovação tecnológica no mundo. O site, resultado de um investimento de 150 mil reais de Carlos Augusto de Lima e Souza, Eduardo Zancul e André Tachian Mejlachowicz, reúne videoaulas gratuitas das mais conceituadas universidades, como Harvard e Stanford, e acaba de anunciar uma parceria com a USP.
Para Matos, é justamente o avanço da tecnologia que vai permitir o desenvolvimento de ideias mais úteis, baratas e de fácil acesso. “Qualquer garoto com uma webcam pode atingir milhões de espectadores com seu canal no YouTube. Também é comum ver empreendedores dessa geração com propostas para resolver o problema de fila nos restaurantes. É importante, contudo, direcionar esse poder da tecnologia para a solução dos problemas reais”, diz o diretor-executivo do Start-Up Brasil.
Fonte: veja.com
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Incubadora em Boston vai auxiliar empreendedores brasileiros
A organização afiliada a Harvard LASPAU e o Centro de Liderança Pública (CLP) anunciaram a criação da Brazil IdeaLab, uma incubadora em Boston que vai ajudar empreendedores brasileiros que vivem nos Estados Unidos.
As startups incubadas participam de palestras, mentorias e debates com outros empreendedores. A incubadora, em Boston, Massachusetts, pretende aproveitar os recursos das renomadas universidades da região, como o MIT e Harvard.
A intenção é melhorar o ambiente empreendedor brasileiro, aproveitando o conhecimento adquirido no exterior. “Os esforços de criação de empregos do Brasil vão depender muito das iniciativas criativas e mentalidades empreendedoras da nova geração de profissionais. O Brazil IdeaLab lhes permitirá buscar maneiras de aplicar seus conhecimentos recém-adquiridos e as habilidades para resolver os desafios atuais no Brasil por meio de soluções inovadoras”, disse Luiz Felipe D´avila, diretor presidente do CLP, em nota à imprensa.
Fonte: Revista Exame
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lições de empreendedorismo tiradas da história do Superman
A trajetória de sucesso do super-herói não apenas entretém, mas também traz lições de empreendedorismo, segundo consultores de negócios e empresários.
Veja abaixo as sete lições de empreendedorismo que podem ser extraídas da história do Superman:
1 - Ter responsabilidade social
Pierre Mantovani, sócio do site de entretenimento Omelete, diz que o Superman é admirado por sua preocupação em ajudar as pessoas. Ele diz que os empreendedores devem ter esse objetivo para fazer sucesso.
"O dono de um negócio deve estar focado em melhorar a vida das pessoas. Ele tem de trabalhar com ética e respeito pela comunidade em que está inserido, pelos clientes e funcionários", declara.
2 - Ser determinado
Carlos Alberto Sauandag, diretor da CAS Stands, empresa fabricante de estandes para feiras e eventos, diz que a vida do empreendedor se assemelha ao do Superman quando ele enfrenta perigos e batalha.
"Mesmo frente às dificuldades, o empreendedor não desiste, arrisca tudo para vencer o inimigo porque ele acredita no seu ideal. O empreendedor tem uma obstinação incrível. Ele não cede! Alguém se lembra do Clark Kent desistindo ou ignorando um pedido de ajuda? Tenho certeza de que não!"
3 - Ter percepção aguçada
Sauandag diz, também, que quem possui negócio próprio é capaz de desenvolver poderes parecidos com os do super-herói.
"O empreendedor aprende a desenvolver uma percepção aguçada, olhos e ouvidos ficam atentos a tudo. Ele passa a prestar atenção a todos os detalhes, o que é fundamental para identificar novas oportunidades, ou a hora de bater em retirada e recomeçar."
4 - Equilibrar vida pessoal e profissional
Wagner Oliveira, diretor geral da Woli Consultoria e Treinamento, diz que equilibrar a vida pessoal com a profissional é um desafio para os empreendedores, assim como é para o Superman.
"Muitas vezes, a vida pessoal do super-herói sofre prejuízos por causa de seu compromisso com a vida profissional. O mesmo acontece com quem tem negócio próprio. O empreendedor tem de tentar conciliar e aprender a conviver com as angústias que, às vezes, isso gera", declara.
5 - Conhecer outros universos
Elaine Rodrigues, da consultoria empresarial Gabinete Jurídico, diz que, da mesma maneira que o Superman pode voar pelo universo e conhecer outras galáxias, o empreendedor não deve focar apenas no segmento econômico em que sua empresa atua.
"O empresário não pode se confinar na sua especialização. Uma visão generalista dos segmentos econômicos pode ampliar o raio de visão e de prognóstico, o que auxiliará, sem sombra de dúvida, no planejamento do negócio."
6 - Ter compradores
José Augusto Wanderley, autor do livro "Negociação Total – Encontrando Soluções, Vencendo Resistências e Obtendo Resultados", diz que o sucesso do Superman não se deve aos seus superpoderes ou ao fato de ele ser um defensor da Justiça.
"Ele faz sucesso porque as pessoas gostam e consomem suas histórias. Para que isso continuasse acontecendo, o Superman sofreu várias alterações e passou por várias fases. Isto vale para um empreendedor. Uma empresa só terá sucesso se tiver compradores para seus produtos ou serviços", afirma.
7 - Conhecer seu ponto fraco
Assim como o Superman tem a kryptonita –material proveniente de seu planeta natal– como seu ponto fraco, as empresas também possuem os seus.
"Um empreendedor deve estar atento a todos os elos da corrente da sua empresa, ou seja, é importante ter uma visão sistêmica. Ele deve considerar qualquer situação tendo em vista o elo mais fraco", declara Wanderley.
Fonte: Uol.com
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr
Como aplicar os valores da sua empresa no dia-a-dia

Como aplicar os valores da sua empresa no dia-a-dia
Como comentei no artigo sobre as características que os sócios da sua startup precisam ter em comum, definir os valores da empresa é uma das tarefas mais importantes no início da sua empresa.
Colocar valores legais no papel é algo bastante simples, mas realmente vivê-los na prática é bem mais difícil. É o que se diz: para poder cobrar, você tem que dar o exemplo.
Além disso, sempre que uma decisão sai do campo do “óbvio”, recorrer aos valores é sempre uma grande ajuda pra conflitos ou problemas mais complicados.
Por exemplo, uma vez estávamos discutindo sobre uma prática muito comum no mundo das empresas nascentes, a compra de anúncios para uma página de demonstração, sem que houvesse produto construído.
A vantagem dessa prática é que torna possível fazer um teste de demanda sem a necessidade de investir tempo no seu desenvolvimento. Se ninguém quiser nem clicar em um “Saiba mais”, dificilmente irão comprar o produto. Ou seja, evitaríamos a dor de cabeça de criar algo que ninguém queria.
Por outro lado, essa é uma prática que pode frustrar o cliente, já que ao clicar em “Saiba mais”, ele veria uma página vazia.
Depois de certo tempo de discussão, um argumento mudou tudo: “Um dos nossos valores é: criar utilidade para nossos clientes. Não podemos entregar algo que não funciona!”.
Com isso em mente, fizemos algo inusitado: apontamos os anúncios para concorrentes. Com isso, medimos o interesse dos clientes ao mesmo tempo em que eles teriam o que estava sendo prometido no anúncio. Ajudar o concorrente era um problema menor do que ferir um dos valores. E você, já precisou recorrer aos valores da sua empresa para tomar decisões? Compartilhe sua história conosco.
Fonte: revista exame
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr
Modernizar o estado brasileiro, um desafio inspirador
Daniel Vargas foi ministro aos 30 anos e mantém aceso o desejo de inovar dentro da administração pública. Se você também quer usar o conhecimento para transformar o Brasil, inscreva-se no Prêmio Jovens Inspiradores
Daniel Vargas
Aos 30 anos de idade, Daniel Vargas, mestre e doutor em direito pela Universidade Harvard, foi nomeado ministro de estado. Da experiência incomum para alguém tão jovem, tirou uma lição que serve de motivação a todos que, como ele, sonham alto. "Se eu cheguei aonde cheguei, não é porque tudo o que eu fiz deu certo. É porque eu consegui errar antes, aprender com meus erros e seguir adiante", diz Daniel, hoje com 34 anos, no vídeo exibido abaixo. Outra declaração do jurista pode inspirar todos os brasileiros que aspiram ver mais eficiência na administração pública em todos os níveis e Poderes. "Eu trabalho pela inovação pública, no estado e na sociedade civil." A experiência como ministro, já encerrada, ajudou nessa tarefa: levou Daniel a visitar todos os estados brasileiros e a conhecer o que é preciso para modernizar a máquina pública. "Minha causa é dedicar minha força de trabalho a ajudar o Brasil a se desenvolver", diz.
Jovens que, como Daniel, querem usar o conhecimento em qualquer área para transformar o Brasil podem buscar apoio no Prêmio Jovens Inspiradores 2013. Ao longo de oito meses, o concurso vai selecionar estudantes ou recém-formados com espírito de liderança e compromisso permanente com a busca da excelência. A triagem será feita pela análise de depoimento em vídeo e ficha de inscrição. Os vencedores ganharão bolsas de estudo no exterior, um ano de orientação profissional com nomes de destaque do meio empresarial e político (mentoring), um troféu e ingresso na Comunidade Fundação Estudar.
Por trás do prémio está a visão de que, para se tornar um país mais justo, desenvolvido e bem administrado, o Brasil precisa formar líderes capazes de desatar os nós que ainda tolhem os setores público e privado. O PJI é promovido por uma parceria entre VEJA.com e Fundação Estudar.
Fonte: revista veja
Posted by Executive Consultoria Jr
Grupo espanhol compra cachaçaria brasileira
Foi amor à primeira vista: quando provaram, durante uma viagem de férias ao Espírito Santo, a mistura de mel, cachaça e limão, conhecida como "Xiboquinha", os amigos Luis Henrique Munhoz e Renato Almeida Prado souberam que sua união com a bebida seria de longa data. Dezessete anos depois, a Xiboquinha deu origem à Natique, empresa que administra a cachaça Santo Grau e a Vodka Liquid.
Ainda com um faturamento modesto, de R$ 10 milhões, a Natique chamou a atenção do grupo espanhol Osborne, que acabou de comprar uma fatia do negócio, com a intenção de internacionalizar as marcas da empresa brasileira.
Depois de seis meses de negociações, a Natique e a bicentenária Osborne chegaram a um acordo pelo qual a espanhola comprou 50,1% da empresa brasileira. O valor do negócio não foi revelado. Não é a primeira vez que a companhia se envolve com o mercado nacional: o Grupo Osborne tem uma aliança com a gaúcha Miolo Wine Group desde 2006 e distribui alguns de seus produtos no País.
Com a compra de parte da Natique, os estrangeiros pretendem adquirir uma posição competitiva no mercado brasileiro. Antes de assinarem o acordo, Munhoz relata que ouviu de Ignacio Osborne, o presidente do grupo espanhol: "com qualquer outro drinque os brasileiros podem ser muito bons, mas com cachaça podem ser os melhores do mundo".
O investimento feito pelos espanhóis ocorre de forma paralela ao refinanciamento da dívida corporativa do grupo, estimada em 90 milhões. A companhia fechou 2012 com vendas líquidas de 222 milhões. Em relação ao ano anterior, o faturamento cresceu 7%. A unidade de bebidas, que também tem restaurantes e uma grife de produtos com a marca "Toro de Osborne", representa 78% das vendas.
Nacional. Além do produto "importado" das férias capixabas, a Natique administra, desde 1998, as Cachaças Santo Grau, que apostam no mercado premium e, desde 2005, a Vodka Liquid, direcionada ao público jovem. Juntas, as duas bebidas respondem por 70% do faturamento da empresa
Apesar da expansão expressiva dos negócios, a Natique preza pela produção artesanal - a Santo Grau, por exemplo, é produzida em diferentes engenhos, entre os quais o de Coronel Xavier Chaves, em Minas Gerais, com mais de 250 anos de história.
O fato de não estarem focados exclusivamente na produção industrial de bebidas foi um dos fatores que contribuiu para a identificação entre as duas empresas. "O que atraiu os espanhóis foi a juventude e o empreendedorismo e não uma visão exclusiva da produção", afirma Luis Henrique Munhoz.
De acordo com consultor e especialista em cachaça, Jairo Martins da Silva, as oportunidades do negócio também estão relacionadas à visibilidade que o produto vai ganhar com os eventos esportivos que terão sede no país como a Copa do Mundo e as Olimpíadas. "As grandes empresas estão fazendo aquisições de olho no cenário mundial. Hoje, apenas 1% da produção brasileira, que é de cerca de 1,2 bilhões de litros, é vendida para o exterior."
Com a nova sociedade, o projeto da Natique para os próximos cinco anos tornou-se ainda mais ambicioso: a empresa quer estar entre as cinco maiores marcas de cachaça atuantes no Brasil. Hoje, as líderes são Muller, Tatuzinho, Pitu, Caninha da Roca e Ypioca.
Fonte: estadão.com
Posted by Executive Consultoria Jr
Estudo traça perfil do “executivo perfeito” procurado por empresas da América Latina
A Michael Page, empresa especializada em recrutamento executivo associada ao PageGroup, realizou uma pesquisa traçando um perfil das demandas mais frequentes do mercado de trabalho de executivos na América Latina. O estudo considerou 1.580 ofertas de emprego trabalhadas pela empresa no Brasil, México, Colômbia, Argentina e Chile no primeiro semestre de 2013.
“O material é um retrato fiel do que os países que estão contratando buscam nesse momento. Estamos falando de um universo amplo. São demandas de praticamente todos os setores da economia que já iniciam um processo de retomada nas contratações no segundo semestre e em 2014”, afirma Sergio Sabino, diretor de marketing e planejamento comercial do PageGroup para a América Latina.
Formação
Os engenheiros são os profissionais mais procurados no Brasil, Argentina, Chile e Colômbia. Vale ressaltar que nesse universo incluem-se profissionais do setor de construção e industrial, com destaque para o setor de Oil&Gas.
Na área de tecnologia, a Colômbia encabeça a lista de demanda com 13%, seguidos do Brasil com 8%, Chile 7%, Argentina 5% e México 4%. Enquanto que a administração de empresas, é grande o foco em todos os países pesquisados, sendo exigência em 28% das vagas publicadas na Colômbia e na Argentina, 27% no México e 25% no Brasil.
Formação | Tecnologia | Engenharia | Administração |
| Brasil | 8% | 37% | 25% |
| México | 4% | 10% | 27% |
| Chile | 7% | 18% | 17% |
| Colômbia | 13% | 28% | 28% |
| Argentina | 5% | 34% | 28% |
A exigência de formação está de acordo com o que foi levantado no mesmo estudo realizado em 2012, com forte procura de engenheiros, principalmente no Brasil, explica Sergio Sabino, diretor de marketing do PageGroup.
Idiomas
O inglês é exigido em mais de 50% das vagas abertas no site da Michael Page no Brasil. Nos outros países pesquisados, a exigência em relação ao conhecimento de um segundo idioma é igualmente grande e maior em alguns casos.
Inglês | |
| Argentina | 66% |
| Colômbia | 63% |
| Brasil | 51% |
| México | 47% |
| Chile | 47% |
No Brasil, 6% das oportunidades publicadas exigem domínio do espanhol. Nos países de lígua espanhola, por sua vez, não é necessário que os profissionais tenham domínio do português (em nenhum país a exigência ultrapassou 1%).
Pós-graduação ou MBA?
Ao contrário do que foi percebido no mesmo estudo realizado no segundo semestre de 2012, o MBA tem sido mais exigido em vagas de gestão do que a pós-graduação específica em uma área de formação.
No Brasil, 10% das vagas publicadas exigem a formação, enquanto que no México o número ultrapassa os 15%.
O Brasil, dos países pesquisados, é o que mais exige que os profissionais estejam além da graduação, com 7% exigindo formalmente a pós-graduação nas vagas publicadas.
Habilidades comportamentais
O estudo da Michael Page também procurou avaliar as habilidades de comportamento mais valorizadas pelas empresas na hora de contratar os seus profissionais.
No Brasil, gestão de pessoas e relacionamento interpessoal são as habilidades mais visadas nas oportunidades publicadas (os itens aparecem em 43% e 31% das vagas disponíveis, respectivamente).
Capacidade de execução é a habilidade comportamental mais visada na Colômbia (89% das oportunidades exigem isso dos profissionais).
Liderança e foco em resultados são destaque na Argentina (28%).
No México, foco em resultados (20%) e liderança (17%) são as habilidades mais visadas.
No Chile, gestão de pessoas é o item mais procurado como habilidade comportamental nas oportunidades disponíveis (30%).
| Habilidades | Gestão | Liderança | Foco em Resultados | Capacidade de Execução | Relacionamento Interpessoal | |||||
| Brasil | 43% | 19% | 12% | 9% | 31% | |||||
| México | 13% | 17% | 20% | 7% | 10% | |||||
| Chile | 30% | 21% | 21% | 9% | 6% | |||||
| Colômbia | 15% | 23% | 23% | 89% | 4% | |||||
| Argentina | 30% | 28% | 28% | 5% | 6% |
Fonte: Administradores.com
Posted by Executive Consultoria Jr
A importância de uma Empresa Júnior na vida de um universitário!
A Empresa Junior na vida de um universitário é de suma importância. Este tem a chance de adquirir algo que não se aprende em sala de aula: a PRÁTICA. O estudante tem a grande oportunidade de realizar aquilo que aprendeu em sala de tal forma que irá absorver experiência suficiente para se tornar um bom profissional na sua área.
Digamos que é uma relação em que ambas as partes saem beneficiadas. O estudante tem como beneficio o seu desenvolvimento profissional e pessoal e a empresa tem como o beneficio o seu crescimento.
A empresa Junior é aberta aos universitários que tenham vontade em participar, porém, existem ainda algumas barreiras entre os estudantes com essas empresas, entre elas o fator remuneração que é a mais preocupante. Ainda existem muitos jovens que não querem ingressar numa destas empresas simplesmente por não serem recompensados com uma remuneração por parte das atividades realizadas dentro da empresa.
O que estes jovens não sabem, é que, ao invés de receber uma remuneração pelas suas atividades, a recompensa surge em forma de aprendizado, que é extremamente difícil encontrar em estágios remunerados, principalmente para aqueles que ingressaram a pouco tempo em uma Universidade.
Para aqueles que resolvem desafiar e ingressar na Empresa Junior tem a oportunidade de se tornar um profissional mais cedo do que os demais, de estar um passo a frente no mercado de trabalho e ainda traçar o seu plano de carreira de tal forma que já comece a segui-la a partir do seu aprendizado na empresa. O mercado de trabalho esta cada vez mais competitivo, então, um diferencial no seu currículo é essencial, desde que haja empenho e dedicação em todas as suas atividades. Dizem que o mercado está saturado, porém não é esse o problema atual e sim a falta de profissionais dedicados, empenhados e proativos.
Em uma Empresa Junior, o universitário tem a chance de seguir carreira profissional desde cedo. Com um programa Trainee bastante proveitoso, o estudante irá, como já dito anteriormente, aplicar a teoria na prática e adquirir competências que, no mercado de trabalho, são essenciais para se ter o tão sonhado emprego. Pró - atividade, Profissionalismo, Postura e Criatividade são algumas das muitas competências que um membro adquiri durante a sua jornada em uma Empresa Junior.
Um dos pontos fortes que os membros adquirem numa Empresa Junior é a liderança e o trabalho em grupo. Aprendem que um líder não é aquele que delega as atividades e espera que o trabalho saia conforme ele almeja e sim seguir o estilo democrático do líder, ou seja, é um membro parceiro de toda a equipe, com a total participação do grupo. Outro ponto forte também durante seu aprendizado é o companheirismo. Sabemos que a empresa não ascende sozinha, mas sim com toda a equipe unida formando assim o conceito de uma Organização, que é um grupo de pessoas em prol de um objetivo comum: o crescimento.
Para quem começou a ingressar na Universidade, não perca a oportunidade de ingressar numa empresa Junior, você só tem a ganhar. Aprenda a fazer o difícil, pois o fácil todo mundo sabe fazer, tenha o seu destaque no mercado de trabalho.
Lembre-se: ‘O seu futuro é você quem faz, então, que seja este o seu primeiro grande desafio!’’
Não seja mais um no mercado de trabalho, faça a diferença, aceite este desafio, entre em uma Empresa Junior!!!!
A empresa Junior é aberta aos universitários que tenham vontade em participar, porém, existem ainda algumas barreiras entre os estudantes com essas empresas, entre elas o fator remuneração que é a mais preocupante. Ainda existem muitos jovens que não querem ingressar numa destas empresas simplesmente por não serem recompensados com uma remuneração por parte das atividades realizadas dentro da empresa.
O que estes jovens não sabem, é que, ao invés de receber uma remuneração pelas suas atividades, a recompensa surge em forma de aprendizado, que é extremamente difícil encontrar em estágios remunerados, principalmente para aqueles que ingressaram a pouco tempo em uma Universidade.
Para aqueles que resolvem desafiar e ingressar na Empresa Junior tem a oportunidade de se tornar um profissional mais cedo do que os demais, de estar um passo a frente no mercado de trabalho e ainda traçar o seu plano de carreira de tal forma que já comece a segui-la a partir do seu aprendizado na empresa. O mercado de trabalho esta cada vez mais competitivo, então, um diferencial no seu currículo é essencial, desde que haja empenho e dedicação em todas as suas atividades. Dizem que o mercado está saturado, porém não é esse o problema atual e sim a falta de profissionais dedicados, empenhados e proativos.
Em uma Empresa Junior, o universitário tem a chance de seguir carreira profissional desde cedo. Com um programa Trainee bastante proveitoso, o estudante irá, como já dito anteriormente, aplicar a teoria na prática e adquirir competências que, no mercado de trabalho, são essenciais para se ter o tão sonhado emprego. Pró - atividade, Profissionalismo, Postura e Criatividade são algumas das muitas competências que um membro adquiri durante a sua jornada em uma Empresa Junior.
Um dos pontos fortes que os membros adquirem numa Empresa Junior é a liderança e o trabalho em grupo. Aprendem que um líder não é aquele que delega as atividades e espera que o trabalho saia conforme ele almeja e sim seguir o estilo democrático do líder, ou seja, é um membro parceiro de toda a equipe, com a total participação do grupo. Outro ponto forte também durante seu aprendizado é o companheirismo. Sabemos que a empresa não ascende sozinha, mas sim com toda a equipe unida formando assim o conceito de uma Organização, que é um grupo de pessoas em prol de um objetivo comum: o crescimento.
Para quem começou a ingressar na Universidade, não perca a oportunidade de ingressar numa empresa Junior, você só tem a ganhar. Aprenda a fazer o difícil, pois o fácil todo mundo sabe fazer, tenha o seu destaque no mercado de trabalho.
Lembre-se: ‘O seu futuro é você quem faz, então, que seja este o seu primeiro grande desafio!’’
Não seja mais um no mercado de trabalho, faça a diferença, aceite este desafio, entre em uma Empresa Junior!!!!
Fonte: Portal do Administrador
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr















