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Como reter os talentos na minha empresa?
Especialista explica o que um líder pode fazer para manter seus funcionários motivados e produtivos
Como reter os talentos na minha empresa?
Respondido por Eduardo Ferraz, especialista em gestão de pessoas
Reter seus talentos tem sido um grande desafio para a maioria das companhias. Estudo da consultoria internacional Hay Group realizado neste ano com 83 empresas brasileiras revela que 79% das empresas procura investir no desenvolvimento de carreira de seus funcionários para, além de motivá-los, evitar perdê-los.
O problema é que cada indivíduo pensa, age e se motiva de diferentes maneiras, estando sua produtividade diretamente ligada a estes motivadores. Identificar a "equação motivadora" de cada funcionário e se possível atendê-la é fundamental para garantir um ambiente corporativo mais produtivo e com alta taxa de retenção destes talentos.
Mesmo que você nunca tenha parado para pensar a respeito, garanto que sua empresa já tem uma "fórmula" implícita, e ela tem a ver com a estrutura, os valores e a cultura da organização. Nas pequenas empresas, o que mais conta são os valores do dono. Dentro do possível, ofereça um pouco a mais do motivador que mais interessa a cada funcionário. As empresas têm quatro moedas de troca ou fatores que motivam as pessoas, sendo elas:
1. Dinheiro
Está relacionado ao salário, comissão, 13°, bônus e quaisquer outros mecanismos de recompensa monetária. Se ele deseja um ganho maior, como o principal motivador e você não quer perdê-lo, procure oferecer um bônus baseado em desempenho.
2. Segurança
Tem relação com a estabilidade do emprego, regras claras e um bom ambiente de trabalho. Se a pessoa valoriza muito a segurança e o local em que trabalha, ofereça horários flexíveis e garantias de emprego.
3. Aprendizado
É todo conhecimento que a empresa proporciona por meio de treinamentos formais e do aprendizado informal que se adquire durante o expediente. Se o colaborador deseja aprendizado intenso, ofereça a ele os melhores treinamentos que você puder bancar, além de ensinar pessoalmente o que você faz de melhor.
4. Status
É como a empresa proporciona aprovação social ao indivíduo: elogios públicos, promoções e reconhecimento têm a ver com esta moeda. Se o indivíduo valoriza bastante isso, faça elogios (desde que sinceros) em público e aumente as responsabilidades dele, visando transformá-lo em alguém reconhecido como muito capaz.
FONTE: Exame.
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr
Como lidar com familiares ou amigos que trabalham na empresa
Especialista Eduardo Ferraz afirma que a melhor forma de estimular qualquer profissional a crescer e se superar é premiar os melhores
Como lidar com familiares ou amigos que trabalham na empresa?
Respondido por Eduardo Ferraz, especialista em gestão de pessoas
É muito comum que o empreendedor empregue parentes e amigos em sua empresa já que há vantagens em trabalhar com pessoas que, além de confiáveis, dificilmente geram problemas trabalhistas. Os problemas, entretanto, acontecem quando o excesso de intimidade começa a afetar o bom andamento do dia a dia.
Algumas dessas pessoas podem dar maus exemplos ao chegarem atrasadas, trabalharem pouco ou abusarem do poder. Seguem cinco dicas para trabalhar melhor com parentes e amigos.
1. Estipule regras claras
Todos os funcionários devem ter horários bem definidos e atribuições claras, independente do parentesco. Se sua esposa ou filhos não podem trabalhar o dia todo, estabeleça um horário fixo com meio expediente, assim como cargos específicos. Se um amigo é o responsável pela área comercial, não poderá interferir, sem sua a sua aprovação, no setor de compras, por exemplo.
2. Valorize o mérito
A melhor forma de estimular qualquer profissional a crescer e se superar é premiar os melhores. Dê aumentos de salários, folgas extras, treinamentos especiais ou um cargo de chefia aos mais competentes e dedicados. Muitas vezes, os parentes reclamam desse critério, mas, se ele for justo todos, inclusive eles, se esforçarão mais.
3. Não misture trabalho com lazer
O ideal é que, encerrado o expediente, não se discuta sobre a empresa à noite ou nos finais de semana. Usar as horas de descanso para falar de trabalho, além de cansativo, desgasta e tende a piorar a relação entre você e seus familiares.
4. Afaste os incompetentes
Não tolere pessoas tecnicamente desqualificadas ou com atitudes ruins em sua empresa, independente da amizade ou parentesco. Manter pessoas incompetentes, além de produzir resultados ruins, destrói a autoridade moral de qualquer gestor.
5. Invista em treinamentos
O melhor investimento que se pode fazer, principalmente nas pessoas que amamos, é aquele em que os recursos são aplicados em educação e treinamento. Pessoas bem qualificadas costumam retornar, muitas vezes, mais o valor gasto em treinamentos.
FONTE: Exame
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr
Caixa tenta salvar projeto de banco de investimento
A Caixa Econômica Federal vai negociar com seu controlador - o governo federal - para manter o projeto de criação de um banco de investimento vinculado à instituição estatal. A orientação do ministro da Fazenda, Guido Mantega, de interromper os empréstimos para grandes companhias não incluiu a suspensão dessa unidade de investimento. O Estado apurou que a ideia do projeto ainda continua de pé dentro do banco estatal.
A expectativa era que essa permissão fosse dada ainda neste ano, mas a Caixa já foi avisada que a análise do processo vai demorar e pode ser que a resposta só venha em 2014. Depois de concedida, a autorização tem validade.
No caso, a Caixa teria até 90 dias para implementar o novo banco. Se não cumprir essa regra, seria necessário recomeçar do zero caso quisessem retomar o plano. Ou seja, não é permitido ao banco deixar a autorização em "banho-maria".
O segundo argumento é o foco do novo banco. Embora haja a orientação de ter como clientes prioritários famílias e pequenas empresas, a Caixa também é o banco responsável por financiar os programas carros-chefe do governo.
Renda fixa. O Caixa BI poderia trabalhar com enfoque em companhias do setor de infraestrutura, canalizando recursos do mercado de capitais para o financiamento de obras, principalmente por meio de operações de renda fixa. Dos R$ 12 bilhões de demanda por crédito que a Caixa analisa de grandes corporações, cerca de R$ 10 bilhões são para financiamentos de projetos de infraestrutura, área que não foi mencionada por Mantega.
Assim como não foi tratada com o controlador, a criação de uma unidade de investimento também não passou pelo conselho de administração da Caixa. O novo banco, que nasceria com patrimônio líquido de R$ 500 milhões e R$ 360 bilhões em ativos de terceiros, uniria a área de gestão de recursos de terceiros e o braço de mercado de capitais da instituição.
O governo também decidiu que não vai mais capitalizar a Caixa neste e no próximo ano. No entanto, a maioria da equipe dos 300 colaboradores do novo banco estaria treinada para atuar, informou uma fonte próximo às negociações para a criação do Caixa BI.
O projeto para criar um banco de investimento na Caixa remonta a meados de 2008. Ele foi colocado de escanteio por conta da crise financeira internacional e retomado no ano passado.
O Banco do Brasil já tem sua unidade de investimento. Outros bancos privados também marcam território com o Itaú BBA, Bradesco BBI, BTG Pactual e Credit Suisse.
Fonte: O Estado de São Paulo
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr
O que sua empresa pode conquistar com ajuda da neurociência
Aumento da produtividade
Dentro da neurociência, há um segmento chamado "cronobiologia", que consegue indentificar em quais horários do dia o organismo humano produz mais substâncias químicas para a atividade física e mental. Se o gestor souber explorar tais períodos, pode conseguir um aumento significativo de produtividade.
"A esmagadora maioria das pessoas é mais produtiva entre as 6h e as 10h e entre 16h e 20h. No restante do tempo, o corpo precisa se esforçar mais, então o volume e qualidade do trabalho são menores", explica a neuropsicóloga e fundadora da Tai Consultoria, Inês Cozzo.
Ainda segundo ela, logo depois das refeições (chamado período pós-prandial), o organismo se concentra em fazer a digestão e, por isso, neste período, as pessoas ficam com o raciocínio mais lento.
"É também quando acontece o maior número de acidentes de trabalho. Funcionários de uma empresa que conseguem tirar um cochilo logo após o almoço, voltam às suas funções com energia e concentração redobradas". Está explicado o porquê de as "salinhas do cochilo" serem tendência entre companhias inovadoras.
Evitar conflitos desnecessários
Uma pessoa tem um ciclo máximo de concentração de 15 minutos, mesmo quando está muito interessada no assunto tratado. Depois deste tempo, inevitavelmente a atenção é desviada por frações de segundo. "Acontece o tempo todo, mas você nem nota. O sol batendo no relógio de alguém que passa pela sala de reuniões pode desviar a sua atenção, mas você nem se dá conta disso", exemplifica Inês. Segundo ela, o sistema nervoso humano recebe 400 bilhões de bits (unidades de informação) por segundo, mas só libera 2 mil para o cérebro.
Fonte: administradores.com
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr
Private Equity e Venture Capital no Brasil: um mercado promissor e rentável
O mercado brasileiro apresenta diferentes oportunidades para a industria de Private Equity e Venture Capital
Em um mercado dinâmico, o Brasil atrai as atenções dos investidores mundiais que buscam oportunidades de retornos mais atraentes.
Segundo o Professor Alexandre Cintra do Amaral, coordenador de cursos do Laboratório de Finanças da Fundação Instituto de Administração (LABFIN-FIA), a indústria de Private Equity (PE) e Venture Capital (VC) tem crescido de forma significativa no século XXI, quando os gestores internacionais de investimentos entraram no País, atraídos pela possibilidade de altos retornos.
Alguns exemplos de empresas que cresceram graças à utilização desses recursos incluem a Alog Data Centers, uma empresa de data centers baseada em São Paulo e no Rio de Janeiro, e a Maestro, uma empresa de administração de frotas de carros corporativos com mais de 2500 veículos. Isso para não falar nos casos já clássicos do Buscapé e da DASA, entre outros. Esses casos provam a tendência de crescimento da indústria de PE e VC no Brasil.
Ligado nessa tendência e no grande crescimento dessa indústria, aulas e palestras com profissionais e especialistas em Private Equity e Venture Capital foram incluídos na grade do MBA Finanças LABFIN, um dos mais tradicionais e premiados MBA’s do país.
Fonte: Administradores.com
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr
Existe um botão de desligar
Os feriados são dias mágicos, e não somente porque o sol está brilhando ou a neve está caindo. Se você aproveitar a oportunidade, também pode ser por causa do silêncio: o smartphone pode estar desligado e nada de mensagens "você tem e-mail!".
Você aproveitou? Você aproveita essas oportunidades durante o trabalho, mesmo que seja por apenas alguns minutos? Ou você é outro prisioneiro da nova mídia eletrônica, incapaz de manter o mundo digital afastado do seu mundo?
Nós analisamos esse assunto de duas perspectivas diferentes, porém complementares. Um de nós (Henry) publicou dois livros sobre gestão, o primeiro em 1973 chamado A natureza do trabalho de gestão (The nature of managerial work) e o segundo em 2009 chamado Managing; ambos foram baseados em estudos empíricos sobre o dia-a-dia do trabalho de um administrador. O outro (Peter) estudou amplamente o impacto da tecnologia da informação no ato de tomar decisões, como descrito em diversos artigos. Nós combinamos nossos esforços para oferecer alguma especulação bem informada sobre a maneira que essas novas tecnologias estão influenciando o gestor e a Administração. Sugerimos que você considere o seu próprio uso da mais relevante dessas tecnologias, o e-mail, como sugerido abaixo.
Analise a si mesmo para tornar-se parte da solução
Realize o seguinte exercício para determinar se você é parte do problema ou da solução e para medir o quão realmente importantes são as mensagens que você envia e recebe. Os resultados podem surpreendê-lo. Faça três cálculos: (1) a sua taxa entre envios/recebimentos: a quantidade de mensagens que você enviacomparada com a que você recebe; (2) a sua taxa de iniciação: a porcentagem de conversações que você inicia ao invés de somente responder; (3) a sua taxa de ação-obrigatória: a fração de mensagens que necessitam de alguma ação de sua parte (normalmente uma resposta ou encaminhamento).
Por exemplo, um de nós (Peter), fez as contas pela sua primeira semana de trabalho esse ano e surpreendeu-se com o resultado. Ele recebeu 294 e-mails, fora aqueles retidos pelos filtros de spam. 20% destes foram gerados por sistemas de mensagem; os outros vieram de remetentes diversos. Foi uma semana razoavelmente leve, mas uma base de estudos interessante, pois não havia conversações em andamento da semana anterior (devido aos feriados). Durante essa semana, 64 e-mails foram enviados para 76 recipientes, gerando uma taxa de envios/recebimentos de 1:4.6. Das mensagens enviadas, 33 eram respostas para algumas das 294 mensagens recebidas (um pouco menos de 10%), 13 eram mensagens recebidas e encaminhadas para alguma outra pessoa responsável por lidar com elas (cerca de 5%) e 18 eram conversações iniciadas (6% do total recebido).
Resumindo, dos 294 e-mails recebidos, somente 46 (cerca de 15%) necessitavam de ação imediata, 107 (cerca de um terço das mensagens) não foram sequer lidas (o título da mensagem já comunicava o necessário, a informação era obsoleta ou a mensagem não passou pelo filtro pessoal de junk-mail) e o resto (cerca de metade) poderia ser classificado como "informação relevante" (o que por sua vez pode requerer mais tempo e atenção).
Assumindo que cada um dos 46 itens de ação obrigatória necessita de algum raciocínio, pode-se demorar uma média de 10 minutos para lidar com cada um. Essa soma chega a quase um dia de trabalho inteiro. Adicione isso às 18 conversações iniciadas, onde gasta-se cerca de 15 minutos em cada, e você tem outro dia de trabalho inteiro. Se você contar um minuto por mensagem para fazer a triagem dos 294 e-mails, você gastou quase metade de uma semana de trabalho de 40 horas só lidando com e-mails! Agora vamos dizer que essas estimativas são o dobro do que elas deveriam ser. Mesmo assim, vinte por cento da semana de trabalho é consumida lidando com e-mails.
O lado bom da TI
Nós sabemos que o esforço de administrar está fortemente ligado à comunicação: estudos sugerem que gestores de vários níveis passam ao menos metade do seu tempo coletando, recebendo e disseminando informação. E todos nós beneficiamos da maneira que novas tecnologias podem aumentar a velocidade e alcance dessa comunicação através do mundo inteiro. Quem, hoje em dia, consegue administrar sem elas?
Estudos de Administração, alguns com mais de cinquenta anos, já deixavam claro que a gestão é caracterizada por variedade, brevidade, fragmentação, um ritmo rápido e frequentes interrupções. A atenção é frequentemente desviada de uma atividade a outra em uma tentativa de atender a demandas conflitantes. Administradores podem perder bastante eficiência graças a essa atenção dispersa. Na verdade, o primeiro desses estudos, de autoria de Sune Carlson observou diretores administrativos em corporações suecas no fim dos anos 1940 - enquanto o primeiro computador ainda estava sendo desenvolvido - e descobriu que eles já estavam inundados por relatórios.
A computação móvel parece bastante direcionada para o modo de trabalho do administrador. Isso ajuda a explicar o enorme sucesso de vendas de Blackberries e smartphonesentre administradores. Essas tecnologias permitem a eles lidar mais eficientemente com as várias demandas e usar os momentos entre interrupções para completar suas tarefas enquanto ainda deixam algum espaço livre para contemplação.
Então, para o administrador que trabalha em um ambiente apressado e fragmentado, a TI móvel é bastante importante. Essa tecnologia, especialmente o Blackberry e os smartphones, parecem ter sido criadas com eles em mente. Falando apenas sobre o e-mail, o número aproximadamente que circula na internet por dia é de 247 bilhões (www.radicati.com), e com isso, a importância e o custo dessa quantidade se torna mais claro. Como qualquer novo avanço tecnológico, existem efeitos não-intencionais, mas danosos dessa tecnologia no trabalho de gestão. E no fim das contas o que importa é: você será uma parte do problema ou da solução?
Fonte: Administradores.com
Fonte: Administradores.com
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr
Estudo traça perfil do “executivo perfeito” procurado por empresas da América Latina
A Michael Page, empresa especializada em recrutamento executivo associada ao PageGroup, realizou uma pesquisa traçando um perfil das demandas mais frequentes do mercado de trabalho de executivos na América Latina. O estudo considerou 1.580 ofertas de emprego trabalhadas pela empresa no Brasil, México, Colômbia, Argentina e Chile no primeiro semestre de 2013.
“O material é um retrato fiel do que os países que estão contratando buscam nesse momento. Estamos falando de um universo amplo. São demandas de praticamente todos os setores da economia que já iniciam um processo de retomada nas contratações no segundo semestre e em 2014”, afirma Sergio Sabino, diretor de marketing e planejamento comercial do PageGroup para a América Latina.
Formação
Os engenheiros são os profissionais mais procurados no Brasil, Argentina, Chile e Colômbia. Vale ressaltar que nesse universo incluem-se profissionais do setor de construção e industrial, com destaque para o setor de Oil&Gas.
Na área de tecnologia, a Colômbia encabeça a lista de demanda com 13%, seguidos do Brasil com 8%, Chile 7%, Argentina 5% e México 4%. Enquanto que a administração de empresas, é grande o foco em todos os países pesquisados, sendo exigência em 28% das vagas publicadas na Colômbia e na Argentina, 27% no México e 25% no Brasil.
Formação | Tecnologia | Engenharia | Administração |
| Brasil | 8% | 37% | 25% |
| México | 4% | 10% | 27% |
| Chile | 7% | 18% | 17% |
| Colômbia | 13% | 28% | 28% |
| Argentina | 5% | 34% | 28% |
A exigência de formação está de acordo com o que foi levantado no mesmo estudo realizado em 2012, com forte procura de engenheiros, principalmente no Brasil, explica Sergio Sabino, diretor de marketing do PageGroup.
Idiomas
O inglês é exigido em mais de 50% das vagas abertas no site da Michael Page no Brasil. Nos outros países pesquisados, a exigência em relação ao conhecimento de um segundo idioma é igualmente grande e maior em alguns casos.
Inglês | |
| Argentina | 66% |
| Colômbia | 63% |
| Brasil | 51% |
| México | 47% |
| Chile | 47% |
No Brasil, 6% das oportunidades publicadas exigem domínio do espanhol. Nos países de lígua espanhola, por sua vez, não é necessário que os profissionais tenham domínio do português (em nenhum país a exigência ultrapassou 1%).
Pós-graduação ou MBA?
Ao contrário do que foi percebido no mesmo estudo realizado no segundo semestre de 2012, o MBA tem sido mais exigido em vagas de gestão do que a pós-graduação específica em uma área de formação.
No Brasil, 10% das vagas publicadas exigem a formação, enquanto que no México o número ultrapassa os 15%.
O Brasil, dos países pesquisados, é o que mais exige que os profissionais estejam além da graduação, com 7% exigindo formalmente a pós-graduação nas vagas publicadas.
Habilidades comportamentais
O estudo da Michael Page também procurou avaliar as habilidades de comportamento mais valorizadas pelas empresas na hora de contratar os seus profissionais.
No Brasil, gestão de pessoas e relacionamento interpessoal são as habilidades mais visadas nas oportunidades publicadas (os itens aparecem em 43% e 31% das vagas disponíveis, respectivamente).
Capacidade de execução é a habilidade comportamental mais visada na Colômbia (89% das oportunidades exigem isso dos profissionais).
Liderança e foco em resultados são destaque na Argentina (28%).
No México, foco em resultados (20%) e liderança (17%) são as habilidades mais visadas.
No Chile, gestão de pessoas é o item mais procurado como habilidade comportamental nas oportunidades disponíveis (30%).
| Habilidades | Gestão | Liderança | Foco em Resultados | Capacidade de Execução | Relacionamento Interpessoal | |||||
| Brasil | 43% | 19% | 12% | 9% | 31% | |||||
| México | 13% | 17% | 20% | 7% | 10% | |||||
| Chile | 30% | 21% | 21% | 9% | 6% | |||||
| Colômbia | 15% | 23% | 23% | 89% | 4% | |||||
| Argentina | 30% | 28% | 28% | 5% | 6% |
Fonte: Administradores.com
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr
Como transformar projetos em resultados?
"A única forma de você implementar a inovação é através de projetos. E se você não gerenciá-los, eles não vão ser bem implantados e não vão gerar a vantagem competitiva que você precisa", afirma especialista
O brasileiro Ricardo Vargas, que preside o Project Management Institute (PMI), concedeu uma entrevista ao Administradores.com em que explica o que, de fato, é o gerenciamento de projetos, sua importância e como ele pode ser decisivo para o cotidiano do mundo corporativo e o desenvolvimento do Brasil.
O que é, de fato, o gerenciamento de projetos?
O gerenciamento de projetos, nada mais é do que uma técnica e um modelo que serve para você administrar projetos. E o que é um projeto? O projeto, nada mais é do que algo temporário e único. Talvez a melhor forma de você entender o conceito de gerenciamento de projetos, é entendê-lo através da comparação com a rotina. O que é uma rotina? Uma rotina é algo que você faz repetidas vezes, e por repetir daquela forma, você se torna mais rápido, mais hábil, mais preciso e etc. O que é o projeto? O projeto é o oposto da rotina. O projeto é aquilo que você não faz todo dia, é aquilo que você não tem habilidade específica e por isso precisa de um esforço gerencial diferenciado. Você precisa trabalhar de uma forma diferente, você precisa entender os riscos, o escopo, os prazos. Gerenciamento de projetos é o que? É uma disciplina, onde as melhores práticas pra que você administre bem os seus projetos são estabelecidas. Então essa disciplina começa a fazer parte das organizações.
Qual a importância dessa atividade para as empresas?
As empresas hoje estão infinitamente mais voltadas pra projetos do que para rotinas. Então a importância dessa atividade é crucial pra que ela consiga administrar seus novos empreendimentos. Então a importância dessa atividade para as empresas é permitir com que a empresa alcance um novo patamar de competividade através da inovação. E a única forma de você implementar a inovação é através de projetos. E se você não gerenciá-los, esses projetos não vão ser bem implantados, não vão produzir inovação e não vão gerar a vantagem competitiva que você precisa.
Várias obras de grande porte estão em andamento no Brasil e outras devem vir por aí. Historicamente, entretanto, esses são processos muito lentos, sofrem com corrupção, serviços mal feitos entre outras coisas. Falta capacidade ao poder público para gerenciar projetos de grande porte?
Eu queria até ser mais amplo. Eu acho que falta uma capacidade geral, não só do poder público, do governo, mas também das organizações, instituições, em gerenciar atividades extremamente complexas, grandes. Por quê? Hoje temos um problema com a falta de talento, a falta de profissionais qualificados. E isso não é um problema exclusivo do Brasil, isso é um problema mundial. Hoje nós temos um problema de falta de talentos muito grande, um problema de aumento da complexidade, dos riscos, dinâmica de mercado. Ou seja, o mercado está variando e está sofrendo alterações de uma forma muito mais dinâmica, então isso tem aumentado enormemente a complexidade do que se tem feito. Você envolve muitos fornecedores, muitos parceiros, muitas entidades, e com isso a transparência pode estar comprometida, abrir espaço pra atividades ilícitas. Então isso tudo gera um cenário muito mais complexo do que o cenário tradicional que nós estamos costumados, por isso o desafio, e por isso que obras de grande porte precisam de um gerenciamento de projetos extremamente efetivo, competente e presente.
E quanto às empresas brasileiras: de modo geral, elas gerenciam bem seus projetos?
Eu queria dizer que de modo geral elas não gerenciam bem seus projetos. Porque quando você gerencia bem, efetivamente, com resultado, você cresce de forma exponencial. E claro que algumas empresas brasileiras estão fazendo isso muito bem. Mas o que a gente vê no mundo, como um todo, é um desenvolvimento mediano desses projetos, por isso que eu volto a dizer e repito: se as empresas começarem a pensar nisso e investirem mais na gestão de projetos, essas empresas vão conseguir um sucesso muito maior. Então, queremos dizer que nós não estamos atrás, mas também não somos líderes e pioneiros nessa área.
Quais as principais características de um projeto bem gerenciado?
Um projeto bem gerenciado tem, na verdade, duas coisas que ele atende. A primeira coisa é quando a gente fala em gestão do projeto. Ele cumpre prazos, escopo do que tem que ser feito, cumpre orçamento, é administrado dentro um de patamar tolerável de risco. Agora, além disso tudo, nós temos que falar também dentro desse conceito de projeto, do conceito de gestão de portfólio: aquele projeto tem um business case viável, inteligente e realista. Porque não adianta eu realizar bem no prazo e no orçamento aquilo que não tem nada a ver e não reflete a realidade organizacional. Por exemplo, o que adianta hoje eu ser o melhor fabricante do mundo de disco de vinil se disco de vinil não vende? Eu preciso entender até quando eu consigo agregar e produzir valor em cima desse cenário. Então o projeto bem gerenciado é aquele que não só cumpre prazo e orçamento, como entrega o benefício previsto e esperado.
Fonte: Administradores.com
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr
Onde falta comunicação, sobra espaço para a imaginação
Uma das grandes inverdades já ditas um dia em nome da comunicação (e que hoje se compartilha insistentemente nas redes sociais) é a frase que diz: “sou responsável pelo que eu falo, não pelo que você entende”.
Vamos compreender o porquê. Como emissor da mensagem, ao torná-la pública, pressupõe-se que você quer que a mesma seja assertiva, certo? Do contrário, melhor seria escrevê-la em um bilhete e guardá-la no bolso, como um terapêutico desabafo ou um arremedo poético, com o único propósito de liberar a mente de alguma ideia que incomoda, expulsando-a através das palavras.
Individualmente a responsabilidade pela comunicação requer grande atenção já que, em conjunto com as nossas atitudes, ajuda a construir nossa marca pessoal e torna claro os nossos objetivos.
Já dentro de uma organização, essa importante competência deve ser trabalhada continuamente, ao ponto de tornar-se uma das grandes forças das equipes. Tratá-la como “frescura”, como acontece em muitos lugares, pode acabar provocando verdadeiros desastres para a imagem dessa organização, tanto interna quanto externamente.
Encarar a comunicação como “competência isolada”, fruto de um “curso de oratória” pode ajudar, mas não é suficiente. É preciso detectar gargalos, eliminar ruídos, minimizar as redes paralelas (a famosa “rádio peão”, a central de boatos, etc.) criar uma política contínua de feedback, entre outras ações. A ausência da comunicação nestas dimensões acaba por fragilizar outras importantes competências na gestão de pessoas e na condução de processos: da liderança ao relacionamento em equipe, da visão estratégica ao atendimento ao cliente.
Todas as ações empreendidas dentro da empresa (com os colaboradores) e fora dela (com clientes, comunidade, mídia e acionistas) precisam de mensagens claras, eficientes e inteligentes, para que se validem e posicionem a cultura organizacional com assertividade. E tal cultura, evidentemente, deve ser validada pela atitude corporativa, que é a mais forte forma de comunicação.
Entre o “falar” e o “ser compreendido” há uma distância muito grande, que precisa ser continuamente verificada, corrigida e aperfeiçoada. Afinal, onde falta comunicação, sobra espaço para a imaginação; e esta, infelizmente, nem sempre será empreendida de forma construtiva.
Portanto, comunicação não é o que eu falo, mas o que você entende. E como profissional que preza pela boa comunicação, eu sei que quando há alguma falha na compreensão, a maior responsabilidade é minha. Cabe somente a mim a busca por um novo meio ou mensagem que torne a comunicação clara e eficiente, não importando que eu “já tenha dito mil vezes a mesma coisa”.
Certificando-me da sua compreensão quanto ao que eu ou a empresa esperamos de você, poderemos, enfim, começar a falar em resultados.
Fonte: administradores.com.br
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr














