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Samsung mira segundo ano consecutivo de lucro recorde
A Samsung Electronics está no caminho para divulgar que teve seu segundo ano consecutivo de lucro recorde, conforme uma recuperação em seu negócio de semicondutores protege a gigante sul-coreana dos efeitos de um mercado de smartphones mais vagaroso.
O mercado mundial de chips teve uma recuperação desde o final de 2012 devido a uma redução nos estoques, causada por anos de cautela em investimentos para apoiar preços, e uma conversão de capacidade fabril para produzir chips mais rentáveis utilizados em smartphones e tablets.
A expectativa é de que a Samsung divulgue lucro operacional de 38,5 trilhões de won (35,85 bilhões de dólares) neste ano, um terço a mais do que em 2012, de acordo com uma pesquisa da Thomson Reuters I/B/E/S com 45 analistas. A empresa disse na sexta-feira que o lucro operacional deve alcançar um recorde de 10,1 trilhões de won no terceiro trimestre.
Fonte: Revista Exame
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr
Estratégia da evolução constante do produto é ensinamento dos games de esportes
Você acha que a indústria do vídeo game lança novas versões de jogos esportivos apenas para aumentar o lucro no fim do ano? Bem, você está certo. Um dos principais resultados dessa política é esse mesmo: arrecadar mais. Existe, entretanto, algo por trás dessa conclusão que pode servir de inspiração para pequenos empreendedores. A estratégia da evolução constante do produto é o que faz com que a arrecadação com esses produtos seja sempre alta.
A nova versão da franquia Pro Evolution Soccer (PES), por exemplo, facilitou a escolha do jogador que pretende disputar o Campeonato Brasileiro de futebol. Antes, para jogá-lo, era preciso percorrer um caminho de 'cliques' longo e tortuoso. Lojas especializadas, inclusive, receberam telefonemas de jogadores iniciantes com dificuldade para encontrar a liga mencionada.
A empresa responsável pelo jogo também criou um modo simples de customizar o jogo - ao ligar o vídeo game pela primeira vez com o novo disquinho de Blue Ray, o usuário é convidado a informar por qual time torce. Ao fazer essa escolha, terá a tela inicial customizada com as cores da equipe e os principais lances de partidas do time - se você optar por disputar competições com a agremiação.
Mas se erros desaparecem, outros surgem. Ao escolher disputar o Campeonato Brasileiro com o São Paulo Futebol Clube, por exemplo, a primeira disputa será contra o Cruzeiro. O jogo começa e o narrador da versão brasileira, Silvio Luiz, e o comentarista Mauro Beting fazem uma rápida introdução a respeito do tricolor...carioca. Falam da história e das cores do Fluminense.
A lição para os empreendedores? A inovação é alma do negócio, mas aprimorá-la constantemente significa, para o empreendedor, o combustível necessário para continuar a crescer, crescer, crescer...
Fonte: Estadão.com
Posted by Executive Consultoria Jr
Precisamos de mais empreendedores e menos funcionários públicos
Numa pesquisa recente, ficou claro que o principal motivo que define o fato de que mais de 12 milhões de jovens todos os anos sonhem em se tornar um empregado do governo não é pela sua vocação, ideologia ou patriotismo, mas sim pela famigerada ESTABILIDADE. Ou seja, a garantia que jamais serão mandados embora.
Fonte: Administradores.com
Posted by Executive Consultoria Jr
Acordo de fusão enterra projeto de supertele nacional, dizem analistas
O acordo de fusão anunciado nesta quarta-feira (2) pela Oi e a Portugal Telecom pode ajudar a reduzir as dívidas da companhia e tornar a operadora brasileira mais competitiva. Por outro lado, a criação da multinacional CorpCo sepulta definitivamente o projeto de criar uma "supertele verde e amarela", com sócios majoritários brasileiros, segundo analistas do setor ouvidos pelo G1.
"O projeto como foi concebido inicialmente pelo governo, de uma tele puramente brasileira, 100% nacional, com ambições internacionais, isso foi enterrado hoje", avalia Ari Lopes, da Informa Consultoria. "O que vem no lugar, entretanto, é algo bem mais realista, factível e positivo, pois a Portugal Telecom é o único sócio do grupo de controle que é do ramo, e é uma empresa que conhece o Brasil e tem visão de longo prazo", completa.
Para o consultor de telecomunicação Virgilio Freire, ex-presidente de Vésper, a ideia de supertele começou a ruir em 2010, quando a Portugal Telecom adquiriu uma participação de 22,4% do capital da Oi, num negócio estimado em R$ 8,4 bilhões.
"Essa ideia que o Lula tinha de campeões nacionais foi literalmente para o brejo. A Oi nunca esteve bem e em condições de se internacionalizar. Não tem operação boa e está nas mãos de grupos privados que só entraram lá para ter lucro", critica o consultor.
Para Ari Lopes, a fusão deverá trazer mais estabilidade para a gestão da Oi e maior tranquilidade ao mercado. "Os sócios estavam ali basicamente querendo retorno sobre o investimento. Reflexo disso é que mesmo com a receita caindo e lucro baixo, a Oi nunca nunca mudou a política de pagamento de dividentos, o que é problematíco num setor que precisa investir capital intensivo", diz.
Setores do mercado já especulavam sobre a união das duas companhias, em apostas que foram reforçadas depois de de junho, quando o executivo Zeinal Bava deixou o comando da Portugal Telecom para presidir a Oi.
Empresa brasileira ou portuguesa?
O acordo anunciado nesta quarta prevê um aumento de capital de pelo menos R$ 13,1 bilhões na operadora brasileira e a criação de uma operadora multinacional com operações envolvendo uma população de 260 milhões de pessoas e mais de 100 milhões de clientes, incluindo Brasil, Portugal e países da África.
Para o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, a maior parte do capital da nova empresa vai continuar na mão de investidores brasileiros. Os analistas consultados pelo G1, porém, afirmam que ainda há dúvidas sobre a divisão acionária da companhia.
"Como vai ter capital dos dois lados, não está claro. Mas eu diria que se vai ser uma empresa luso-brasileira", analisa Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco, destacando que o acordo de fusão prevê aumento de capital, o que pode diluir participação de alguns dos atuais acionistas. "O grande desafio da nova empresa será o mercado brasileiro, que é grande, exige altos investimentos, e a Oi tem um endividamento alto", completa.
O ex-ministro das Comunicações e sócio da Orion Consultores, Juarez Quadros, avalia que, por enquanto, a maior parcela de ações da futura nova empresa pende mais para o lado brasileiro. "Como a companhia será listada no segmento Novo Mercado da Bovespa, as ações serão muito pulverizadas. Mas eu diria que se trata agora de uma supertele luso-brasileira", afirma.
Executivos durante comunicado a jornalistas feito por videoconferência na sede da Oi, no bairro do Leblon, na zona sul do Rio de Janeiro (Foto: Wilton Junior/Agência Estado)
Executivos durante comunicado feito por videoconferência na sede da Oi (Foto: Wilton Junior/Agência Estado)
Para ele, o discurso em defesa de uma supertele nacional foi feito muito mais com o objetivo de garantir a fusão entre a Oi e a Brasil Telecom. "É impossível garantir uma empresa genuinamente nacional, exceto em países muito fechados", diz Quadros, que considerou a nova união positiva.
"A Oi passará a ter agora uma projeção multinacional, vai passar a operar além da fronteira e tem a seu favor o fato do Brasil ser a principal aposta para novos aportes e o mercado que a Portugal Telecom mais vê potencial de crescimento", avalia.
Capital pulverizado e gestão 'mais portuguesa'
As companhias afirmaram que os atuais acionistas da TelPart (Telemar Participações), controladora da Oi, e um veículo de investimento administrado e gerido pelo BTG Pactual, participarão da operação de aumento de capital com subscrição de cerca de R$ 2 bilhões. Ao final do processo, acionistas da Portugal Telecom terão 38,1% da CorpCo.
Para Ari Lopes, apesar da pulverização do capital, a gestão e direção estratégica da nova companhia deve acabar sendo definida pela parte portuguesa. "É preciso aguardar para ver como é que os parceiros e fundos de pensão vão se posicionar, mas se será mais brasileira ou mais portuguesa é mais ou menos como perguntar hoje se a InBev (empresa resultante da fusão entre a belga Interbrew e a brasileira AmBev) é brasileira", compara o consultor.
Em entrevista, Zeinal Bava, que será o CEO da CorpCo e suas subsidiárias, afirmou que foi identificado na operação de fusão "mais de R$ 5 bilhões em sinergias".
O consultor Virgilio Freire afirma ter dúvidas de que a união, mesmo após a reestruturação das companhias e provéveis cortes, resultará em aumenta da lucratividade. "É uma fusão do coxo com o manco, não pode dar uma boa coisa", opina.
Para Lopes, da Informa, além dos ganhos operacionais, a união também poderá ajudar as companhias na relação com os seus credores. "Os dois grupos estão com problemas de dívidas. Separados e endividados, poderiam seguir o caminho de uma Telecom Itália, com alguma gigante chegando para comprar os pedaços. Juntos, começam a dar uma resposta mais forte para o mercado e se começa a ter uma perspectiva de redução de custos", conclui.
Fonte: Economia/g1
Posted by Executive Consultoria Jr
Dicas para o micro e pequeno empresário evitar a falência
De acordo com os especialistas da Serasa Experian, a falta de gestão administrativa profissional e a ausência de diretrizes financeiras claras leva grande parte dessas companhias, principalmente micro e pequenas, a fecharem as portas em pouco tempo – tanto que, nos mesmos oito primeiros meses de 2013, 44% das empresas que tiveram falência decretada foram MPEs. O despreparo na condução dos negócios e a ansiedade dos empresários frente às dívidas podem selar o destino dessas empresas.
Diante de uma crise financeira interna, muitos empreendedores acreditam que as vendas vão crescer e as contas em aberto serão sanadas no próximo mês – o que, na maioria das vezes, não acontece. Segundo os economistas, entender que a crise é real consolida o primeiro passo para tirar a empresa da UTI.
Veja mais dicas dos economistas da Serasa Experian:
1. Reconheça as dívidas
Anote quanto você deve a cada fornecedor, instituição financeira e ao Governo (taxas e impostos), bem como eventuais atrasos de pagamento e encargos aos funcionários.
2. Identifique os erros
Procure entender os fatores/situações que levaram sua empresa a estar no vermelho. Falhas na gestão? Compras mal dimensionadas? Custos elevados? Precificação incorreta de produtos e serviços oferecidos?
3. Corte gastos
Identifique e corte os excessos, como o uso de telefones fixos ou móveis e o desperdício de energia e materiais.
4. Localize dívidas mais graves
Identifique as dívidas em pior situação: aquelas que acarretam juros altos e impossibilitam a tomada de capital de giro ou ainda dívidas que impossibilitem a continuidade do negócio – como dívidas com fornecedores de matérias primas. Lembre-se de que, no caso dos impostos atrasados, há a possibilidade de parcelamento, muitas vezes em até 60 meses sem juros. Em seguida, identifique quem é o credor desta dívida – para procura-lo e tentar negociar a dívida em aberto.
5. Estabeleça condições reais de pagamento
Ao renegociar, saiba qual sua verdadeira capacidade de pagamento, tendo em vista a crise que a empresa atravessa – e tenha essa capacidade em mente. Pedir um alongamento do prazo para possibilitar a redução do valor de cada parcela é uma boa maneira de não se comprometer com parcelas que estão além da sua capacidade financeira.
6. Evite o efeito bola de neve
Muitas empresas fecham as portas porque postergam as ações emergenciais diante da crise financeira. O ideal é procurar os credores para tentar renegociar as dívidas antes que elas escapem ainda mais do controle, o que acarretará descrédito do mercado e perda de fornecedores, além de restrições cadastrais.
7. Peça ajuda
Quando o apoio técnico de uma consultoria especializada couber no orçamento, vale a pena recorrer. Grandes aliadas podem ser ferramentas que permitem o acompanhamento de quando apontamentos negativos estão sendo incluídos ou excluídos do CPNJ da empresa. Vale ainda fazer o monitoramento da inclusão das pendências financeiras relativas aos sócios, uma vez que estas informações também são consideradas na análise de crédito da empresa.
8. Faça planos
Estabeleça metas a serem alcançadas no curto, médio e longo prazo. À medida que conseguir atingir os objetivos, o empreendedor se sentirá mais forte para seguir adiante.
9. Aprenda com os erros do passado
Uma empresa em crise é a prova de que algo foi mal executado. Ao tentar sair do colapso financeiro, evitar cometer os mesmos erros é pré-requisito para o crescimento da MPE.
Fonte: administradores.com
Posted by Executive Consultoria Jr
Google é a melhor empresa para se trabalhar no Brasil
O Google faturou o título de melhor empresa para se trabalhar no Brasil, segundo guia da revista Você S/A. A publicação avaliou dados enviados por 481 empresas inscritas, e selecionou 234 para serem visitadas. Nesta etapa, 4,7 mil funcionários foram ouvidos.
A gigante da web é a única companhia de tecnologia que aparece no top 10 brasileiro, seguida do grupo Sinagro, de atacado, e da montadora Volvo. Já no ranking geral, o Mercado Livre, a SAP e a Symantec representam o setor. (veja abaixo)
As empresas presentes no guia conquistaram as melhores pontuações em três itens: Índice de Felicidade de Trabalho, Qualidade no Ambiente de Trabalho e Qualidade da Gestão de Pessoas. O maior buscador do mundo pontuou 90,7 no índice de Felicidade de Trabalho.
Vale lembrar que em uma pesquisa realizada pela consultoria Cia de Talentos, o Google perde para Petrobras no quesito "empresa dos sonhos". Saiba aqui por que os jovens escolheram a estatal de petróleo, e veja abaixo os rankings da Você S/A.
Ranking geral:
Ranking de tecnologia:
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr
Empresários criam versões locais para o Vale do Silício
Empresários tentam replicar em cidades brasileiras o clima de negócios do Vale do Silício, na Califórnia, conhecido pela concentração de empresas de tecnologia, como Google e Facebook.
As iniciativas fazem até referência ao nome da região dos Estados Unidos: em São Paulo, é a "Praça do Silício"; em Belo Horizonte, o "San Pedro Valley" e em Alagoas, o "Sururu Valley".
Um dos promotores da ideia, Pieter Lekkerkerk, 38, cofundador da Escolha Seguro, diz que, por enquanto, existe "a semente de uma rede que quer reforçar a região como uma opção viável para estabelecer start-ups" (empresas de base tecnológica). Lekkerkerk lista os motivos pelos quais a região é interessante: aluguel barato e oferta de transporte público. Ele conta que são pelo menos seis empresas na região, até agora -outros perguntam como é ter escritório no centro.
A vantagem da proximidade é a de ter parceiros de negócios e potenciais funcionários em um só lugar. "Não é a primeira vez que se fala disso", diz Tadeu Masano, professor de geografia de mercado da Fundação Getulio Vargas. Ele lembra que houve um projeto para levar empresas de tecnologia à região da Luz, próxima da República. Nunca saiu do papel.
A diferença agora é que a iniciativa partiu das empresas. Em casos de criação espontânea de uma identidade para uma região, ou seja, sem incentivo fiscal para que as empresas se instalem lá, a lógica é como a de um bairro residencial: "Muda-se para um local porque amigos estão lá", afirma Masano. Em Belo Horizonte, o fenômeno é parecido: empresas instalaram-se no bairro de classe média São Pedro.
Diego Gomes, 28, fundador da Rock Content, conta cerca de dez start-ups na região. Ele diz que quatro se instalaram na mesma rua e "brincavam que São Pedro era o Vale do Silício de BH". Hoje, diz, há um senso de comunidade, com troca de experiências. Esse intercâmbio de ideias também vem acontecendo na cidade de Maceió, afirma Tony Celestino, 29, fundador da LoteBox. Diferentemente das outras iniciativas, o Sururu Valley não é um bairro, mas todo o "ecossistema" de start-ups de Alagoas. "Concentra-se em Maceió, mas já tem movimento em Arapiraca", conta. A cidade é a segunda maior do Estado e a principal do agreste alagoano.
Diferentemente das iniciativas recentes, o parque tecnológico do Recife foi induzido com incentivos fiscais e a instalação do Porto Digital há 13 anos. O presidente da instituição, Francisco Saboya, afirma que não acredita que haveria a concentração de empresas na área não fosse a iniciativa.
Fonte: Folha online
Posted by Executive Consultoria Jr
Novo livro ensina a ter modelo de negócio imbatível
As novas tecnologias fazem o mundo girar mais rápido. Um produto ou serviço tem uma vida útil mais curta, em um mercado tão competitivo. Neste cenário, manter um modelo de negócios atual é um desafio aos empreendedores.
O especialista no assunto e fundador da Business Innovation Factory (BIF) Saul Kaplan dá a dica para manter sua empresa atualizada mesmo em meio a tantas mudanças no livro “Modelos de NegóciosImbatíveis – Como sua empresa e você podem se manter relevantes em meio às mudanças”.
Entre os outros princípios, o autor reforça a importância de o empreendedor inspirar sua equipe e incentivar a colaboração para manter seu modelo de negócios ativo. “Com uma rede de colaboradores, quanto mais rápido experimentarmos, aprendermos, compartilharmos e repetirmos, mais rápido lograremos êxito”, ensina.
Através da inovação, o autor sugere que as empresas se mantenham ativas na tarefa de atualizar seus modelos de negócio. Desta forma, não serão pegas de surpresa e reagirão às mudanças de forma mais eficiente. “Os modelos de negócios já não duram tanto quanto duravam. As adaptações não darão certo; é preciso nada menos do que uma inovação dos modelos de negócios e uma transformação setorial”, explica. Sua sugestão é manter, assim como para produtos, um P&D para modelos de negócios.
“Modelos de Negócios Imbatíveis – Como sua empresa e você podem se manter relevantes em meio às mudanças”
O autor fala como as empresas podem, através da inovação, manter seus modelos de negócios atualizados diante de mudanças no mercado
Autor: Saul Kaplan
Editora: Saraiva
Fonte: Revista exame
Posted by Executive Consultoria Jr
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Santander Brasil aposta no setor de PMEs para crescer
O Banco Santander Brasil, em sua política de expansão e atuação no país sul-americano, aposta no mercado de pequenas e médias empresas, fortalecido recentemente com a criação de um Ministério específico para o setor, disse nesta sexta-feira o presidente da entidade, Jesús Zabalza. "Já nos encontramos com o ministro (Guilherme) Afif Domingos. Nós somos um banco líder, atuamos no financiamento e no desenvolvimento das pequenas e médias empresas", assinalou.
Uma das "linhas fundamentais" para atuar no segmento, ressaltou Zabalza, é a de compras com cartões de crédito e débito, cuja plataforma está sendo desenvolvida com a GetNet, empresa recentemente adquirida pelo banco espanhol. Zabalza afirmou que já entrou em contato com o governo para ver como colocar em prática a medida.
Zabalza acompanhou na quinta-feira o presidente mundial do banco, Emilio Botín, em reunião com a presidente brasileira, Dilma Rousseff, à qual o banco transmitiu a intenção de financiar 10 bilhões de dólares de crédito para as empresas que queiram participar de projetos estatais de infraestrutura.
Fonte: revista veja
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr
Como empreendedor pode separar vida pessoal da profissional
Quando falamos sobre empreendedores, essa mistura é levada a um outro patamar. Além de pensar em seu negócio todo o tempo, o empreendedor normalmente também tem sua vida financeira atrelada à empresa. No caso de empresas familiares, a situação é ainda mais acentuada, já que o relacionamento entre parentes também passa a fazer parte da equação.
No lado financeiro, a recomendação de praticamente todos os especialistas que conheço é: muito cuidado para não misturar as finanças pessoais com as da empresa.
Por mais que pareça mais prático simplesmente usar a conta da empresa para bancar despesas pessoais, isso é pedir para ter problemas contábeis mais pra frente, ainda mais se houver vários sócios. Nessas horas, um bom controle sobre como as finanças são alocadas é algo que vai te economizar muita dor de cabeça no futuro.
Outro ponto extremamente relevante nessa área é a definição sobre o quanto o empreendedor deve tirar no final do mês.
Um erro muito comum que vejo nessa área é quando o empreendedor não possui um salário fixo e simplesmente sai retirando seu salário de forma aleatória, dependendo de como ele acha que foi o resultado daquele mês. Desse jeito, não há planejamento financeiro pessoal que aguente.
Para evitar essa instabilidade, a dica é manter um salário fixo (pro-labore) independente do resultado da empresa, assim como qualquer outro profissional. Daí, de tempos em tempos (final de semestre ou de ano), você faz uma avaliação de como estará a situação da empresa pelos próximos meses e, caso esteja com uma boa reserva, aí não há problema algum retirar um pouco desse lucro.
Na questão da alocação de tempo, assim como na financeira, é muito mais fácil falar do que fazer, mas é fundamental manter a disciplina de ter horários específicos para trabalhar na empresa e horários de descanso.
Fora a importância de uma mente descansada para um trabalho mais produtivo, de nada adianta se matar de trabalhar e viver estressado e sem qualidade de vida. Particularmente, acredito muito que o trabalho é um meio para se buscar a felicidade, não o objetivo final.
Dentro desses horários de descanso, uma dificuldade que eu passo constantemente é a ansiedade em conferir sempre os e-mails. Para lidar com isso sem uma grande crise de abstinência, a solução foi criar uma categoria “Responder depois”. Se um e-mail é importante, mas não urgente, fica lá para ser respondido no outro dia e a ansiedade em saber o que está acontecendo fica controlada.
Fora checar e priorizar os e-mails, o horário de descanso é sagrado! Assim como a questão financeira, saber alocar tempo para a vida pessoal é essencial para manter a sanidade e qualidade de vida do empreendedor.
Fonte: revista exame
Posted by Executive Consultoria Jr
Revista Administradores nº 22 traz especial sobre a importância da Administração para o mundo
Para coroar as festividades em comemoração ao Dia do Administrador, lançamos nesta segunda-feira (9) mais uma edição da revista Administradores. É a nossa nº 22, que vem com uma reportagem de capa especial sobre como a Administração é importante para desenvolvimento global, nos mais variados aspectos.
Vejam abaixo alguns destaques da edição:
- CAPA: Especial mostra como a Administração é o motor que move o mundo e traz casos de empreendedores de diferentes partes do Planeta que estão fazendo a diferença
- Você sabe o que é endobranding?
- Infográfico detalha o funcionamento de uma pirâmide financeira
- Experiência: como é viver sem celular
- A história empreendedora de Herbert Richers (sim, aquele das dublagens de Sessão da Tarde!)
- E ainda as sessões "O que Drucker Faria", "Fora do Quadrado"e "Contraponto" e os artigos de Henry Mintzberg, Seth Godin e Sramana Mitra, entre outros destaques
A revista é totalmente gratuita e pode ser lida no Facebook ou baixada através dos nossos aplicativos para tablets e smartphones:
- Android (Google): http://adm.to/admandroid
- Facebook: http://adm.to/admFacebook
Fonte: administradores.com
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‘Apple não inova mais’, diz designer do Mac
Ao lançar livro sobre tempos em que trabalhou com Jobs, Hartmut Esslinger diz que empresa hoje só pensa no lucro
“A Apple de hoje parece a Sony dos anos 1980, na qual um fundador visionário foi substituído por líderes que não pensam além de refinar produtos e ter lucro crescente”, disse o alemão ao site americano “Quartz”.
Antes de trabalhar para a Apple, em um regime exclusivo pelo qual recebia US$ 1 milhão por ano (em valores da época), Esslinger tinha participado do projeto de mais de 100 produtos da Sony.
Em outubro, durante a Feira do Livro de Frankfurt, o designer lançará Keep It Simple, um livro sobre os tempos em que trabalhou com Jobs. “Ele [Jobs] era um homem que não ligava para argumentos racionais quando diziam que algo não deveria ser tentado”, disse Esslinger. “Ele dizia muitos ‘nãos’, mas também dizia ‘sim’ e insistia em tentar novas coisas”.
Atualmente, Esslinger deixou o mercado e dá aulas, especialmente na China, para estudantes que encaram o 3D como a próxima grande novidade, inspirados em video games.
De acordo com ele, é do país asiático que podem vir as próximas ideias interessantes. “A primeira geração de empreendedores deles só queria fazer dinheiro, mas agora você tem caras como Richard Yu, da Huawei, dizendo que quer bater a Apple e a Samsung”, explica.
Fonte: estadão
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Sebrae e Junior Achievement levam empreendedorismo às instituições de ensino
Levar a disciplina do empreendedorismo a mais de 5 milhões de alunos dos Ensinos Fundamental, Médio e Superior até 2016 é a meta do Sebrae. Uma das estratégias para vencer esse desafio é contar com parceiros como a Junior Achievement, com quem a instituição assinou no dia 6 de agosto convênio para desenvolvimento de projetos voltados à educação empreendedora.
A parceria firmada levará, em 2013, 2014 e 2015, o Programa Miniempresa e o Programa Economia Pessoal a 60 mil estudantes dos 26 estados, mais o Distrito Federal. O Sebrae já ensinou empreendedorismo a quase dois milhões de pessoas, de crianças de apenas seis anos até empresários com negócios consolidados. Para isso, além de desenvolver metodologias próprias, como a que está sendo empregada atualmente no Pronatec Empreendedor, por exemplo, a instituição soma forças com parceiros que também tem a expertise de desenvolver competências empreendedoras em quem pretende empreender ou mesmo traçar uma carreira bem-sucedida em uma empresa.
A Junior Achievement é experiente em promover a integração entre a classe empresarial e a comunidade escolar, estimulando nas empresas a responsabilidade social, nos empresários o voluntariado e nos jovens o espírito empreendedor. O ensino prático sobre negócios e economia é respaldado por uma metodologia universal e de eficácia comprovada.
Os voluntários trabalharão com os estudantes temas atuais que mostram o mundo competitivo dos negócios, seus benefícios e complexidades. É a maneira de contribuir para o desenvolvimento dos jovens e torná-los mais preparados para o mercado de trabalho. A sinergia entre a Junior Achievement e o Sebrae resultará no fortalecimento dos valores da ética, liderança, responsabilidade, cidadania e profissionalização.
Ao final de cada ano, será realizada uma edição do Prêmio Miniempresa, competição nacional que envolve jovens de todo o país e seleciona o melhor empreendimento estudantil do Brasil. Durante o evento, os alunos vão expor e comercializar seus produtos em uma feira, na sede do Sebrae, em Brasília. Serão avaliados por jurados do meio empresarial, por diretores do Sebrae e por voluntários da Junior Achievement.
Formação
"O mercado de trabalho precisa de profissionais empreendedores, autônomos, com competências múltiplas, que saibam trabalhar em equipe, tenham capacidade de aprender com situações novas e complexas, que enfrentam novos desafios e promovem transformações", afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto. “Por isso é importante que a educação empreendedora seja parte integrante da formação dos futuros profissionais brasileiros, pois assim, desde cedo, o empreendedorismo é desenvolvido e lapidado”, conclui.
“Participar do movimento Junior Achievement é uma atividade muito especial para qualquer cidadão ou organização que valorize uma educação empreendedora e a igualdade de oportunidades para crianças e jovens. Com uma trajetória que já mobilizou milhões de pessoas em todo o mundo e no Brasil, o movimento se dedica a formar uma nova geração de empreendedores, com foco em uma atitude comprometida com o desenvolvimento sustentado da sociedade”, afirma o Presidente do Conselho Consultivo da Junior Achievement Brasil, o empresário Jorge Gerdau Johannpeter.
Fonte: administradores.com
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
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Ferramenta compara crescimento das empresas no Brasil
Entre 2007 e 2010, apenas 1,5% das empresas brasileiras criaram mais de 50% dos novos postos de trabalho no país. Esse é um dos exemplos do impacto das chamadas empresas de alto crescimento (EACs), que aumentam seu quadro de funcionários em pelo menos 20% ao ano, por um período de três anos e que possuem um mínimo de 10 funcionários no início da análise.
Além de contribuir diretamente com os empreendedores, a ferramenta faz parte da estratégia da Endeavor em promover um melhor ecossistema para o empreendedorismo no Brasil: “Governos e instituições de apoio têm mais um recurso que ilustra como as empresas de alto crescimento estão transformando o país”, diz Pamella Gonçalves, gerente de Pesquisa e Políticas Públicas da Endeavor.
Um das possíveis aplicações da ferramenta é observar o desenvolvimento das EACs e das startup’s de alto crescimento (SACs) – EACs com até cinco anos de idade – no setor da agricultura e pecuária: entre 2007 e 2010, elas aumentaram o número de funcionários em 213% e 280%, respectivamente. Uma empresa média desse setor, por outro lado, reduziu seu quadro de empregados em 11%.
Utilize a ferramenta e compare sua empresa às concorrentes do setor. Clique na imagem e confira outros cenários. As diferenças entre empresas de alto crescimento e o restante das empresas também são refletidas em indicadores de receita média. Tomando ainda o setor da agricultura como exemplo, o impacto das EACs é quase seis vezes maior: a receita operacional média é de quase R$ 2 milhões, enquanto a média do restante das empresas é pouco mais de R$ 300 mil.
A ferramenta
Além do setor da agricultura, há também informações de outros 19 setores, da indústria de transformação à saúde e educação, por exemplo. São consideradas informações sobre o número de funcionários, as receitas geradas, salários pagos, o valor adicionado, a produtividade, a idade e o número total de empresas no Brasil. Os dados utilizados são provenientes da pesquisa Estatísticas de Empreendedorismo, lançada pela Endeavor Brasil e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em novembro passado. A criação da ferramenta contou ainda com o apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
Fonte: Revista Exame
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Santander libera R$ 2 bi em crédito para pagamento de 13º salário de PMEs
Fonte: economia uol
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O que sua empresa pode conquistar com ajuda da neurociência
Aumento da produtividade
Dentro da neurociência, há um segmento chamado "cronobiologia", que consegue indentificar em quais horários do dia o organismo humano produz mais substâncias químicas para a atividade física e mental. Se o gestor souber explorar tais períodos, pode conseguir um aumento significativo de produtividade.
"A esmagadora maioria das pessoas é mais produtiva entre as 6h e as 10h e entre 16h e 20h. No restante do tempo, o corpo precisa se esforçar mais, então o volume e qualidade do trabalho são menores", explica a neuropsicóloga e fundadora da Tai Consultoria, Inês Cozzo.
Ainda segundo ela, logo depois das refeições (chamado período pós-prandial), o organismo se concentra em fazer a digestão e, por isso, neste período, as pessoas ficam com o raciocínio mais lento.
"É também quando acontece o maior número de acidentes de trabalho. Funcionários de uma empresa que conseguem tirar um cochilo logo após o almoço, voltam às suas funções com energia e concentração redobradas". Está explicado o porquê de as "salinhas do cochilo" serem tendência entre companhias inovadoras.
Evitar conflitos desnecessários
Uma pessoa tem um ciclo máximo de concentração de 15 minutos, mesmo quando está muito interessada no assunto tratado. Depois deste tempo, inevitavelmente a atenção é desviada por frações de segundo. "Acontece o tempo todo, mas você nem nota. O sol batendo no relógio de alguém que passa pela sala de reuniões pode desviar a sua atenção, mas você nem se dá conta disso", exemplifica Inês. Segundo ela, o sistema nervoso humano recebe 400 bilhões de bits (unidades de informação) por segundo, mas só libera 2 mil para o cérebro.
Fonte: administradores.com
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
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Projeto: Sebrae e CNI capacitam empresários e gestores da Indústria
Capacitar mais de 53 mil empresários e gestores do setor industrial até o final de 2015 é a meta do projeto Associa Indústria, uma parceria entre Sebrae e Confederação Nacional da Indústria (CNI). O acordo foi assinado na última terça-feira (27) e prevê cursos em áreas como sistema tributário, legislação trabalhista, normas ambientais e tarifas de energia elétrica. De acordo com o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, a ideia é unir forças entre as instituições para impulsionar o associativismo, promover a inovação e estimular o empreendedorismo. “A Indústria é uma área estratégica para o desenvolvimento do país. Reforçar a capacitação em assuntos como esses, que afetam a competitividade do setor, é uma chance de evoluir ainda mais”, explica.
A a parceria também estimula a participação e o associativismo empresarial como caminho para superar desafios setoriais comuns. “A ideia é fornecer informações e apoio técnico para que esses empresários tenham condições de desenvolver melhor sua micro ou pequena empresa”, ressalta o presidente da CNI, Robson Braga. O acordo assinado permitirá também a ampliação em três vezes o número de vagas oferecidas pelo Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA). Ele é realizado pela CNI em parceria com federações e sindicatos industriais com objetivo de fortalecer e estreitar a aproximação das entidades com os empresários do comércio de bens, serviços e turismo. Em 2012 e 2013, capacitou mais de 17 mil pessoas. A quantidade de turmas também aumentará de 331 para 1.525 nos próximos dois anos.
Outra novidade do acordo é o curso Como prevenir problemas ambientais. Ele explicará aos empresários como funcionam as políticas de licenciamento ambiental e de resíduos sólidos. Os participantes receberão orientações para evitar multas e autuações e ainda serão incentivados a participar dos sindicatos para discutir dificuldades comuns e defender coletivamente propostas de solução junto aos órgãos ambientais. O investimento previsto para a execução do projeto será de até R$ 14 milhões, dos quais 65,91% serão aportados pelo Sebrae. A expectativa é de que os empresários e gestores interessados em participar dos cursos possam aderir ao projeto a partir de janeiro de 2014. Para isso, terão que procurar o sindicato empresarial do seu setor ou a federação das indústrias de seu estado.Capacitar mais de 53 mil empresários e gestores do setor industrial até o final de 2015 é a meta do projeto Associa Indústria, uma parceria entre Sebrae e Confederação Nacional da Indústria (CNI). O acordo foi assinado na última terça-feira (27) e prevê cursos em áreas como sistema tributário, legislação trabalhista, normas ambientais e tarifas de energia elétrica.
De acordo com o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, a ideia é unir forças entre as instituições para impulsionar o associativismo, promover a inovação e estimular o empreendedorismo. “A Indústria é uma área estratégica para o desenvolvimento do país. Reforçar a capacitação em assuntos como esses, que afetam a competitividade do setor, é uma chance de evoluir ainda mais”, explica. A a parceria também estimula a participação e o associativismo empresarial como caminho para superar desafios setoriais comuns. “A ideia é fornecer informações e apoio técnico para que esses empresários tenham condições de desenvolver melhor sua micro ou pequena empresa”, ressalta o presidente da CNI, Robson Braga.
O acordo assinado permitirá também a ampliação em três vezes o número de vagas oferecidas pelo Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA). Ele é realizado pela CNI em parceria com federações e sindicatos industriais com objetivo de fortalecer e estreitar a aproximação das entidades com os empresários do comércio de bens, serviços e turismo. Em 2012 e 2013, capacitou mais de 17 mil pessoas. A quantidade de turmas também aumentará de 331 para 1.525 nos próximos dois anos. Outra novidade do acordo é o curso Como prevenir problemas ambientais. Ele explicará aos empresários como funcionam as políticas de licenciamento ambiental e de resíduos sólidos. Os participantes receberão orientações para evitar multas e autuações e ainda serão incentivados a participar dos sindicatos para discutir dificuldades comuns e defender coletivamente propostas de solução junto aos órgãos ambientais.
O investimento previsto para a execução do projeto será de até R$ 14 milhões, dos quais 65,91% serão aportados pelo Sebrae. A expectativa é de que os empresários e gestores interessados em participar dos cursos possam aderir ao projeto a partir de janeiro de 2014. Para isso, terão que procurar o sindicato empresarial do seu setor ou a federação das indústrias de seu estado.
Fonte: administradores,com
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Brasileiro troca vice-presidência do Google por 'Apple chinesa'
O diretor responsável por produtos com Android no Google, o brasileiro Hugo Barra, 36, revelou que está trocando a gigante norte- americana pela fabricante de celulares e outros eletrônicos Xiaomi, de Pequim, empresa da qual será vice-presidente global. A Xiaomi é considerada a "Apple chinesa", por fabricar smartphones parecidos com o iPhone. E seu dono, Lei Jun, foi apelidado de "Steve Jobs chinês", por cultivar a imagem do cofundador da empresa norte-americana, como o uso de jeans e camisetas escuras.
"Depois de quase cinco anos e meio no Google e quase três anos como um membro do time de Android, decidi iniciar um novo capítulo da minha carreira", escreveu o executivo na rede social Google Plus. "Em algumas semanas, vou me juntar à equipe da Xiaomi, na China, para ajudá-los a expandir seu incrível portfólio de produtos e de negócios globalmente", continuou. Seu trabalho, disse, será ainda relacionado com o Android, que é o sistema operacional do Google para smartphones e tablets.
Barra, nascido em Belo Horizonte e formado pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), foi o responsável por fazer algumas das apresentações de novos produtos do Google, como no caso do tablet Nexus 7 e de seu sucessor.
Antes de trabalhar no Google, o executivo brasileiro criou uma empresa de tecnologia de reconhecimento vocal em Boston. Fundada em 2010, a Xiaomi vende celulares, tablets e desenvolve aplicativos, especialmente focada no mercado interno chinês -onde é a marca mais popular, chegando a vender 7 milhões de aparelhos só no primeiro semestre deste ano. Um de seus aparelhos de topo de linha, o Mi 2S, chegou ao mercado equipado com a versão 4.1 do Android (Jelly Bean).
Neste mês, a empresa conseguiu mais uma rodada de financiamento, o que a fez atingir, de acordo com a Bloomberg, um valor de mercado estimado em cerca de US$ 10 bilhões.
RELACIONAMENTO
A razão pela qual Barra teria deixado o Google (além de "iniciar um novo capítulo da carreira") é alvo de especulações. Reportagem do site "AllThingsD" que fala sobre a separação de Sergey Brin, cofundador do Google, e a sua mulher, Anne Wojcicki, fez blogs relacionarem o caso a uma disputa amorosa. Brin, de acordo com o site de fofoca do Vale do Silício "Valleywag", está namorando Amanda Rosenberg, a gerente de marketing do Google Glass. A executiva seria um antigo romance de Barra, segundo a publicação.
Em 2012, Rosenberg publicou uma foto em que está abraçada com Barra em seu perfil da rede social Google.
De acordo com o "Financial Times", que ouviu uma pessoas ligada ao Google, a saída de Barra da empresa não está vinculada ao relacionamento de Brin.
Fonte: folha online
Posted by Executive Consultoria Jr














