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Produção de veículos acumula alta de 13,9% no ano

Em meio ao cenário mais fraco de vendas no mercado interno, a produção de veículos teve leve desaceleração em setembro após recorde mensal registrado em agosto.
A queda na comparação entre os dois meses foi de 2,5%, para 332 mil unidades. O volume, contudo, ainda é 15,2% superior ao registrado em setembro do ano passado (288,2 mil unidades).
De janeiro a setembro, as 2,841 milhões de unidades produzidas já representam um avanço de 13,9%, frente ao mesmo período de 2012.
Os dados foram divulgados pela Anfavea (associação das montadoras) nesta sexta-feira (4).
EXPORTAÇÕES
Neste segundo semestre as exportações têm ajudado a compensar a perda de fôlego no mercado nacional, sustentando o ritmo de produção nas fábricas.
As vendas ao exterior somaram 45,5 mil unidades --avanço de 66% na comparação com o mesmo do ano passado. No ano, o crescimento já chega a 31,6%.
Enquanto isso, o volume registrado no Brasil no mês passado, de 309,8 mil unidades, embora superior a setembro de 2012, não foi suficiente para reverter o quadro de retração no acumulado do ano, que ficou negativo (-0,3%) pelo segundo mês seguido.
Fatores como a restrições de crédito e ainda baixa confiança do consumidor têm limitado o ritmo do setor a um nível inferior ao observado nos últimos anos.
PROJEÇÕES
Diante desse cenário, a Anfavea revisou, no último mês, suas projeções e passou a prever um crescimento de 1% a 2% nas vendas de 2013. Analistas não descartam, porém, a hipótese de que o ano encerre no vermelho, o que seria o primeiro resultado negativo desde 2003.
As montadoras contam com uma possível antecipação de compras nos dois últimos meses para salvar o ano, como observado em períodos anteriores ao fim da redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). O benefício se encerra por completo em janeiro.
Para a produção, o cenário é de otimismo. A expectativa é alcançar um crescimento de 11,9% em 2013.

Fonte: folha online
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

Santander Brasil aposta no setor de PMEs para crescer

O Banco Santander Brasil, em sua política de expansão e atuação no país sul-americano, aposta no mercado de pequenas e médias empresas, fortalecido recentemente com a criação de um Ministério específico para o setor, disse nesta sexta-feira o presidente da entidade, Jesús Zabalza. "Já nos encontramos com o ministro (Guilherme) Afif Domingos. Nós somos um banco líder, atuamos no financiamento e no desenvolvimento das pequenas e médias empresas", assinalou.
Banco Santander na avenida Paulista em São Paulo O modelo de financiamento aplicado pelo Santander em outros países está sendo apresentado às autoridades brasileiras. "Aqui queremos ajudar o governo trazendo outras práticas que nós também conhecemos, do México, do Chile, da Espanha e de outros lugares do mundo", apontou. Segundo Zabalza, a ideia é desenvolver um plano conjunto e aproveitar o potencial do setor das pequenas e médias empresas no Brasil. "Achamos que um país desenvolvido necessita de pequenas e médias empresas muito desenvolvidas e fortes porque são elas que geram o emprego", pontuou o executivo.
Uma das "linhas fundamentais" para atuar no segmento, ressaltou Zabalza, é a de compras com cartões de crédito e débito, cuja plataforma está sendo desenvolvida com a GetNet, empresa recentemente adquirida pelo banco espanhol.  Zabalza afirmou que já entrou em contato com o governo para ver como colocar em prática a medida.
Zabalza acompanhou na quinta-feira o presidente mundial do banco, Emilio Botín, em reunião com a presidente brasileira, Dilma Rousseff, à qual o banco transmitiu a intenção de financiar 10 bilhões de dólares de crédito para as empresas que queiram participar de projetos estatais de infraestrutura.
Fonte: revista veja
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

Dinheiro é o fator mais importante para ser feliz no trabalho, diz pesquisa

Contrariando muitas pesquisas recentes, um estudo realizado pelo Ateliê de Pesquisa Organizacional revela que o dinheiro é o fator que mais impacta os profissionais quando se fala de felicidade no trabalho.
De acordo com o levantamento, realizado com 200 profissionais do Rio de Janeiro e São Paulo, para 78% dos entrevistados o dinheiro é um fator que se sobrepõe a todos os outros, quando se trata de felicidade no trabalho, sendo que ele possui maior peso para os cariocas do que para os paulistanos, na proporção de 84% e 73%, respectivamente.
Outros dois fatores que tornam as pessoas felizes com o trabalho, lembrando que eram possíveis múltiplas respostas, são o relacionamento com os colegas (49%) e a possibilidade de trabalhar em equipe (41%).
No que diz respeito ao sentido do trabalho, empatados em primeiro lugar, com 95% das indicações cada, estão o fato dele dar estabilidade financeira, fazer com que a pessoa se sinta útil e dar prazer. Ainda neste caso, foram citados satisfação (93%), costume (87%) e status (73%), entre outros.

Mulheres são mais felizes no trabalho

Ainda de acordo com o estudo, 79% dos entrevistados se consideram felizes ou muito felizes em relação ao trabalho, com apenas 7% se considerando infelizes ou muito infelizes.
Comparando homens e mulheres, é entre elas a maior proporção de felizes, de 84%, contra 75% deles. Já na relação entre cariocas e paulistanos, 85% dos cariocas se consideram felizes no trabalho, percentual que cai para 71% entre os paulistanos.
No que diz respeito à responsabilidade da felicidade no trabalho, para 46% dos entrevistados, ela é de responsabilidade do próprio profissional.
Fonte: economia uol(Com InfoMoney)

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