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Motorola lança projeto de celular com partes substituíveis


A expectativa da companhia é lançar o produto em fase alpha ainda neste ano, ao menos nos Estados Unidos. Interessados podem se inscrever no “Ara Scout.”

 

          
  O Project Ara, em parceria com Dave Hakkens, responsável pelo PhoneBloks, tem o objetivo de oferecer aparelhos personalizáveis

O project Ara em parceria com Dave Hakkens: responsável pelo PhoneBloks, projeto tem o objetivo de oferecer aparelhos personalizáveis.


Após o sucesso do conceito apresentado pelo PhoneBloks, que conta com quase 1 milhão de apoiadores, a Motorola resolveu lançar sua própria versão do projeto: um smartphone com componentes substituíveis.
A ideia da empresa é “fazer pelo hardware o que o Android fez pelo software: criar um ecossistema de desenvolvimento terceirizado, com menos barreiras, aumentando o ritmo da inovação e substancialmente comprimindo o tempo de desenvolvimento”, uma meta ambiciosa que reflete a integração da Motorola com o Google.
O chamado Project Ara, em parceria com Dave Hakkens, responsável pelo PhoneBloks, tem o objetivo de oferecer aparelhos personalizáveis. Ou seja, você poderá comprar peças, como um processador mais potente ou uma câmera melhor para adicionar ao seu dispositivo, em vez de ser obrigado a comprar outro.
A estrutura endo mantém todas as peças no lugar e permite a substituição dos componentes. “A endo é o quadro estrutural que mantém todos os módulos no lugar certo. Um módulo pode ser qualquer coisa: um novo processador, uma nova tela ou teclado, uma bateria extra, um oxímetro de pulso ou algo que você ainda não pensou!”, disse a empresa em seu blog oficial.
A Motorola vai entrar em contato com desenvolvedores e iniciar a criação dos módulos Ara. A expectativa da companhia é lançar o produto em fase alpha ainda neste ano, ao menos nos Estados Unidos. Interessados podem se inscrever no “Ara Scout”.
Além de facilitar a vida dos consumidores, especialmente reduzindo o custo do upgrade de smartphones, o projeto também contribui para o meio ambiente, já que reduz o descarte de celulares.
Fonte: EXAME


domingo, 3 de novembro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

Ações da Microsoft têm maior queda em 13 anos com fracasso do Windows

As ações da gigante da tecnologia Microsoft caíram mais de 12% na sexta-feira (19), maior queda em 13 anos, um dia depois da empresa de software anunciar resultados trimestrais decepcionantes devido à demanda fraca pela última versão do sistema operacional Windows e vendas do tablet Surface abaixo do esperado.
O movimento de venda dos papéis ocorre depois de um momento em que as ações atingiam máximas em relação aos últimos cinco anos e é a maior queda percentual desde abril de 2000, quando a companhia vivia uma disputa antitruste com o governo dos Estados Unidos e a bolha da Internet perdia volume rapidamente.
As perdas de sexta-feira representam cerca de US$ 36 bilhões de queda no valor de mercado da companhia em um só dia, maior do que o tamanho da rival Yahoo.
As corretoras Raymond James e Cowen & Co reduziram suas recomendações para os papéis da Microsoft para "market perform" (performance em média com o mercado) e pelo menos outras cinco cortaram os preços-alvos em até US$ 3.
A Microsoft teve lucro trimestral abaixo do esperado, prejudicado por uma baixa contábil de US$ 900 milhões relacionada ao valor de tablets Surface não vendidos, que tiveram preços de venda reduzidos para atrair compradores.
No início desta semana, a Microsoft disse que estava cortando drasticamente os preços do Surface para atrair consumidores, reduzindo o valor dos aparelhos no seu inventário.
A Microsoft lançou o Surface no ano passado em desafio ao iPad, da Apple, mas as vendas não têm cumprido expectativas.
"Os potenciais motores de crescimento da Microsoft (Windows 8, Surface) parecem estar perdendo força, enquanto entramos no ano fiscal de 2014", disse David Hilal, da FBR Capital Markets, em relatório. Ele afirmou que a receita do Windows no trimestre passado ficou 9 por cento abaixo de suas expectativas.
Fonte:uol economia

Pequenas empresas mostram como competir com companhias gigantes

A empresa italiana Luxottica produz os óculos da Ray Ban e da Oakley e armações de grifes como Chanel e Ralph Lauren. Em entrevista ao programa televisivo norte-americano "60 Minutes", o presidente da companhia, Andrea Guerra, afirmou que cerca de meio bilhão de pessoas no mundo usam seus produtos.
"A Luxottica dita a maneira como as coisas são feitas nesse mercado", diz o empresário Arthur Blaj, 25.

Mesmo reconhecendo a supremacia da marca italiana, ele e dois sócios decidiram se arriscar nesse segmento e no ano passado e abriram a fabricante de óculos Livo.
O negócio ainda engatinha: Blaj não divulga dados, mas a Folha apurou que ele tem cerca de 0,0006% (são mesmo três zeros à direita) do mercado da rival.
A novata escolheu o preço como diferencial e cobra R$ 348 pela moldura e pelas lentes. Em anúncios, diz que o cliente tem facetas diferentes e, por isso, precisa de várias armações.
Ze Carlos Barretta/Folhapress
Arthur Blaj, da Livo, empresa que faz molduras e vende óculos
Arthur Blaj, da Livo, empresa que faz molduras e vende óculos
Pequenas empresas que entram em mercados dominados por gigantes precisam se posicionar de forma a não bater de frente com concorrentes já estabelecidos.
"Se Davi tivesse usado as mesmas armas ou enfrentado Golias no campo de batalha dele, teria sido massacrado", diz Claudio Felisoni, professor de administração da Universidade de São Paulo.
As armas que os pequenos negócios têm à disposição variam de acordo com cada setor da economia.
No financeiro, por exemplo, o diferencial é o atendimento.
O conglomerado financeiro Barigui, do Paraná, entrou no ano passado no mercado de empréstimo imobiliário.
Segundo o diretor Rodrigo Pinheiro, 44, as taxas que ele oferece aos clientes não são muito diferentes daquelas que os grandes bancos cobram. Mas o serviço deles, diz, é "quase uma consultoria financeira, algo que um gerente de agência não conseguiria aplicar", afirma.
O Banco Máxima, de São Paulo, atua no mercado de crédito para que empresas construam prédios.
Quem investe em um fundo deles pode, até mesmo, ser levado para visitar as obras. É algo que os grandes bancos não conseguem fazer, diz a diretora Claudia Martinez, 37.
"Somos uma instituição pequena perto de grandes protagonistas e essa foi a maneira que encontramos para seduzir os clientes."
CHARME
Outra arma é usar o fato de ser pequeno como um atrativo. É o que Carlos Eduardi Chiari, 62, da Chácara Chiari, de Belo Horizonte, faz. Ele produz salames e presuntos e diz que sabe de qual pernil veio cada peça da produção. "Uma das coisas das quais o cliente gosta é saber que eu cuido pessoalmente de tudo."

Quando a Perdigão e a Sadia se uniram em 2009, passaram a deter, juntas, cerca de 65% do mercado de presuntos, segundo o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).
Outra fabricante do setor de frios, a Majestade, vende para os clientes de porta em porta, conta o diretor Loreni Domingos Foscarini, 65. A fábrica fica na cidade gaúcha de Sananduva e o maior contingente de clientes está no Rio Grande do Sul.
Esse enfoque regional pode ser uma saída para crescer. "Negócios pequenos devem atuar em nichos e uma região geográfica não deixa de ser um", diz Paulo Vicente Alves, professor da Fundação Dom Cabral.
O economista da Fundação Getulio Vargas Arthur Barrionuevo explica que empresas em "franjas de oligopólios", ou seja, que têm fatias pequenas de um mercado, precisam fazer com que os clientes sintam novas necessidades.
A Urbana, de São Paulo, produziu 120 bicicletas no ano passado. É o equivalente a 0,01% da produção da Caloi (foram 1,1 milhão de unidades fabricadas em 2012, de acordo com a companhia).
O dono da Urbana, Ricardo Corrêa da Silva, 35, afirma que o mercado dele é formado por pessoas que já têm uma bicicleta, a usam para ir ao trabalho, mas sentem que os modelos das grandes marcas não atendem às suas necessidades.
A estratégia foi desenvolver um modelo mais apto para cidades brasileiras, um nicho pouco explorado pelas marcas maiores, preocupadas em fazer produtos para trilhas, segundo Silva.
As bicicletas da Urbana, diz, têm detalhes como ângulos entre peças e materiais, que as tornam ideais para usar em espaços exíguos e em um asfalto esburacado.

Ze Carlos Barretta/Folhapress
O dono da Urbana, Ricardo Corrêa da Silva
O dono da Urbana, Ricardo Corrêa da Silva
A urbana mais barata custa R$ 2.450, e a mais cara sai por R$ 3.490.
Silva afirma ter notado que no último ano a grande fabricante se preocupou mais em atender quem quer pedalar nas cidades, tendo inclusive lançado um modelo que atende esse propósito.
Mas ele afirma não achar isso ruim para o negócio. "Quanto mais propaganda a Caloi fizer nesse sentido, mais vai aumentar o mercado e melhor vai ser para mim", afirma.
Para Barrionuevo, as pequenas organizações têm mais chances de emplacar à medida que os mercados nos quais elas estão inseridas crescem.
"Nos países onde o PIB é grande, os mercados são menos oligopolizados", diz.
BEBA VOCÊ MESMO
"Devo ser a menor do mercado", diz David Michelsohn, 36, sócio da cervejaria Júpiter, que ainda não foi lançada oficialmente -isso deve acontecer no mês que vem, em uma feira do setor cervejeiro.

A Júpiter, uma empresa de São Paulo, pretende colocar, por mês, 1.800 litros de cerveja no mercado, ou 0,002% do que a Ambev vendeu por mês no começo deste ano (no primeiro trimestre, foram 285 milhões de litros, segundo o primeiro balanço deste ano).
Ze Carlos Barretta/Folhapress
David Michelsohn, sócio da cervejaria Júpiter
David Michelsohn, sócio da cervejaria Júpiter
Michelsohn não se enxerga como um concorrente direto da Ambev (ou mesmo um "incômodo", na definição dele). Isso porque, no momento, não pretende vender em supermercados, mas, sim,em bares especializados.
Uma garrafa de 310 ml deve chegar nos pontos de venda (bares e restaurantes) por R$ 12. Uma lata com 350 ml de Skol custa, em média R$ 3,50 nos pontos de venda.
O economista Roberto Luis Troster explica que não se pode olhar para um mercado de uma maneira estática porque novas necessidades de consumo são criadas.
O preço médio do mercado para a cerveja pode ser relativamente baixo, mas há quem veja atributos diferentes em um produto novo e esteja disposto a pagar mais por ele. "A curva de demanda é diferente", diz.
PÉS NO CHÃO
"Estou, primeiro, construindo uma marca. Depois vou investir já sabendo qual é a minha chance real de sucesso. Se eu fracassar, não terei comprometido a educação dos meus filhos com dívidas", afirma o cervejeiro Michelsohn.

O professor de gestão de marcas da ESPM Marcos Bedendo considera que essa é a estratégia correta para negócios iniciantes que entram em setores dominados por grandes organizações.
Ele afirma que o mais importante é saber exatamente com qual foco se quer atuar.
Isso porque essas pequenas empresas não têm recursos para "abraçar o mundo" como as grandes, que podem lançar diversos produtos para vários nichos distintos.
"É melhor tentar emplacar um produto diferente e depois se estender para outras áreas", diz Bedendo.
Ilustração Carolina Daffara/Editoria de Arte/Folhapress





















ANÃS EM TERRA DE GIGANTES Os 4Ps para não ser pisoteado
ANÃS EM TERRA DE GIGANTES Os 4Ps para não ser pisoteado

Fonte: Folhaonline
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

Eu sou um profissional correto

Quando se fala em sustentabilidade, tem muita gente que ainda se pergunta qual o verdadeiro conceito ou a aplicação no dia a dia das pessoas. Mas basta pensar um pouco adiante para ver claramente que o que a atual geração faz hoje tem influência direta, seja positiva ou negativa, nas gerações que estão por vir.
De maneira simplista, agir de forma sustentável seria planejar as atitudes para que as necessidades de hoje não prejudiquem a realidade de amanhã. O papo sobre a tal da sustentabilidade vem crescendo tanto que empresas começaram a se preocupar e a investir em atitudes sustentáveis. Muito mais do que ser bem vista no mercado, já se tornou uma necessidade e, por isso, surgem novas demandas, como por exemplo, o profissional de sustentabilidade. Mas quem é essa pessoa e qual a sua importância na empresa?
Segundo o membro do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade (Abraps), Paulo Vodianitskaia, esse novo profissional é aquele que atua para que a empresa em que trabalha contribua com o retorno na eco-esfera, sociedade e na economia. "Antes de mais nada, esse profissional deve ajudar a empresa a refletir qual o seu papel na busca pela sustentabilidade, considerando tanto a sua história, seus valores e a sua visão de futuro", comenta o especialista.
"[...] sempre achei que projetos de sustentabilidade pudessem ser implantados.
Tomei a iniciativa de criar uma agenda de metas e programas que devem ser 
desenvolvidos até o primeiro semestre de 2013"
CLARA SCHNEIDER, ASSISTENTE SOCIAL

Diante disso, o próximo passo é estabelecer prioridades, com metas que assegurem um bom retorno do investimento no rumo correto para a sustentabilidade. "As metas são mensuráveis e facilmente compreendidas, desde que o trabalho inicial de reflexão tenha sido bem feito", esclarece Vodianitskaia.
Uma função ainda nova e desconhecida para muitos públicos, mas que deve ganhar cada vez mais espaço dentro das empresas, sem importar se pequenas, médias ou grandes coorporações. Isso porque o atual modo de vida é insustentável, já que a grande maioria gasta mais recursos do que o planeta pode suprir. "É lógico supor que, dentro desse cenário, a demanda por produtos e serviços mais sustentáveis crescerá continuamente, ao mesmo tempo em que a margem de manobra das empresas se torna cada vez menor", analisa o membro da Abraps que completa: "Portanto, o melhor momento para se investir em sustentabilidade é agora".

Fonte: revista gestão e negocio

Na ponta dos dedos

Os números dizem por si só: o brasileiro passa, em média, 84 minutos por dia usando o smartphone. Isso representa quase 15% a mais do que os demais usuários do planeta que ficam cerca de 74 minutos com o aparelho nas mãos. O que revela isso é um levantamento feito pelas empresas Conecta, Ibope e Win, mas de forma prática. O que isso quer dizer? A resposta é simples. No Brasil, a onda dos gadgets – como são chamados os dispositivos eletrônicos móveis – se tornou uma febre. De olho nesse mercado que não para de crescer – e deve seguir nesse ritmo por uns bons anos – se destacam as empresas desenvolvedoras de aplicativos.
Seja para o iOS da Apple ou para o Android do Google – talvez para o Windows Mobile, da Microsoft, por que não? – criar os tais “programinhas” tem se mostrado um negócio lucrativo. Exemplo disso é a empresa Kanamobi que tem em uma de suas quatro áreas de atuação a de multiplataformas que desenvolve aplicativos para tablets, smartphones e smart TVs. Em apenas quatro anos, o faturamento anual já atinge – unindo todos os segmentos da empresa – a marca de R$3,2 milhões. A meta é encerrar 2013 com R$5 milhões em negócios. “A Kanamobi é uma empresa independente e possui capital próprio. Realizamos um aporte inicial de aproximadamente R$200 mil, que foi alocado para o planejamento da empresa, captação de recursos profissionais e investimentos em tecnologia”, revela o CEO e Fundador da Kanamobi, Cristiano Kanashiro.
Como o mercado mobile vive em constante mudança, a empresa criou um evento que recebeu o nome de “Mobile Day”, um dia em que profissionais da Kanamobi se deslocam até as agências para levar informações, dados do mercado, oportunidades, tendências e cases de sucesso. Kanashiro acredita que o crescimento está ligado ao fato do negócio ter como base uma estrutura direcionada a apresentar resultados aos clientes. “Trabalhamos com um alto nível de inteligência em pesquisa, definindo perfis dos usuários e consumidores para otimizar e potencializar resultados”, complementa o executivo.
A rota para a expansão já está traçada. A ideia é criar um laboratório de aplicativos que deve permitir – no futuro – que empreendedores e start ups utilizem a estrutura para planejamento, construção e lançamento de apps – como também é chamado um aplicativo.

Fonte: revista negocio e negocio

Empreendedor aposta em camisetas diferentes e fatura R$ 1 milhão no ano passado

A ideia é simples – valorizar parcerias com artistas – e tem dado certo. A estratégia da empresa de camisetas El Cabriton é um exemplo da pequena empresa de moda alternativa de São Paulo que ganha destaque no mercado com peças autorais. O resultado aparece no caixa. A marca faturou R$ 1 milhão em 2012 e espera crescer 50% durante este ano.

Felipe Rau/EstadãoA participação em feiras também foi primordial para o crescimento da El Cabriton. Aberto em 2006, o negócio oferecia seus produtos no famoso Mercado Mundo Mix, evento alternativo de moda que ajudou a impulsionar diversos empreendedores. “Era uma ótima porta de entrada para marcas pequenas. A resposta dos produtos era muito rápida”, lembra Leandro Domenico, proprietário da marca de camisetas.

Diante do resultado positivo, a El Cabriton passou a expor em mais duas feiras na capital. “Fomos montando nossa base de clientes. Foi lá que aprendemos como empreender, como lidar com caixa, marketing. Toda nossa base vem de participações em eventos”, afirma.

Hoje, a empresa está instalada na Rua Augusta e vende cerca de duas mil camisetas por mês, incluindo as transações online. Entre as estratégias de marketing implantadas, uma delas é mantida desde a inauguração: é o ‘projeto fachada’.

“Todos os meses convidamos um artista para pintar as paredes externas da loja. Virou quase identidade e chama a atenção. Chegamos a receber quase um e-mail por dia de artistas interessados em participar desse projeto”, conta Domenico, que tem sua esposa, Erica, como sócia na empresa.

Essa parceria com artistas também é explorada em outros produtos. Em outubro, por exemplo, será lançada a quarta edição do baralho da El Cabriton. “Convidamos 54 artistas para cada um desenhar uma carta do baralho”, explica Domenico. A dica do empresário para outros pequenos empreendedores é sempre buscar um caminho diferente. “Se você não arrisca, não avança ou anda muito devagar. Meu conselho é focar em autenticidade. A parte boa do pequeno é que ele não tem que agradar a todos. E não deve”, destaca.

Estampas. Autenticidade, aliás, é um dos segredos da estilista Kelly Cristina Teixeira, proprietária da Bendita Maria – a marca faz sucesso com peças inspiradas nas roupas que a avó da empreendedora usava. “Quis trazer esse estilo para a marca, mas com estampas divertidas. O corte é mais retrô, porém, moderno. Por isso, tenho mãe e filha como clientes”, conta Kelly. Cada modelo chega a ter dez estampas diferentes. “Tem meninas que colecionam as peças e frequentam a loja em busca de estampas novas”, completa Kelly.

Apesar de vender seus produtos em lojas físicas, a empresária não pensa em abandonar as feiras das quais participa – Qualquer Coisa, na Praça Benedito Calixto, e da Como assim?!, que ocorre no Shopping Center 3, aos domingos. “Tem muito turista nas feiras e quem não consegue ir nos fins de semana pode comprar na loja também”, diz a estilista. Ela conta com a ajuda dos pais no negócio e registra lucro mensal entre R$ 20 mil e R$ 30 mil. A meta de Kelly é lançar um comércio online ainda este ano para ajudar no crescimento da Bendita Maria.

Ações. De acordo com o professor de Gestão de Marcas e Marketing Estratégico da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Marcos Bedendo, esses negócios conseguem chamar atenção, primeiro, na região onde funcionam, especialmente quando se trata de São Paulo. “Dependendo do perfil da marca, o ponto pode ajudar as pessoas a identificarem o estilo da empresa. Ela pode estar na Oscar Freire, na Vila Madalena ou no Baixo Augusta, por exemplo”, explica.

Participar de feiras semanais também é uma forma de divulgar a marca, segundo o especialista. “É uma maneira de se fixar em um lugar com um grande fluxo de pessoas. Quanto mais gente observando, melhor para a marca e para gerar o boca a boca”, diz o professor.

Fonte: Jornal O estado de São Paulo

Microempresário individual é maioria em novos negócios

Criado em 2008 para permitir a formalização de profissionais autônomos com faturamento de até R$ 60 mil por ano, o microempreendedor individual (MEI) representa a maioria das novas empresas registradas no Brasil.
Entre janeiro e março deste ano, foram abertos 428.741 negócios. Desses, 65% foram criados por MEIs. Depois, vieram as empresas individuais, com 16% do total.
O setor de serviços foi o destaque no início deste ano, responsável por 59% das empresas abertas. Em seguida, ficou o comércio, com 32% do total, enquanto a indústria registrou 8% das aberturas.
Os resultados fazem parte de estudo inédito realizado pela Serasa Experian, empresa de informações financeiras, com dados das Juntas Comerciais de todo o país.
O estudo também comparou o total de nascimento de empresas nos primeiros três meses de 2013 com o dos primeiros trimestres desde 2010.
Os dados mostram queda de 4,1% na criação de empresas no primeiro trimestre de 2013, em relação ao mesmo período do ano passado.
Segundo o economista da Serasa Experian Luiz Rabi, responsável pelo estudo, a desaceleração da economia brasileira em 2012 está entre as causas da diminuição no número de empresas abertas.
Além disso, Rabi diz que o elevado nível de emprego atual estimula menos pessoas a trabalhar por conta própria.
"Geralmente, os microempreendedores são responsáveis por pequenas lojas e serviços de manutenção. Muitas vezes, quando eles têm a possibilidade de uma ocupação, vão para o mercado de trabalho como funcionários contratados", afirma.
O economista diz acreditar que, como a lei que instituiu o microempreendedor individual é nova, o seu impacto nas estatísticas será maior com o tempo.
Editoria de Arte/Folhapress
FORMALIZADO
O eletricista José Trajano de Souza, 40, formalizou-se como microempreendedor individual neste mês. Trabalhava como funcionário até o ano passado, mas, em 2013, viu a oportunidade de aumentar os seus ganhos atuando por conta própria.
"Pouca gente tem conhecimento da minha profissão e sempre tem muito serviço para fazer", diz o eletricista.
Trajano conta que conheceu o MEI pela televisão e que foi orientado pelo Sebrae sobre como se formalizar.
Pagando R$ 32 por mês de impostos e contribuição para a Previdência, ele diz que, além da possibilidade de aposentadoria, a formalização como microempreendedor individual permite que ele possa fazer mais trabalhos.
"Vi que tem muito serviço que eu poderia pegar, mas, para conseguir o trabalho, precisava emitir nota", afirma o eletricista.

Fonte: Portal uol

Projeções para China pioram com mais sinais de desaceleração


Funcionários trabalhando em uma fábrica em Jinhua, província de Zhejiang, na China
Pequim - À medida que aumentam as evidências de que a economia da China está perdendo força, os economistas estão abandonando as estimativas otimistas de recuperação e se preparando para o que pode ser a taxa mais lenta de crescimento do país em 23 anos.
No período de cinco meses, analistas variaram de uma previsão confiante de leve aceleração na segunda maior economia do mundo, para a ponderação da chance da China não atingir a própria meta de crescimento de 7,5 por cento neste ano.
Preocupações de que a meta de crescimento de Pequim possa estar sob ameaça vieram à tona na última quinta-feira, quando pesquisa preliminar das fábricas chinesas mostrou que a atividade industrial encolheu em maio pela primeira vez em sete meses, depois que as nova encomendas domésticas e de exportação caíram.
"Sim, a meta de 7,5 por cento está sob ameaça", disse o economista da BNP Paribas Ken Peng, em Pequim.
Ao contrário dos anos anteriores, quando qualquer mudança no motor de crescimento da China era equilibrada pela intervenção pesada do governo para estabilizar a atividade, os economistas estão esperando que as coisas sejam diferentes desta vez.
Não haverá estímulo maciço como o pacote de 4 trilhões de iuanes (652 bilhões de dólares) anunciado após a crise financeira de 2008 e 2009 para estimular o crescimento, dizem analistas. Em vez disso, o líderes parecem estar bancando um ajuste da China para um novo padrão de crescimento mais lento e, espera-se, de melhor qualidade que requeira menos planejamento do Estado.
Quanto do crescimento pode perder fôlego sem uma ação do governo é difícil de prever, mas dados econômicos têm levado alguns economistas a contemplar o pior cenário, de um crescimento abaixo de 7 por cento em 2013.
As projeções de leve recuperação econômica na China eram de aceleração da atividade para 8 por cento em 2013, com impulso um pouco maior ante os 7,8 por cento do ano passado, que foi o pior nível de 13 anos.
A última vez que o crescimento da China ficou abaixo de 7,5 por cento foi em 1990, quando a economia se expandiu apenas 3,9 por cento.
sábado, 25 de maio de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

Projeto para empreendedores do governo abre inscrições


Estão abertas desde quarta (15) as inscrições para empreendedores interessados em participar do programa Inovativa Brasil. Os 20 escolhidos irão participar de cursos pela internet desenvolvidos pela ONG Endeavor, além de workshops presenciais e processos de mentoria.


O programa foi lançado em março pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior em parceria com a Endeavor e com a auditoria e consultoria McKinsey.
Ilustração Jan Limpens
Para participar do processo seletivo não é preciso ter uma empresa --ela pode ser uma ideia no papel. Como trata-se de um programa para pequenos negócios, as empresas já existentes devem ter até cinco anos de vida e faturamento de até R$ 3,6 milhões anuais.
Para se candidatar, os empreendedores deverão enviar a proposta de criação do seu negócio.
As inscrições ficam abertas até 15 de junho. Para se candidatar é preciso enviar uma proposta de ideia inovadora, um texto com as histórias dos empreendedores, qual o nicho que eles pretendem atuar, a proposta de produto e o potencial de mercado.
Mais informações e inscrições no site do projeto.

Fonte: Folha online

Conheça suas motivações para ter sucesso duradouro

Ilustração - Motivação profissional

Poucas pessoas sabem explicar claramente por que fazem o que fazem. Quando digo “por que”, não significa ganhar dinheiro, pois esse é o resultado do seu trabalho. Por que você levanta da sua cama toda manhã? Com o porquê vem a finalidade, a sua causa ou a sua crença. A base de seus porquês são os seus valores.

 

Saber do seu porquê não é a única maneira de ser bem-sucedido, mas é o único jeito de tentar manter um sucesso duradouro. Para ter clareza de seu propósito, é necessário autoconhecimento, ter noção do impacto de seu trabalho nas pessoas e, principalmente, satisfazer-se por meio das realizações de suas obras.

O ponto de partida é ter clareza de seus valores. Eles referem-se a objetivos desejáveis, guiam nossa vida e são ordenados por importância. Quando os valores pessoais são ativados, conscientemente ou não, despertam sentimentos positivos ou negativos e, principalmente, servem como balizadores para a tomada de decisão.

Simon Sinek, um dos palestrantes mais assistidos nas conferências do TED, e autor do livro Por Quê? — Como Grandes Líderes Inspiram Ação (Editora Saraiva), acredita que, se começarmos pelas perguntas erradas, se não entendermos a causa mesmo diante das respostas certas, podemos interpretá-las de forma equivocada.

No final do ano de 2013, você estará próximo de ser a mesma pessoa que é hoje, exceto por dois motivos: pelos livros que você vai ler e pelas pessoas que vai conhecer. Então, invista mais tempo em relacionamentos “ao vivo” do que em “virtuais”. E delicie-se na livraria ou na biblioteca: a informação envelhece e o conhecimento renova.

Torne o aprendizado divertido. Retemos mais coisas quando a informação é apresentada de modo criativo, interativo e interessante. Desperdiçamos muito do que nossos pares têm a oferecer por não conseguirmos ver e conhecer o seu valor. Inspire as pessoas a fazer as coisas que as inspiram.

E aqui vale uma dica: tenha medo... E siga em frente! A intranquilidade, o desassossego, a agitação são muitas vezes os responsáveis pela paralisia, pela acomodação ou pela postura de vítima.

Tenha consciência daquilo que gosta de fazer e fique atento às coisas que você faz muito bem. As pessoas que amam o que fazem normalmente são descritas como gente de sorte. Direcione sua energia a isso e você vai perceber que o tempo passará de modo diferente e prazeroso.

Então, aja como se fosse impossível fracassar!

Fonte: Revista Voce S/A

Os jovens dos sonhos das grandes empresas

Estagiários da Pepsico: a empresa foi em busca de perfis empreendedores, como Thomas da Luz (à frente)

São Paulo - O estudante Thomas da Luz, de 23 anos, que cursa o último ano de administração de empresas na Fundação Getulio Vargas, em São Paulo, é inquieto por natureza. Na adolescência, fez intercâmbio na África do Sul e na República Tcheca. Na faculdade, conciliou os estudos com a diretoria de uma empresa júnior, a monitoria de uma turma e a elaboração de um plano de negócios para uma cooperativa de catadores de lixo.
Em meio a tudo isso, sonhava em criar um negócio para aproveitar os investimentos na Copa do Mundo e na Olimpíada. Ter um emprego tradicional nunca esteve nos planos. Até que, em junho de 2012, ele foi abordado na saída da aula por um jovem de sua idade.
Quando perguntado sobre o que o faria trabalhar para uma grande empresa, disse que gostaria de empreender lá dentro, criando produtos e serviços. Após 1 hora de conversa, o pesquisador revelou que, na verdade, era recrutador da fabricante de refrigerantes e salgadinhos Pepsico. “Quer estagiar lá? A vaga é para fazer o que você deseja.” Ele topou.
Luz e outros jovens recrutados pela Pepsico em 2012 fazem parte de uma geração que anda desencantada com as grandes empresas. Até pouco tempo atrás, trabalhar em um grande grupo, com um plano de carreira estável, era o sonho de dez entre dez jovens brasileiros. Mas um time cada vez maior começa a romper com essa lógica.
Uma pesquisa inédita da Endeavor, organização global de apoio ao empreendedorismo, mostra que seis em cada dez jovens brasileiros querem ter seu próprio negócio.
É um dos índices mais altos do mundo. As universidades brasileiras também oferecem mais cursos de empreendedorismo do que a média mundial.
A edição 2012 da pesquisa Empresa dos Sonhos dos Jovens, feita pela consultoria de recursos humanos Cia de Talentos, revela que, logo abaixo de Petrobras, Google e Vale, a empresa considerada como dos sonhos foi “a minha própria empresa”. “Essa geração cresceu em um ambiente econômico mais estável.
Eles não têm medo de arriscar, e veem muitas oportunidades pela frente”, diz Clara Linhares, professora de gestão de pessoas da escola de negócios Fundação Dom Cabral. São jovens como o administrador Marcio Furtado, de 28 anos. Em 2008, ele saiu do banco de investimento Itaú BBA frustrado pela falta de oportunidades.
No mesmo ano, abriu a empresa de serviços financeiros Cash Monitor, que atende 40 clientes, como Avianca e Azul Trip. Atualmente, Furtado analisa propostas de 12 fundos de investimento. “Sempre quis ter meu negócio para aproveitar as oportunidades no mercado financeiro”, diz. 
Esse desejo de empreender é uma ótima notícia para o país, mas representa um desafio para as grandes empresas. Os jovens que sonham em ter seu negócio podem até nunca tirar os planos do papel. Mas eles relutam em aceitar ofertas de emprego tradicionais.
“Os jovens empreendedores querem ganhar dinheiro, claro. Mas, para eles, autonomia é mais importante. Poucas empresas brasileiras perceberam isso e estão preparadas para atraí-los”, diz Amisha Miller, autora do estudo da Endeavor. 
Um dos sinais dessa mudança de mentalidade é a perda de força dos programas de estágio e trainee tradicionais. Um estudo da Cia de Talentos revela que o número de inscritos nos cerca de 300 programas de trainee no Brasil caiu 30% em 2012. Para reverter o quadro, o alto escalão das empresas passou a conversar com os candidatos. João Castro Neves, presidente da fabricante de bebidas Ambev, participa de fóruns na internet e liga para convencer alguns jovens a virar trainee. 

As seleções em massa costumam ter pouco efeito com essa turma. Por isso, cada vez mais empresas seguem o caminho da Pepsico — vão até as universidades e recrutam os estudantes a dedo. A prática virou até negócio. A empresa de pesquisa paulistana Box 1824, especializada no público jovem, lançou no fim de 2011 um braço de recrutamento que levou até agora 200 jovens para grandes empresas.
Hoje, há 50 recrutadores disfarçados de estudantes em faculdades de ponta, como o Instituto Tecnológico de Aeronáutica, em São José dos Campos, o Instituto Militar de Engenharia, no Rio de Janeiro, e a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.
A ideia é descobrir, no dia a dia, quem de fato tem perfil empreendedor, o que não é fácil de perceber em uma conversa de alguns minutos em um processo de seleção tradicional. Pepsico, Ambev, Itaú e Fiat estão entre os clientes da Box 1824. 
Uma das vantagens de contratar empreendedores é sua criatividade. São pessoas que, na visão dos recrutadores, têm potencial de criar projetos ou produtos milionários. Uma forma mais segura de captar essas ideias é se associar aos empreendedores que já estão no mercado. A e.Bricks, braço de tecnologia do grupo de comunicação RBS, comprou fatias em sete startups no fim de 2012.
“Olho para o potencial do dono, que não viria trabalhar aqui de outra forma”, afirma Felipe Matsunaga, diretor de aquisições da empresa.
Uma das compradas é a Everwrite, que ajuda empresas a identificar a preferência dos internautas. Foi criada pelos mineiros Edmar Ferreira, de 26 anos, e Diego Gomes, de 27. Mesmo dentro da e.Bricks, eles têm liberdade para tocar seus projetos. O site comparador de preços Buscapé tem uma estratégia parecida.
Há dois anos, lançou o prêmio Sua Ideia Vale um Milhão, em que compra 30% de uma startup investindo 300 000 reais. A última vencedora foi a Cuponeria, site que emite cupons de desconto para empresas idealizado pela carioca Nara Iachan, que, aos 22 anos, é formada em economia com MBA em gestão. 
Depois de recrutar essa turma, o desafio é criar um ambiente que estimule o empreendedorismo. De nada adianta trazer jovens brilhantes e cheios de iniciativa para, no dia seguinte, colocá-los para fechar balanços ou outras tarefas burocráticas.
Eles demandam autonomia e um contato direto com o alto escalão para trocar ideias e pensar em projetos. O banco Santander perguntou no ano passado a um grupo de jovens funcionários promissores o que estava faltando na rotina deles.
A resposta foi acesso ao alto escalão. Desde então, foram realizados quatro encontros, o último deles com Marcial Portela, presidente do banco no Brasil. Os jovens empreendedores podem ser cada vez mais numerosos, mas não são, obviamente, o único perfil de iniciante buscado por grandes empresas.
Jovens interessados em áreas técnicas ou em gestão vão continuar a ser fundamentais para qualquer negócio. “As empresas vão continuar precisando do jovem que sonha em ser executivo”, afirma Rony Rodrigues, sócio da Box 1824. “Mas são os empreendedores que trarão novos negócios.” E é por isso que eles são os jovens que toda empresa quer ter.



Fonte: Exame
Indicação de postagem: Valmir Moraes

segunda-feira, 8 de abril de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

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