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5 dicas para incentivar a capacitação da sua equipe









                                                                                                                                                           




Como incentivar a capacitação dos funcionários?

Respondido por Eduardo Ferraz, especialista em gestão de pessoas
Há uma enorme falta de mão de obra qualificada no Brasil e muitos empreendedores pensam, equivocadamente, que apenas grandes empresas têm cacife para capacitar bem seus funcionários.
Ocorre que as pequenas e médias empresas também devem investir, mesmo com poucos recursos, na capacitação de seus colaboradores para aumentar a motivação, a produtividade e os lucros do negócio. Seguem cinco dicas para incentivar seus funcionários a melhorar a qualificação.
1. Dê o exemplo
As pessoas respeitam muito mais o líder que mantém a coerência entre o discurso e a prática diária. Se você quer sua equipe sempre em busca de melhorias, dê o exemplo, aperfeiçoe-se constantemente e mostre o resultado de seu aprimoramento.
2. Replique o conhecimento
Use a expertise de seus colaboradores e incentive que eles ensinem e transmitam seus conhecimentos aos colegas. Muitas vezes, os melhores treinamentos são dados por gente de dentro da empresa
3. Reconheça o esforço
Sempre há pessoas mais dispostas a se capacitar, seja aprendendo por conta própria, seja aproveitando mais as oportunidades de treinamento que recebe da empresa. É muito importante reconhecer esse esforço extra propiciando mais chances às pessoas dedicadas.
4. Premie a inovação
Há funcionários que usam a capacitação para trazer melhorias nos processos da empresa. Premie explicitamente por meio de bônus em dinheiro, feedbacks em público ou treinamentos especiais a quem trouxer inovações.
5. Invista em treinamentos
Há treinamentos (Sebrae, Senac, escolas técnicas) com ótimo custo-benefício disponíveis no mercado. Invista recursos nesses cursos e, se não puder treinar toda a equipe, faça um revezamento e envie um funcionário de cada vez.
FONTE: Exame.

Poucos alunos inscrevem projetos em incubadoras

Diretor do Cietec, uma das principais incubadoras de negócios do país, localizada dentro do campus da USP desde 1997, Sergio Risola, 64, diz que na verdade ele é o CEO da instituição.
No caso, "Chief Equilibrist Officer" -algo como "diretor equilibrista"-, por causa da quantidade de empresas que tem para acompanhar. São 130 empresas iniciantes de setores como biotecnologia, saúde, nanotecnologia, tecnologia da informação, engenharia, entre outros.
Em entrevista à Folha, Risola, que também é diretor da Anprotec (Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores), diz que o empreendedorismo tem se desenvolvido em todo o país, porém ainda falta mais atenção dos universitários para o tema.
Zé Carlos Barretta/Folhapress
Sergio Risola, diretor do Cietec, em laboratório na USP
Sergio Risola, diretor do Cietec, em laboratório na USP
Folha - Como o sr. vê o desenvolvimento do empreendedorismo de inovação no Brasil?
Sergio Risola: Está havendo um crescimento no Brasil todo. Veja o caso da Anprotec. A gente sempre reúne 800 pessoas anualmente para um seminário. Neste ano, porém, devemos chegar a 2.000 pessoas.
O movimento das start-ups ligadas a inovação em vários tipos de tecnologia está muito forte. Tem start-up de meio ambiente, de eletrônica, de saúde, de química.
O Cietec continua muito privilegiado por sua localização. Mas vemos coisas acontecendo fora do eixo Rio-São Paulo. Tem o Porto Digital em Pernambuco, e o ambiente de Minas Gerais vai muito bem, é o Estado que está organizando melhor esse modelo de start-ups de tecnologia.


O que está impulsionando esse crescimento?
O país está com um mercado consumidor importante.
Além disso, houve algum sucesso em arrumar um pouquinho os marcos regulatórios. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental) e o Inpi (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) fizeram algumas melhorias importantes.
Por essa conjunção de fatores econômicos, o mundo volta os olhos para o Brasil. O dinheiro dos investimentos está vindo para cá, nunca teve tanto recurso solto no mercado procurando empreendedor com um bom plano de negócios.


A academia está tendo mais visão de negócio?
Se a gente observa o que está começando a acontecer dentro de uma USP, tanto pelo lado da Agência USP de Inovação como também pelas ações da Escola Politécnica, vê que está surgindo um Media Lab aqui [em referência ao Instituto de Tecnologia de Massachusetts].
Nos últimos seis meses, o Cietec foi acionado para ter intervenções dentro da USP como nunca aconteceu.
A USP vem perdendo ponto em escalas mundiais
por um gargalo não empreendedor. Vejo que está havendo um esforço para recuperar isso.


No Cietec, quantas das empresas saem da USP?
Um terço, é um número quase histórico que sempre se mantém.


Qual a avaliação do senhor sobre esse número?
Deveria ser maior. Nas diversas faculdades dentro da USP, pedimos que levante a mão quem conhece o Cietec. Apenas dois ou três gatos pingados fazem isso. É uma vergonha...


Faltam aulas voltadas para o empreendedorismo?
Eu acredito que a tendência empreendedora venha do professor. Acho que os alunos só conseguem ter essa veia se o professor for empreendedor e tiver atitudes empreendedora. Se ele não der esse tempero, a classe não vira empreendedora. A não ser aqueles alunos fora da curva.


Que resultados a incubadora conseguiu até o momento?
Quando você vê a sobrevivência, ela é de quase 90% nas 126 empresas que nasceram aqui e foram graduadas -embora seja importante ressaltar que nem todas as empresas que passam por aqui são graduadas no final do período.
Claro que podem acontecer imprevistos, como no caso de a empresa estar embalada em uma nova tecnologia e surgir uma empresa maior que a engole. Ou então uma empresa de duas pessoas em que um morre, como já aconteceu.
Creio que faça a diferença estar em um ambiente desses, com um monte de consultores. A gente vira quase padre dos empreendedores, é quase um confessionário em que a gente fica amigo. Quando brigam, a primeira porta em que batem é na minha para um aconselhamento.


Qual a importância das startups e da inovação?
Em cinco anos as start-ups devem figurar em todos os indicadores de negócios do país. As associações vão ter de criar comitês para start-ups de química, eletrônica.
A agilidade que elas têm é seu fator mais forte, essa a capacidade de atender a novas demandas que aparecem. Elas vão crescer muito e trazer coisas maravilhosas.


Como o senhor avalia o programa Startup Brasil, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação?
Coloco mérito nessa iniciativa. O programa quer selecionar em um espaço de mais ou menos dois anos uma centena de empresas que já estejam com um pé no mercado. A ideia seria alavancar essas empresas com R$ 200 mil.
Trata-se, a meu ver, de um degrau importante. Mas tenho muitas restrições ao imediatismo com que se espera resultados. A quantidade de recursos é pequena para o que se está esperando.
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

Ações da Microsoft têm maior queda em 13 anos com fracasso do Windows

As ações da gigante da tecnologia Microsoft caíram mais de 12% na sexta-feira (19), maior queda em 13 anos, um dia depois da empresa de software anunciar resultados trimestrais decepcionantes devido à demanda fraca pela última versão do sistema operacional Windows e vendas do tablet Surface abaixo do esperado.
O movimento de venda dos papéis ocorre depois de um momento em que as ações atingiam máximas em relação aos últimos cinco anos e é a maior queda percentual desde abril de 2000, quando a companhia vivia uma disputa antitruste com o governo dos Estados Unidos e a bolha da Internet perdia volume rapidamente.
As perdas de sexta-feira representam cerca de US$ 36 bilhões de queda no valor de mercado da companhia em um só dia, maior do que o tamanho da rival Yahoo.
As corretoras Raymond James e Cowen & Co reduziram suas recomendações para os papéis da Microsoft para "market perform" (performance em média com o mercado) e pelo menos outras cinco cortaram os preços-alvos em até US$ 3.
A Microsoft teve lucro trimestral abaixo do esperado, prejudicado por uma baixa contábil de US$ 900 milhões relacionada ao valor de tablets Surface não vendidos, que tiveram preços de venda reduzidos para atrair compradores.
No início desta semana, a Microsoft disse que estava cortando drasticamente os preços do Surface para atrair consumidores, reduzindo o valor dos aparelhos no seu inventário.
A Microsoft lançou o Surface no ano passado em desafio ao iPad, da Apple, mas as vendas não têm cumprido expectativas.
"Os potenciais motores de crescimento da Microsoft (Windows 8, Surface) parecem estar perdendo força, enquanto entramos no ano fiscal de 2014", disse David Hilal, da FBR Capital Markets, em relatório. Ele afirmou que a receita do Windows no trimestre passado ficou 9 por cento abaixo de suas expectativas.
Fonte:uol economia

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