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Petrobras abre inscrições para patrocínio a projetos sociais
As inscrições podem ser feitas no site www.petrobras.com.br/ipc, onde também está disponível o regulamento da seleção pública. De acordo com a Petrobras, depois de encerradas as inscrições, a empresa fará caravanas presenciais e gratuitas, para capacitar e esclarecer dúvidas sobre a elaboração dos projetos sociais.
Serão selecionados projetos até R$ 300 mil, que promovam a garantia dos direitos da criança e do adolescente, a geração de renda, a oportunidade de trabalho e a educação para qualificação profissional. Segundo a Petrobras, do total de recursos R$ 21 milhões serão destinados à Região Nordeste, R$ 12 milhões às regiões Norte, Centro-Oeste e ao estado de Minas Gerais, e R$ 15 milhões ao Rio de Janeiro e Espírito Santo.
Na primeira edição do projeto, em 2008, foram liberados R$ 6 milhões para 126 projetos até R$ 50 mil desenvolvidos nos estados de São Paulo, do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. Em 2011, foi lançada a segunda edição, que ao longo de dois anos destinou R$ 14 milhões para 74 projetos sociais nesses quatro estados, contemplando ao todo 50 municípios.
Fonte: Administradores.com
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr
Samsung deve lançar relógio inteligente no início de setembro
A Samsung vai superar a Apple na corrida para trazer um novo aparelho eletrônico "vestível" ao mercado, ao lançar um smartwatch (relógio inteligente) no começo do mês que vem.
De acordo com diversas pessoas que conhecem seus planos, a companhia sul-coreana lançará o smartwatch Galaxy Gear no começo de setembro, antes da feira de eletrônica IFA, em Berlim.
A Samsung se recusou a comentar. A Apple, enquanto isso, vem contratando pessoal agressivamente para o projeto iWatch, nos últimos meses, mas não deve lançar o aparelho antes do ano que vem.
Embora não tenha sido o primeiro celular a oferecer navegação na internet e aplicativos, o iPhone, lançado pela Apple em 2007, resultou em forte crescimento do mercado de smartphones, que as duas empresas hoje dominam.
Nos aparelhos móveis de alto preço, como os tablets, a Samsung vem tendendo a seguir rapidamente a liderança da Apple, tática que contribuiu para as amargas disputas judiciais das duas companhias quanto a patentes.
Na computação "vestível", vista por alguns como a próxima grande tendência em aparelhos móveis, a Samsung pode ganhar vantagem sobre a rival --e usuária de seus componentes-- se conseguir convencer os compradores de que eles desejam um aparelho como o que está lançando.
Os smartwatches anteriores, como o SmartWatch, da Sony, e o Spot, da Microsoft, não conseguiram sucesso quanto a isso.
Steve Jobs, presidente-executivo da Apple até morrer em 2011, era excelente em educar os consumidores quanto a um novo mercado e criar neles o desejo de novos produtos.
Alguns observadores da Apple, entre os quais, esta semana, Larry Ellison, presidente-executivo da Oracle e grande amigo de Jobs, expressaram preocupação com a possibilidade de que a empresa enfrente dificuldade para criar inovação sem a liderança dele, e suas percepções quanto a produtos.
Embora ainda não esteja claro o que o iWatch fará, o Galaxy Gear aparentemente exibe mensagens e notificações recebidas pelo smartphone ao qual esteja vinculado.
O aparelho terá mais em comum com os relógios inteligentes de start-ups como a Pebble ou a MetaWatch do que com aparelhos vestíveis para exercícios físicos como o Fitbit, Nike Fuelband e Jawbone Up.
Daniel Kim, analista do Macquarie, disse que o smartwatch da Samsung "claramente estará disponível no futuro próximo". Mas antecipou que a onda de lançamentos de relógios inteligentes nos próximos meses, de empresas como Samsung, Apple e Sony, teria impacto muito menor que o da chegada dos smartphones ou dos tablets.
"As operadoras de telefonia ofereceram pesados subsídios aos primeiros smartphones, facilitando a proliferação nesse mercado, mas não sei se o farão para os smartwatches", ele disse. A demanda dos consumidores também pode ser limitada por umas tela que não deve ser maior que 1,8 polegada, segundo Kim.
"Não creio que a Samsung tenha grandes expectativas quanto a esse produto. Mas ter algo assim instigante no mercado antes [da concorrência] bastará, mesmo que venda apenas um milhão de unidades", disse Kim.
Um executivo da Samsung declarou alguns meses atrás que a companhia planejava lançar um smartwatch, mas não ofereceu um cronograma. O lançamento em setembro foi reportado recentemente pela Bloomberg.
Fonte: Folhaonline
Posted by Executive Consultoria Jr
Poucos alunos inscrevem projetos em incubadoras
Diretor do Cietec, uma das principais incubadoras de negócios do país, localizada dentro do campus da USP desde 1997, Sergio Risola, 64, diz que na verdade ele é o CEO da instituição.
No caso, "Chief Equilibrist Officer" -algo como "diretor equilibrista"-, por causa da quantidade de empresas que tem para acompanhar. São 130 empresas iniciantes de setores como biotecnologia, saúde, nanotecnologia, tecnologia da informação, engenharia, entre outros.
Em entrevista à Folha, Risola, que também é diretor da Anprotec (Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores), diz que o empreendedorismo tem se desenvolvido em todo o país, porém ainda falta mais atenção dos universitários para o tema.
| Zé Carlos Barretta/Folhapress |
| Sergio Risola, diretor do Cietec, em laboratório na USP |
Folha - Como o sr. vê o desenvolvimento do empreendedorismo de inovação no Brasil?
Sergio Risola: Está havendo um crescimento no Brasil todo. Veja o caso da Anprotec. A gente sempre reúne 800 pessoas anualmente para um seminário. Neste ano, porém, devemos chegar a 2.000 pessoas.
O movimento das start-ups ligadas a inovação em vários tipos de tecnologia está muito forte. Tem start-up de meio ambiente, de eletrônica, de saúde, de química.
O Cietec continua muito privilegiado por sua localização. Mas vemos coisas acontecendo fora do eixo Rio-São Paulo. Tem o Porto Digital em Pernambuco, e o ambiente de Minas Gerais vai muito bem, é o Estado que está organizando melhor esse modelo de start-ups de tecnologia.
O que está impulsionando esse crescimento?
O país está com um mercado consumidor importante.
Além disso, houve algum sucesso em arrumar um pouquinho os marcos regulatórios. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental) e o Inpi (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) fizeram algumas melhorias importantes.
Por essa conjunção de fatores econômicos, o mundo volta os olhos para o Brasil. O dinheiro dos investimentos está vindo para cá, nunca teve tanto recurso solto no mercado procurando empreendedor com um bom plano de negócios.
A academia está tendo mais visão de negócio?
Se a gente observa o que está começando a acontecer dentro de uma USP, tanto pelo lado da Agência USP de Inovação como também pelas ações da Escola Politécnica, vê que está surgindo um Media Lab aqui [em referência ao Instituto de Tecnologia de Massachusetts].
Nos últimos seis meses, o Cietec foi acionado para ter intervenções dentro da USP como nunca aconteceu.
A USP vem perdendo ponto em escalas mundiais
por um gargalo não empreendedor. Vejo que está havendo um esforço para recuperar isso.
No Cietec, quantas das empresas saem da USP?
Um terço, é um número quase histórico que sempre se mantém.
Qual a avaliação do senhor sobre esse número?
Deveria ser maior. Nas diversas faculdades dentro da USP, pedimos que levante a mão quem conhece o Cietec. Apenas dois ou três gatos pingados fazem isso. É uma vergonha...
Faltam aulas voltadas para o empreendedorismo?
Eu acredito que a tendência empreendedora venha do professor. Acho que os alunos só conseguem ter essa veia se o professor for empreendedor e tiver atitudes empreendedora. Se ele não der esse tempero, a classe não vira empreendedora. A não ser aqueles alunos fora da curva.
Que resultados a incubadora conseguiu até o momento?
Quando você vê a sobrevivência, ela é de quase 90% nas 126 empresas que nasceram aqui e foram graduadas -embora seja importante ressaltar que nem todas as empresas que passam por aqui são graduadas no final do período.
Claro que podem acontecer imprevistos, como no caso de a empresa estar embalada em uma nova tecnologia e surgir uma empresa maior que a engole. Ou então uma empresa de duas pessoas em que um morre, como já aconteceu.
Creio que faça a diferença estar em um ambiente desses, com um monte de consultores. A gente vira quase padre dos empreendedores, é quase um confessionário em que a gente fica amigo. Quando brigam, a primeira porta em que batem é na minha para um aconselhamento.
Qual a importância das startups e da inovação?
Em cinco anos as start-ups devem figurar em todos os indicadores de negócios do país. As associações vão ter de criar comitês para start-ups de química, eletrônica.
A agilidade que elas têm é seu fator mais forte, essa a capacidade de atender a novas demandas que aparecem. Elas vão crescer muito e trazer coisas maravilhosas.
Como o senhor avalia o programa Startup Brasil, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação?
Coloco mérito nessa iniciativa. O programa quer selecionar em um espaço de mais ou menos dois anos uma centena de empresas que já estejam com um pé no mercado. A ideia seria alavancar essas empresas com R$ 200 mil.
Trata-se, a meu ver, de um degrau importante. Mas tenho muitas restrições ao imediatismo com que se espera resultados. A quantidade de recursos é pequena para o que se está esperando.
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr
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O mito da consultoria para empresas que estão mal das pernas
O Brasil é um país com um grande número de empreendedores e, exatamente por este motivo, é necessário que alguns mitos corporativos sejam esclarecidos para não induzir o empreendedor iniciante ou um empresário sem experiência ao erro. Um dos principais mitos diz que somente as empresas com a área financeira prejudicada contratam consultorias. No entanto, se a empresa está mal das pernas deveria ter procurado a consultoria empresarial antes.
O principal motivo que leva uma organização a buscar este tipo de serviço é, sobretudo, o ganho de eficiência em sua atividade. De maneira menos abrangente, podemos dizer que o intuito é aumentar as vendas e a lucratividade, reduzir custos e aperfeiçoar os processos. Além disso, também é recomendada em casos de expansão, quando uma nova unidade é aberta ou na elaboração de um novo plano estratégico. Ou seja, esse serviço é contratado por aquelas que têm mais visão de mercado e querem crescer, não pelas que estão falindo.
Além do mais, essas empresas estão assim exatamente por não terem recorrido à consultoria. Muitos têm preconceito e entendem esse serviço como despesa e não como investimento. Hoje, a maioria dos que passaram por uma consultoria estão bem financeiramente e 90% deles já estavam quando procuraram orientação. Isso mostra que o empresário que procura o serviço é justamente aquele que tem mais visão de mercado e consegue tocar minimamente seu negócio.
Uma dúvida comum é saber identificar qual o momento ideal para uma consultoria. A estagnação é o indicativo principal, ou seja, quando a empresa deixou de crescer ou tem seu faturamento aumentado de maneira insignificante. O trabalho do consultor ou da equipe de consultores depende da disponibilidade do cliente e do seu objetivo, mas geralmente pode variar entre três e seis meses.
O período é diferente porque cada um dos casos é analisado de forma individual, levando em consideração as particularidades do negócio. Não existe uma ação padrão que resolva os problemas de todas as empresas da mesma maneira. A área de atuação da consultoria também é fator determinante no tempo de trabalho. Isso porque ela pode ser realizada em apenas um dos setores. Obviamente que uma consultoria completa, que vai desde o planejamento estratégico até a estrutura dos processos de operação, é muito mais eficaz. Contudo, é totalmente possível realizar o serviço por etapas.
Talvez a fase mais difícil para consolidar as mudanças planejadas seja a que depende do engajamento dos colaboradores. Por isso, é necessário que o empresário seja transparente com os gestores e apresente o consultor como alguém que veio propor melhorias para o crescimento, e não como uma pessoa que irá propor corte de empregos. Afinal, se as mudanças acontecerem e a empresa crescer, ela vai precisar de mais e não menos funcionários.
Para finalizar, é importante ressaltar que não se pode sentir vergonha de procurar ajuda. Se a empresa realmente estiver mal das pernas, o consultor atuará como um médico, fazendo com que ela se recupere e volte a andar sozinha. Caso ela esteja bem, o profissional agirá como um treinador de maratonista, fazendo com que a instituição corra mais rápido e conquiste posição de destaque no pódio.
Leonardo Zamariola é economista e consultor empresarial do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Educação Corporativa (IBDEC)
Fonte: Portal do Administrador
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr
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Consumo de calçados vai movimentar R$ 40 bi, sendo maior parte da Classe C
Os brasileiros devem gastar R$ 40 bilhões com calçados neste ano, um crescimento de 10% em relação ao ano anterior, de acordo com estimativas do Pyxis Consumo,ferramenta de dimensionamento de mercado do IBOPE Inteligência. Esse consumo representa um gasto por habitante de R$ 245,68.
Potencial anual de consumo para calçados por classe
Classe
|
Número de domicílios em área urbana
|
% Domicílios
|
Potencial de consumo
(R$ milhões)
|
% Potencial de consumo
|
A
|
1.398.055
|
2,72
|
3.882,16
|
9,63
|
B
|
12.916.180
|
25,11
|
16.152,09
|
40,05
|
C
|
27.040.220
|
52,56
|
17.038,22
|
42,25
|
DE
|
10.087.588
|
19,61
|
3.258,54
|
8,08
|
Brasil
|
51.442.043
|
100
|
40.331,01
|
100
|
Fonte: Pyxis Consumo – Versão 2013 - IBOPE Inteligência
Por região, o Sudeste apresenta o maior potencial de consumo de calçados: R$ 20 bilhões, o que equivale a metade dos gastos projetados para o país. O Nordeste é o segundo maior consumidor, com potencial estimado em R$ 7,3 bilhões (18%) e, em seguida, aparece a região Sul, com potencial de R$ 6,7 bilhões (17%).
Potencial anual de consumo para calçados por região
Região
|
Potencial de consumo
(R$ milhões)
|
% Potencial de consumo
|
Consumo per capita
R$/hab por ano
|
Norte
|
2.427,27
|
6,02
|
200,05
|
Nordeste
|
7.340,99
|
18,20
|
185,38
|
Sudeste
|
20.379,40
|
50,53
|
268,22
|
Sul
|
6.769,60
|
16,79
|
287,48
|
Centro- Oeste
|
3.413,75
|
8,46
|
264,56
|
Brasil
|
40.331,01
|
100
|
245,68
|
Fonte: Pyxis Consumo – Versão 2012 - IBOPE Inteligência
Quando os dados de classe e região são cruzados, o Sudeste apresenta o maior potencial de consumo, representado pelas classe B (R$ 9 bilhões) e classe C (R$ 8,2 bilhões). O menor consumo de calçados no país, de acordo com o Pyxis Consumo, será da classe A, da região Norte, projetado em R$ 204,17 milhões.
Potencial de consumo por classe e região
Classe
|
Sul
(R$ milhões)
|
Sudeste
(R$ milhões)
|
Nordeste
(R$ milhões)
|
Norte
(R$ milhões)
|
Centro Oeste
(R$ milhões)
|
A
|
748,60
|
1.959,55
|
547,83
|
204,17
|
422,00
|
B
|
2.824,26
|
9.057,90
|
1.985,30
|
841,82
|
1.442,82
|
C
|
2.804,67
|
8.210,43
|
3.617,01
|
1.091,18
|
1.314,93
|
DE
|
392,06
|
1.151,52
|
1.190,85
|
290,10
|
234,00
|
Total
|
6.769,60
|
20.379,40
|
7.340,99
|
2.427,27
|
3.413,75
|
Fonte: Pyxis Consumo – Versão 2012 - IBOPE Inteligência
O potencial refere-se apenas ao consumo domiciliar, ou seja, às compras de pessoa física junto a varejistas do ramo e inclui calçados masculinos (social, chinelo e sandália), calçados femininos (social, bota, sandália, tamanco, chinelo e sapatilha), calçados esportivos (tênis e sapatênis adulto) e calçados infantis (tênis, sandália, sapato, bota, chinelo e sandália).
Portal do empreendedor
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr
A importância de uma Empresa Júnior na vida de um universitário!
A Empresa Junior na vida de um universitário é de suma importância. Este tem a chance de adquirir algo que não se aprende em sala de aula: a PRÁTICA. O estudante tem a grande oportunidade de realizar aquilo que aprendeu em sala de tal forma que irá absorver experiência suficiente para se tornar um bom profissional na sua área.
Digamos que é uma relação em que ambas as partes saem beneficiadas. O estudante tem como beneficio o seu desenvolvimento profissional e pessoal e a empresa tem como o beneficio o seu crescimento.
A empresa Junior é aberta aos universitários que tenham vontade em participar, porém, existem ainda algumas barreiras entre os estudantes com essas empresas, entre elas o fator remuneração que é a mais preocupante. Ainda existem muitos jovens que não querem ingressar numa destas empresas simplesmente por não serem recompensados com uma remuneração por parte das atividades realizadas dentro da empresa.
O que estes jovens não sabem, é que, ao invés de receber uma remuneração pelas suas atividades, a recompensa surge em forma de aprendizado, que é extremamente difícil encontrar em estágios remunerados, principalmente para aqueles que ingressaram a pouco tempo em uma Universidade.
Para aqueles que resolvem desafiar e ingressar na Empresa Junior tem a oportunidade de se tornar um profissional mais cedo do que os demais, de estar um passo a frente no mercado de trabalho e ainda traçar o seu plano de carreira de tal forma que já comece a segui-la a partir do seu aprendizado na empresa. O mercado de trabalho esta cada vez mais competitivo, então, um diferencial no seu currículo é essencial, desde que haja empenho e dedicação em todas as suas atividades. Dizem que o mercado está saturado, porém não é esse o problema atual e sim a falta de profissionais dedicados, empenhados e proativos.
Em uma Empresa Junior, o universitário tem a chance de seguir carreira profissional desde cedo. Com um programa Trainee bastante proveitoso, o estudante irá, como já dito anteriormente, aplicar a teoria na prática e adquirir competências que, no mercado de trabalho, são essenciais para se ter o tão sonhado emprego. Pró - atividade, Profissionalismo, Postura e Criatividade são algumas das muitas competências que um membro adquiri durante a sua jornada em uma Empresa Junior.
Um dos pontos fortes que os membros adquirem numa Empresa Junior é a liderança e o trabalho em grupo. Aprendem que um líder não é aquele que delega as atividades e espera que o trabalho saia conforme ele almeja e sim seguir o estilo democrático do líder, ou seja, é um membro parceiro de toda a equipe, com a total participação do grupo. Outro ponto forte também durante seu aprendizado é o companheirismo. Sabemos que a empresa não ascende sozinha, mas sim com toda a equipe unida formando assim o conceito de uma Organização, que é um grupo de pessoas em prol de um objetivo comum: o crescimento.
Para quem começou a ingressar na Universidade, não perca a oportunidade de ingressar numa empresa Junior, você só tem a ganhar. Aprenda a fazer o difícil, pois o fácil todo mundo sabe fazer, tenha o seu destaque no mercado de trabalho.
Lembre-se: ‘O seu futuro é você quem faz, então, que seja este o seu primeiro grande desafio!’’
Não seja mais um no mercado de trabalho, faça a diferença, aceite este desafio, entre em uma Empresa Junior!!!!
A empresa Junior é aberta aos universitários que tenham vontade em participar, porém, existem ainda algumas barreiras entre os estudantes com essas empresas, entre elas o fator remuneração que é a mais preocupante. Ainda existem muitos jovens que não querem ingressar numa destas empresas simplesmente por não serem recompensados com uma remuneração por parte das atividades realizadas dentro da empresa.
O que estes jovens não sabem, é que, ao invés de receber uma remuneração pelas suas atividades, a recompensa surge em forma de aprendizado, que é extremamente difícil encontrar em estágios remunerados, principalmente para aqueles que ingressaram a pouco tempo em uma Universidade.
Para aqueles que resolvem desafiar e ingressar na Empresa Junior tem a oportunidade de se tornar um profissional mais cedo do que os demais, de estar um passo a frente no mercado de trabalho e ainda traçar o seu plano de carreira de tal forma que já comece a segui-la a partir do seu aprendizado na empresa. O mercado de trabalho esta cada vez mais competitivo, então, um diferencial no seu currículo é essencial, desde que haja empenho e dedicação em todas as suas atividades. Dizem que o mercado está saturado, porém não é esse o problema atual e sim a falta de profissionais dedicados, empenhados e proativos.
Em uma Empresa Junior, o universitário tem a chance de seguir carreira profissional desde cedo. Com um programa Trainee bastante proveitoso, o estudante irá, como já dito anteriormente, aplicar a teoria na prática e adquirir competências que, no mercado de trabalho, são essenciais para se ter o tão sonhado emprego. Pró - atividade, Profissionalismo, Postura e Criatividade são algumas das muitas competências que um membro adquiri durante a sua jornada em uma Empresa Junior.
Um dos pontos fortes que os membros adquirem numa Empresa Junior é a liderança e o trabalho em grupo. Aprendem que um líder não é aquele que delega as atividades e espera que o trabalho saia conforme ele almeja e sim seguir o estilo democrático do líder, ou seja, é um membro parceiro de toda a equipe, com a total participação do grupo. Outro ponto forte também durante seu aprendizado é o companheirismo. Sabemos que a empresa não ascende sozinha, mas sim com toda a equipe unida formando assim o conceito de uma Organização, que é um grupo de pessoas em prol de um objetivo comum: o crescimento.
Para quem começou a ingressar na Universidade, não perca a oportunidade de ingressar numa empresa Junior, você só tem a ganhar. Aprenda a fazer o difícil, pois o fácil todo mundo sabe fazer, tenha o seu destaque no mercado de trabalho.
Lembre-se: ‘O seu futuro é você quem faz, então, que seja este o seu primeiro grande desafio!’’
Não seja mais um no mercado de trabalho, faça a diferença, aceite este desafio, entre em uma Empresa Junior!!!!
Fonte: Portal do Administrador
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr
Como transformar projetos em resultados?
"A única forma de você implementar a inovação é através de projetos. E se você não gerenciá-los, eles não vão ser bem implantados e não vão gerar a vantagem competitiva que você precisa", afirma especialista
O brasileiro Ricardo Vargas, que preside o Project Management Institute (PMI), concedeu uma entrevista ao Administradores.com em que explica o que, de fato, é o gerenciamento de projetos, sua importância e como ele pode ser decisivo para o cotidiano do mundo corporativo e o desenvolvimento do Brasil.
O que é, de fato, o gerenciamento de projetos?
O gerenciamento de projetos, nada mais é do que uma técnica e um modelo que serve para você administrar projetos. E o que é um projeto? O projeto, nada mais é do que algo temporário e único. Talvez a melhor forma de você entender o conceito de gerenciamento de projetos, é entendê-lo através da comparação com a rotina. O que é uma rotina? Uma rotina é algo que você faz repetidas vezes, e por repetir daquela forma, você se torna mais rápido, mais hábil, mais preciso e etc. O que é o projeto? O projeto é o oposto da rotina. O projeto é aquilo que você não faz todo dia, é aquilo que você não tem habilidade específica e por isso precisa de um esforço gerencial diferenciado. Você precisa trabalhar de uma forma diferente, você precisa entender os riscos, o escopo, os prazos. Gerenciamento de projetos é o que? É uma disciplina, onde as melhores práticas pra que você administre bem os seus projetos são estabelecidas. Então essa disciplina começa a fazer parte das organizações.
Qual a importância dessa atividade para as empresas?
As empresas hoje estão infinitamente mais voltadas pra projetos do que para rotinas. Então a importância dessa atividade é crucial pra que ela consiga administrar seus novos empreendimentos. Então a importância dessa atividade para as empresas é permitir com que a empresa alcance um novo patamar de competividade através da inovação. E a única forma de você implementar a inovação é através de projetos. E se você não gerenciá-los, esses projetos não vão ser bem implantados, não vão produzir inovação e não vão gerar a vantagem competitiva que você precisa.
Várias obras de grande porte estão em andamento no Brasil e outras devem vir por aí. Historicamente, entretanto, esses são processos muito lentos, sofrem com corrupção, serviços mal feitos entre outras coisas. Falta capacidade ao poder público para gerenciar projetos de grande porte?
Eu queria até ser mais amplo. Eu acho que falta uma capacidade geral, não só do poder público, do governo, mas também das organizações, instituições, em gerenciar atividades extremamente complexas, grandes. Por quê? Hoje temos um problema com a falta de talento, a falta de profissionais qualificados. E isso não é um problema exclusivo do Brasil, isso é um problema mundial. Hoje nós temos um problema de falta de talentos muito grande, um problema de aumento da complexidade, dos riscos, dinâmica de mercado. Ou seja, o mercado está variando e está sofrendo alterações de uma forma muito mais dinâmica, então isso tem aumentado enormemente a complexidade do que se tem feito. Você envolve muitos fornecedores, muitos parceiros, muitas entidades, e com isso a transparência pode estar comprometida, abrir espaço pra atividades ilícitas. Então isso tudo gera um cenário muito mais complexo do que o cenário tradicional que nós estamos costumados, por isso o desafio, e por isso que obras de grande porte precisam de um gerenciamento de projetos extremamente efetivo, competente e presente.
E quanto às empresas brasileiras: de modo geral, elas gerenciam bem seus projetos?
Eu queria dizer que de modo geral elas não gerenciam bem seus projetos. Porque quando você gerencia bem, efetivamente, com resultado, você cresce de forma exponencial. E claro que algumas empresas brasileiras estão fazendo isso muito bem. Mas o que a gente vê no mundo, como um todo, é um desenvolvimento mediano desses projetos, por isso que eu volto a dizer e repito: se as empresas começarem a pensar nisso e investirem mais na gestão de projetos, essas empresas vão conseguir um sucesso muito maior. Então, queremos dizer que nós não estamos atrás, mas também não somos líderes e pioneiros nessa área.
Quais as principais características de um projeto bem gerenciado?
Um projeto bem gerenciado tem, na verdade, duas coisas que ele atende. A primeira coisa é quando a gente fala em gestão do projeto. Ele cumpre prazos, escopo do que tem que ser feito, cumpre orçamento, é administrado dentro um de patamar tolerável de risco. Agora, além disso tudo, nós temos que falar também dentro desse conceito de projeto, do conceito de gestão de portfólio: aquele projeto tem um business case viável, inteligente e realista. Porque não adianta eu realizar bem no prazo e no orçamento aquilo que não tem nada a ver e não reflete a realidade organizacional. Por exemplo, o que adianta hoje eu ser o melhor fabricante do mundo de disco de vinil se disco de vinil não vende? Eu preciso entender até quando eu consigo agregar e produzir valor em cima desse cenário. Então o projeto bem gerenciado é aquele que não só cumpre prazo e orçamento, como entrega o benefício previsto e esperado.
Fonte: Administradores.com
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr
Empresa brasileira investe em produção pioneira de cápsulas de café
O Brasil é o maior produtor mundial de café, responsável por 33% de toda a produção global. Só em 2012, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o país colheu uma safra recorde de 50,83 milhões de sacas de 60 quilogramas do produto.
Dentro desse mercado sempre em expansão, a empresa brasileira Leonardi saiu na frente e apresenta aos torrefadores cápsulas biodegradáveis de café. A proposta é terceirizar a fabricação da bebida em cápsula com o objetivo de prover a diversificação dos produtos que os torrefadores oferecem aos seus clientes. Por meio da aplicação de uma tecnologia italiana, a Leonardi industrializa o café com fechamento individual, conservando, assim a qualidade, aroma e sabor. “O mercado de café está em constante transformação e nosso principal objetivo é estimular o desenvolvimento de cápsulas de café no Brasil, defender o setor de torrefação nacional e se posicionar neste segmento que, atualmente, é comandado por empresas estrangeiras”, reforça Monica Leonardi, que atua há 25 anos no ramo.
Nos últimos dez anos, o mercado de cafés especiais cresceu consideravelmente. Muitos produtores de café verde entraram no segmento de torrado com seus produtos, vindo a somar com os torrefadores já existentes. “O Brasil já se consolidou como o primeiro, maior produtor mundial e segundo maior consumidor de café. Com esse novo desafio, desejo dar a oportunidade do consumidor degustar o produto nacional, agora também em cápsulas. Nosso maior foco é manter a qualidade do cafezinho brasileiro, a preocupação com a saúde e a responsabilidade com o meio ambiente, por meio de embalagens biodegradáveis”, explica a empresária.
O custo de cada produto promete ser competitivo e inicialmente em doses duplas. A expectativa de produção para o primeiro ano é de 3 milhões de cápsulas. “Trata-se de uma grande oportunidade ao mercado, já que o processo de café expresso em cápsulas é um projeto inovador no mercado brasileiro. A proposta vem agregar valor aos diversos estabelecimentos que fornecem o produto na xícara, proporcionando padronização e facilidade de manuseio no preparo da bebida”, completa Mônica.
Fonte: Empreendedor.com
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr
Turismo no Brasil faturou 13% a mais em 2012, aponta FGV
O setor do turismo teve um crescimento de 13,1% no faturamento em 2012 na comparação com o ano anterior, divulgou nesta quinta-feira (6) o Ministério do Turismo. Para 2013, a expectativa é de expansão menor, para 7,5%. Um indicador dessa desaceleração é a evolução do quadro de funcionários, que avançou 4,1% em 2012. Para 2013, a expectativa de alta é de 3%.
De acordo com coordenador do Núcleo de Turismo da FGV, Luiz Gustavo Barbosa, o setor é geralmente conservador em suas estimativas, por isso uma expectativa de crescimento menor neste ano, apesar de eventos como a Copa das Confederações.
O levantamento também apontou uma inflação de 9,6% nos preços do setor, mais alta do que a inflação oficial de 5,84% apurada pelo Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA). Já os custos avançaram 12% no ano passado.
Para 2013, a expectativa é de alta de 3,8% nos preços praticados pelo setor. Já a expectativa de inflação oficial é 5,2%, de acordo com a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Os custos devem aumentar 4,7% no período.
De acordo com o ministro do Turismo, Gastão Vieira, "o levantamento indica para este ano elevação esperada de custos abaixo da expectativa de aumento de faturamento, que é de 7,5%, o que indica espaço para novos investimentos".
INVESTIMENTO
A pesquisa aponta que todas as empresas pretendem investir em 2013, sendo que essa aplicação corresponderá, em média, a 13,3% do faturamento.
Isso significa algo em torno de R$ 7 bilhões, avaliou o coordenador da pesquisa na FGV, Luiz Gustavo Barbosa. O economista da FGV apontou algumas das razões para as "expectativas otimistas em relação à expansão de negócios". Entre elas estão a retomada do crescimento da economia brasileira, a estabilidade econômica e o aumento de demanda por viagens da nova classe média.
MEDIDAS
O Ministério do Turismo prometeu anunciar em breve uma série de medidas para estimular o setor. As medidas afetariam tanto a demanda quanto a oferta, explicou o ministro Gastão Vieira. "Para resolver o problema da oferta, abrimos linha em bancos oficiais para hotéis", citou Vieira.
Além disso, a pasta pretende abrir uma linha dentro do Fundo Geral do Turismo (Fungetur) para que pequenos estabelecimentos possam "se ampliar e se modernizar", disse.
Na outra ponta, o Ministério também pretende "estimular o brasileiro a fazer turismo". Para tanto, no início de julho será anunciado o Viaja Mais Melhor Idade.
O programa disponibilizará uma linha de crédito para idosos na Caixa Econômica Federal e no Banco do Brasil. Os recursos, que poderão ser pagos em até 48 prestações, servirão para compra de pacotes turísticos de operadoras privadas. Além disso, o Ministério estuda um projeto semelhante para os jovens e para trabalhadores. Este último em consonância com o Ministério do Trabalho, já "está em estudo desde o ano passado".
"Essas medidas vão fazer efeito a médio prazo em um mercado que está aquecido e oferece oportunidade desde já", completou Vieira.
Fonte: Folhaonline.com
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr
















