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Existe um botão de desligar


Os feriados são dias mágicos, e não somente porque o sol está brilhando ou a neve está caindo. Se você aproveitar a oportunidade, também pode ser por causa do silêncio: o smartphone pode estar desligado e nada de mensagens "você tem e-mail!".



Você aproveitou? Você aproveita essas oportunidades durante o trabalho, mesmo que seja por apenas alguns minutos? Ou você é outro prisioneiro da nova mídia eletrônica, incapaz de manter o mundo digital afastado do seu mundo?
Iphones, iPads, Blackberries, Androids, Kindles e todos os outros estão transformando as nossas vidas, e não somente no trabalho. Mesmo assim, acredite se quiser, praticamente não existem estudos sobre o efeito que eles causam à gestão e a gestores. Nós escrevemos este artigo acreditando que essas tecnologias, como várias outras, oferecem benefícios óbvios acima das ameaças sutis, e um gestor precisa compreendê-las.
Nós analisamos esse assunto de duas perspectivas diferentes, porém complementares. Um de nós (Henry) publicou dois livros sobre gestão, o primeiro em 1973 chamado A natureza do trabalho de gestão (The nature of managerial work) e o segundo em 2009 chamado Managing; ambos foram baseados em estudos empíricos sobre o dia-a-dia do trabalho de um administrador. O outro (Peter) estudou amplamente o impacto da tecnologia da informação no ato de tomar decisões, como descrito em diversos artigos. Nós combinamos nossos esforços para oferecer alguma especulação bem informada sobre a maneira que essas novas tecnologias estão influenciando o gestor e a Administração. Sugerimos que você considere o seu próprio uso da mais relevante dessas tecnologias, o e-mail, como sugerido abaixo.
Analise a si mesmo para tornar-se parte da solução
Realize o seguinte exercício para determinar se você é parte do problema ou da solução e para medir o quão realmente importantes são as mensagens que você envia e recebe. Os resultados podem surpreendê-lo. Faça três cálculos: (1) a sua taxa entre envios/recebimentos: a quantidade de mensagens que você enviacomparada com a que você recebe; (2) a sua taxa de iniciação: a porcentagem de conversações que você inicia ao invés de somente responder; (3) a sua taxa de ação-obrigatória: a fração de mensagens que necessitam de alguma ação de sua parte (normalmente uma resposta ou encaminhamento).
Por exemplo, um de nós (Peter), fez as contas pela sua primeira semana de trabalho esse ano e surpreendeu-se com o resultado. Ele recebeu 294 e-mails, fora aqueles retidos pelos filtros de spam. 20% destes foram gerados por sistemas de mensagem; os outros vieram de remetentes diversos. Foi uma semana razoavelmente leve, mas uma base de estudos interessante, pois não havia conversações em andamento da semana anterior (devido aos feriados). Durante essa semana, 64 e-mails foram enviados para 76 recipientes, gerando uma taxa de envios/recebimentos de 1:4.6. Das mensagens enviadas, 33 eram respostas para algumas das 294 mensagens recebidas (um pouco menos de 10%), 13 eram mensagens recebidas e encaminhadas para alguma outra pessoa responsável por lidar com elas (cerca de 5%) e 18 eram conversações iniciadas (6% do total recebido).
Resumindo, dos 294 e-mails recebidos, somente 46 (cerca de 15%) necessitavam de ação imediata, 107 (cerca de um terço das mensagens) não foram sequer lidas (o título da mensagem já comunicava o necessário, a informação era obsoleta ou a mensagem não passou pelo filtro pessoal de junk-mail) e o resto (cerca de metade) poderia ser classificado como "informação relevante" (o que por sua vez pode requerer mais tempo e atenção).
Assumindo que cada um dos 46 itens de ação obrigatória necessita de algum raciocínio, pode-se demorar uma média de 10 minutos para lidar com cada um. Essa soma chega a quase um dia de trabalho inteiro. Adicione isso às 18 conversações iniciadas, onde gasta-se cerca de 15 minutos em cada, e você tem outro dia de trabalho inteiro. Se você contar um minuto por mensagem para fazer a triagem dos 294 e-mails, você gastou quase metade de uma semana de trabalho de 40 horas só lidando com e-mails! Agora vamos dizer que essas estimativas são o dobro do que elas deveriam ser. Mesmo assim, vinte por cento da semana de trabalho é consumida lidando com e-mails.
O lado bom da TI
Nós sabemos que o esforço de administrar está fortemente ligado à comunicação: estudos sugerem que gestores de vários níveis passam ao menos metade do seu tempo coletando, recebendo e disseminando informação. E todos nós beneficiamos da maneira que novas tecnologias podem aumentar a velocidade e alcance dessa comunicação através do mundo inteiro. Quem, hoje em dia, consegue administrar sem elas?
Estudos de Administração, alguns com mais de cinquenta anos, já deixavam claro que a gestão é caracterizada por variedade, brevidade, fragmentação, um ritmo rápido e frequentes interrupções. A atenção é frequentemente desviada de uma atividade a outra em uma tentativa de atender a demandas conflitantes. Administradores podem perder bastante eficiência graças a essa atenção dispersa. Na verdade, o primeiro desses estudos, de autoria de Sune Carlson observou diretores administrativos em corporações suecas no fim dos anos 1940 - enquanto o primeiro computador ainda estava sendo desenvolvido - e descobriu que eles já estavam inundados por relatórios.
A computação móvel parece bastante direcionada para o modo de trabalho do administrador. Isso ajuda a explicar o enorme sucesso de vendas de Blackberries e smartphonesentre administradores. Essas tecnologias permitem a eles lidar mais eficientemente com as várias demandas e usar os momentos entre interrupções para completar suas tarefas enquanto ainda deixam algum espaço livre para contemplação.
Então, para o administrador que trabalha em um ambiente apressado e fragmentado, a TI móvel é bastante importante. Essa tecnologia, especialmente o Blackberry e os smartphones, parecem ter sido criadas com eles em mente. Falando apenas sobre o e-mail, o número aproximadamente que circula na internet por dia é de 247 bilhões (www.radicati.com), e com isso, a importância e o custo dessa quantidade se torna mais claro. Como qualquer novo avanço tecnológico, existem efeitos não-intencionais, mas danosos dessa tecnologia no trabalho de gestão. E no fim das contas o que importa é: você será uma parte do problema ou da solução?

Fonte: Administradores.com

Consumo de calçados vai movimentar R$ 40 bi, sendo maior parte da Classe C

Os brasileiros devem gastar R$ 40 bilhões com calçados neste ano, um crescimento de 10% em relação ao ano anterior, de acordo com estimativas do Pyxis Consumo,ferramenta de dimensionamento de mercado do IBOPE Inteligência. Esse consumo representa um gasto por habitante de R$ 245,68.
Às vésperas da Francal – Feira Internacional da Moda em Calçados e Acessórios, que ocorre entre os dias 9 e 12 de julho, em São Paulo, o Pyxis Consumo revela que a classe C possui maior potencial de consumo (R$ 17 bilhões), 42% do total do país, ao contrário do ano anterior, em que a classe B possuía o maior potencial. Agora, segunda colocada, a classe B tem um potencial projetado em R$ 16 bilhões ou 40% dos gastos nacionais, e a classe A, R$ 3,8 bilhões (10% do consumo total do Brasil).
Potencial anual de consumo para calçados por classe
Classe
Número de domicílios em área urbana
% Domicílios
Potencial de consumo
(R$ milhões)
% Potencial de consumo
A
1.398.055
2,72
3.882,16
9,63
B
12.916.180
25,11
16.152,09
40,05
C
27.040.220
52,56
17.038,22
42,25
DE
10.087.588
19,61
3.258,54
8,08
Brasil
51.442.043
100
40.331,01
100
Fonte: Pyxis Consumo – Versão 2013 - IBOPE Inteligência
Por região, o Sudeste apresenta o maior potencial de consumo de calçados: R$ 20 bilhões, o que equivale a metade dos gastos projetados para o país. O Nordeste é o segundo maior consumidor, com potencial estimado em R$ 7,3 bilhões (18%) e, em seguida, aparece a região Sul, com potencial de R$ 6,7 bilhões (17%).

Potencial anual de consumo para calçados por região
Região
Potencial de consumo
(R$ milhões)
% Potencial de consumo
Consumo per capita
R$/hab por ano
Norte
2.427,27
6,02
200,05
Nordeste
7.340,99
18,20
185,38
Sudeste
20.379,40
50,53
268,22
Sul
6.769,60
16,79
287,48
Centro- Oeste
3.413,75
8,46
264,56
Brasil
40.331,01
100
245,68
Fonte: Pyxis Consumo – Versão 2012 - IBOPE Inteligência


Quando os dados de classe e região são cruzados, o Sudeste apresenta o maior potencial de consumo, representado pelas classe B (R$ 9 bilhões) e classe C (R$ 8,2 bilhões). O menor consumo de calçados no país, de acordo com o Pyxis Consumo, será da classe A, da região Norte, projetado em R$ 204,17 milhões.



Potencial de consumo por classe e região

Classe
Sul
(R$ milhões)
Sudeste
(R$ milhões)
Nordeste
(R$ milhões)
Norte
(R$ milhões)
Centro Oeste
(R$ milhões)
A
748,60
1.959,55
547,83
204,17
422,00
B
2.824,26
9.057,90
1.985,30
841,82
1.442,82
C
2.804,67
8.210,43
3.617,01
1.091,18
1.314,93
DE
392,06
1.151,52
1.190,85
290,10
234,00
Total
6.769,60
20.379,40
7.340,99
2.427,27
3.413,75
Fonte: Pyxis Consumo – Versão 2012 - IBOPE Inteligência
O potencial refere-se apenas ao consumo domiciliar, ou seja, às compras de pessoa física junto a varejistas do ramo e inclui calçados masculinos (social, chinelo e sandália), calçados femininos (social, bota, sandália, tamanco, chinelo e sapatilha), calçados esportivos (tênis e sapatênis adulto) e calçados infantis (tênis, sandália, sapato, bota, chinelo e sandália).
Portal do empreendedor

Empresa brasileira investe em produção pioneira de cápsulas de café

O Brasil é o maior produtor mundial de café, responsável por 33% de toda a produção global. Só em 2012, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o país colheu uma safra recorde de 50,83 milhões de sacas de 60 quilogramas do produto.
Dentro desse mercado sempre em expansão, a empresa brasileira Leonardi saiu na frente e apresenta aos torrefadores cápsulas biodegradáveis de café. A proposta é terceirizar a fabricação da bebida em cápsula com o objetivo de prover a diversificação dos produtos que os torrefadores oferecem aos seus clientes. Por meio da aplicação de uma tecnologia italiana, a Leonardi industrializa o café com fechamento individual, conservando, assim a qualidade, aroma e sabor. “O mercado de café está em constante transformação e nosso principal objetivo é estimular o desenvolvimento de cápsulas de café no Brasil, defender o setor de torrefação nacional e se posicionar neste segmento que, atualmente, é comandado por empresas estrangeiras”, reforça Monica Leonardi, que atua há 25 anos no ramo.
Nos últimos dez  anos, o mercado de cafés especiais cresceu consideravelmente. Muitos produtores de café verde entraram no segmento de torrado com seus produtos, vindo a somar com os torrefadores já existentes. “O Brasil já se consolidou como o primeiro, maior produtor mundial e segundo maior consumidor de café. Com esse novo desafio, desejo dar a oportunidade  do consumidor  degustar o  produto nacional, agora também em cápsulas.  Nosso maior foco é manter a qualidade do cafezinho brasileiro, a  preocupação com a saúde e a responsabilidade com o meio ambiente,  por meio de embalagens biodegradáveis”, explica a empresária.

O custo de cada produto promete ser competitivo e inicialmente em doses duplas.  A expectativa de produção  para o primeiro ano é de 3 milhões de cápsulas. “Trata-se de uma grande oportunidade ao mercado, já que o processo de café expresso em cápsulas é um projeto inovador no mercado brasileiro. A proposta vem agregar valor aos diversos estabelecimentos que fornecem o produto na xícara,  proporcionando padronização e facilidade de manuseio no preparo da bebida”, completa Mônica.
Fonte: Empreendedor.com

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