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Modernizar o estado brasileiro, um desafio inspirador
Daniel Vargas foi ministro aos 30 anos e mantém aceso o desejo de inovar dentro da administração pública. Se você também quer usar o conhecimento para transformar o Brasil, inscreva-se no Prêmio Jovens Inspiradores
Daniel Vargas
Aos 30 anos de idade, Daniel Vargas, mestre e doutor em direito pela Universidade Harvard, foi nomeado ministro de estado. Da experiência incomum para alguém tão jovem, tirou uma lição que serve de motivação a todos que, como ele, sonham alto. "Se eu cheguei aonde cheguei, não é porque tudo o que eu fiz deu certo. É porque eu consegui errar antes, aprender com meus erros e seguir adiante", diz Daniel, hoje com 34 anos, no vídeo exibido abaixo. Outra declaração do jurista pode inspirar todos os brasileiros que aspiram ver mais eficiência na administração pública em todos os níveis e Poderes. "Eu trabalho pela inovação pública, no estado e na sociedade civil." A experiência como ministro, já encerrada, ajudou nessa tarefa: levou Daniel a visitar todos os estados brasileiros e a conhecer o que é preciso para modernizar a máquina pública. "Minha causa é dedicar minha força de trabalho a ajudar o Brasil a se desenvolver", diz.
Jovens que, como Daniel, querem usar o conhecimento em qualquer área para transformar o Brasil podem buscar apoio no Prêmio Jovens Inspiradores 2013. Ao longo de oito meses, o concurso vai selecionar estudantes ou recém-formados com espírito de liderança e compromisso permanente com a busca da excelência. A triagem será feita pela análise de depoimento em vídeo e ficha de inscrição. Os vencedores ganharão bolsas de estudo no exterior, um ano de orientação profissional com nomes de destaque do meio empresarial e político (mentoring), um troféu e ingresso na Comunidade Fundação Estudar.
Por trás do prémio está a visão de que, para se tornar um país mais justo, desenvolvido e bem administrado, o Brasil precisa formar líderes capazes de desatar os nós que ainda tolhem os setores público e privado. O PJI é promovido por uma parceria entre VEJA.com e Fundação Estudar.
Fonte: revista veja
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr
Inadimplência das empresas é a menor em dez anos, aponta Serasa
O movimento de empresas com dívida em atraso, em maio deste ano, foi 2,2% menor do que em abril e 3,4% abaixo de igual mês do ano passado, revertendo a situação registrada em abril quando houve alta de 1,7% sobre março e de 8,1% na variação anual.
Esse desempenho melhor no endividamento das empresas, porém, está associado a um comportamento de cautela e conservadorismo, disse o economista da Serasa Experian, Carlos Henrique de Almeida.
"As atividades na economia no Brasil crescem de forma mais lenta diante da maior incerteza [gerada] pelo cenário político em meio à elevação dos juros; desvalorização cambial; inflação, que pressiona custos; crédito mais seletivo e menor demanda das empresas por crédito", disse ele.
No acumulado de janeiro a maio, no entanto, a inadimplência aumentou 0,9%. As dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água) tiveram um valor médio de R$ 802,36, com alta de 3,4% sobre igual período de 2012.
Já no caso das dívidas com bancos, cujo valor médio atingiu R$ 5.212,82, ocorreu recuo de 1,1%. Os títulos protestados com valor médio de R$ 1.999,46, cresceram 4,4%. E os cheques sem fundos com um valor médio de R$ 2.601,23 representaram aumento de 18,7%.
Na comparação com abril, as dívidas não bancárias caíram 1,8%; com os bancos aumentaram 4,3%; os protestos foram 8,7% menores e os cheques sem fundo tiveram recuo de 1,1%.
Fonte: uol.com/economia
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr
Salário de quem tinha faculdade era mais de 3 vezes o dos demais trabalhadores em 2011
A diferença média de salário entre os brasileiros que têm diploma e os que não têm era de 219,4% em 2011, segundo dados do Cadastro Central de Empresas (Cempre), divulgados nesta sexta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE ).
A pesquisa reúne 5,1 milhões de empresas e organizações formais ativas, públicas e privadas, em todo o país.
Mapa interativo mostra a evolução do emprego formal em SP; veja
Segundo a pesquisa, em 2011, 82,9% dos assalariados no país não possuíam curso superior, enquanto 17,1% tinham graduação. Trabalhadores com nível superior ganhavam, em média, R$ 4.135,06 por mês, enquanto que os demais tinham um salário médio de R$ 1.294,70.
De acordo com Denise Guichard, gerente de análise do Cempre, o elevado percentual de empregados sem nível superior se deve, principalmente, ao fato de os serviços terem ampliado sua participação na atividade econômica brasileira. Esse tipo de atividade, em geral, demanda profissionais menos qualificados.
"O comércio se manteve pelo segundo ano consecutivo como o segmento que mais gerou empregos formais no país. Esse tipo de atividade costuma contratar gente com menor nível escolaridade e por isso o percentual elevado nessa categoria", afirmou.
Na comparação entre homens e mulheres, o levantamento constatou que, entre 2010 e 2011, o aumento do número de mulheres ocupadas foi superior ao de homens: 5,7% e 4,7%, respectivamente. Mas os homens ainda são maioria entre os trabalhadores: 57,7%.
No quesito remuneração, os homens continuam ganhando mais, com salários 25,7%, em média, maiores que o das mulheres.
| Editoria de Arte/Folhapress | ||
SALÁRIO
A pesquisa revelou também que o salário médio do brasileiro cresceu 8,7% em termos reais (acima da inflação) entre 2008 e 2011. No período foram gerados 6,8 milhões de novos vínculos empregatícios.
No ano de 2011, o comércio foi o setor que mais absorveu mão de obra. O segmento foi responsável pela ocupação de 8,5 milhões de pessoas, 18,9% do total de empregados. A indústria de transformação veio em segundo lugar, dando ocupação para 8,2 milhões (18,2%), seguida pela administração pública, com 7,7 milhões (17%).
No mesmo ano, os salário mais altos foram registrados no setor de eletricidade de gás, com média mensal de R$ 5.567,73, seguido pelo setor financeiro, de seguros e serviços relacionados, com média de R$ 4.213,65 por mês.
Já as piores remunerações foram registradas no setor de alojamento e alimentação (R$ 858,92, em média por mês), seguido pelo de atividades administrativas (R$ 1.110,16, em média).
Clique no mapa abaixo para ver os setores com melhor e pior remuneração em cada região do país. Para acessar o mapa, é preciso estar usando um dos seguintes navegadores: Chrome, Firefox, Opera ou Safari.
| Editoria de Arte/Folhapress | ||
Fonte: folha online
sábado, 25 de maio de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr
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