Estratégia da evolução constante do produto é ensinamento dos games de esportes

Você acha que a indústria do vídeo game lança novas versões de jogos esportivos apenas para aumentar o lucro no fim do ano? Bem, você está certo. Um dos principais resultados dessa política é esse mesmo: arrecadar mais. Existe, entretanto, algo por trás dessa conclusão que pode servir de inspiração para pequenos empreendedores. A estratégia da evolução constante do produto é o que faz com que a arrecadação com esses produtos seja sempre alta.
ReproduçãoÉ claro que os fanáticos pelos games de futebol adoram as atualizações de times e campeonatos - o mesmo aplica-se para quem joga o simulador de Fórmula 1. Mas a evolução é constante em outros aspectos. Os desenvolvedores buscam, em cada nova versão, ampliar a experiência do jogo, que tornar-se também cada vez mais próximo da realidade. Erros de versões anteriores também são revisados.

A nova versão da franquia Pro Evolution Soccer (PES), por exemplo, facilitou a escolha do jogador que pretende disputar o Campeonato Brasileiro de futebol. Antes, para jogá-lo, era preciso percorrer um caminho de 'cliques' longo e tortuoso. Lojas especializadas, inclusive, receberam telefonemas de jogadores iniciantes com dificuldade para encontrar a liga mencionada.

A empresa responsável pelo jogo também criou um modo simples de customizar o jogo - ao ligar o vídeo game pela primeira vez com o novo disquinho de Blue Ray, o usuário é convidado a informar por qual time torce. Ao fazer essa escolha, terá a tela inicial customizada com as cores da equipe e os principais lances de partidas do time - se você optar por disputar competições com a agremiação.

Mas se erros desaparecem, outros surgem. Ao escolher disputar o Campeonato Brasileiro com o São Paulo Futebol Clube, por exemplo, a primeira disputa será contra o Cruzeiro. O jogo começa e o narrador da versão brasileira, Silvio Luiz, e o comentarista Mauro Beting fazem uma rápida introdução a respeito do tricolor...carioca. Falam da história e das cores do Fluminense.

A lição para os empreendedores? A inovação é alma do negócio, mas aprimorá-la constantemente significa, para o empreendedor, o combustível necessário para continuar a crescer, crescer, crescer...

Fonte: Estadão.com
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

Precisamos de mais empreendedores e menos funcionários públicos

Nos últimos anos, tornou-se uma febre a corrida para garantir uma vaguinha pra ser um empregado do Governo. Em meio a um forte desequilíbrio de suas contas públicas, o Governo não se acanha e continua contratando dezenas de milhares de novos empregados todos os anos, sem que percebamos uma melhoria na qualidade dos serviços que são oferecidos à população, que, diga-se de passagem, continuam uma vergonha.
Numa pesquisa recente, ficou claro que o principal motivo que define o fato de que mais de 12 milhões de jovens todos os anos sonhem em se tornar um empregado do governo não é pela sua vocação, ideologia ou patriotismo, mas sim pela famigerada ESTABILIDADE. Ou seja, a garantia que jamais serão mandados embora.
Fonte: Administradores.com

Acordo de fusão enterra projeto de supertele nacional, dizem analistas

O acordo de fusão anunciado nesta quarta-feira (2) pela Oi e a Portugal Telecom pode ajudar a reduzir as dívidas da companhia e tornar a operadora brasileira mais competitiva. Por outro lado, a criação da multinacional CorpCo sepulta definitivamente o projeto de criar uma "supertele verde e amarela", com sócios majoritários brasileiros, segundo analistas do setor ouvidos pelo G1.
"O projeto como foi concebido inicialmente pelo governo, de uma tele puramente brasileira, 100% nacional, com ambições internacionais, isso foi enterrado hoje", avalia Ari Lopes, da Informa Consultoria. "O que vem no lugar, entretanto, é algo bem mais realista, factível e positivo, pois a Portugal Telecom é o único sócio do grupo de controle que é do ramo, e é uma empresa que conhece o Brasil e tem visão de longo prazo", completa.
Da esquerda para direita: Zeinal Bava, presidente executivo da Portugal Telecom; Otávio Azevedo, presidente do Grupo Andrade Gutierrez e Pedro Jereissati, vice-presidente do Grupo Jereissati Participações (Foto: Marcos Pinto/Divulgação)Em 2008, a Oi (antiga Telemar), uniu-se à Brasil Telecom. Para que a operação fosse realizada, porém, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) precisou alterar o Plano Geral de Outorgas de Serviços de Telecomunicações (PGO). Além disso, o governo federal mobilizou bancos estatais e fundos de pensão, que ajudaram a financiar a reestruturação acionária da empresa, que tem como maiores acionistas nacionais, a Andrade Gutierrez e a La Fonte, de Carlos Jereissati.
Para o consultor de telecomunicação Virgilio Freire, ex-presidente de Vésper, a ideia de supertele começou a ruir em 2010, quando a Portugal Telecom adquiriu uma participação de 22,4% do capital da Oi, num negócio estimado em R$ 8,4 bilhões.
"Essa ideia que o Lula tinha de campeões nacionais foi literalmente para o brejo. A Oi nunca esteve bem e em condições de se internacionalizar. Não tem operação boa e está nas mãos de grupos privados que só entraram lá para ter lucro", critica o consultor.
Para Ari Lopes, a fusão deverá trazer mais estabilidade para a gestão da Oi e maior tranquilidade ao mercado. "Os sócios estavam ali basicamente querendo retorno sobre o investimento. Reflexo disso é que mesmo com a receita caindo e lucro baixo, a Oi nunca nunca mudou a política de pagamento de dividentos, o que é problematíco num setor que precisa investir capital intensivo", diz.
Setores do mercado já especulavam sobre a união das duas companhias, em apostas que foram reforçadas depois de de junho, quando o executivo Zeinal Bava deixou o comando da Portugal Telecom para presidir a Oi.
Empresa brasileira ou portuguesa?
O acordo anunciado nesta quarta prevê um aumento de capital de pelo menos R$ 13,1 bilhões na operadora brasileira e a criação de uma operadora multinacional com operações envolvendo uma população de 260 milhões de pessoas e mais de 100 milhões de clientes, incluindo Brasil, Portugal e países da África.
Para o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, a maior parte do capital da nova empresa vai continuar na mão de investidores brasileiros. Os analistas consultados pelo G1, porém, afirmam que ainda há dúvidas sobre a divisão acionária da companhia.
"Como vai ter capital dos dois lados, não está claro. Mas eu diria que se vai ser uma empresa luso-brasileira", analisa Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco, destacando que o acordo de fusão prevê aumento de capital, o que pode diluir participação de alguns dos atuais acionistas. "O grande desafio da nova empresa será o mercado brasileiro, que é grande, exige altos investimentos, e a Oi tem um endividamento alto", completa.
O ex-ministro das Comunicações e sócio da Orion Consultores, Juarez Quadros, avalia que, por enquanto, a maior parcela de ações da futura nova empresa pende mais para o lado brasileiro. "Como a companhia será listada no segmento Novo Mercado da Bovespa, as ações serão muito pulverizadas. Mas eu diria que se trata agora de uma supertele luso-brasileira", afirma.
Executivos durante comunicado a jornalistas feito por videoconferência na sede da Oi, no bairro do Leblon, na zona sul do Rio de Janeiro (Foto: Wilton Junior/Agência Estado)
Executivos durante comunicado feito por videoconferência na sede da Oi (Foto: Wilton Junior/Agência Estado)
Para ele, o discurso em defesa de uma supertele nacional foi feito muito mais com o objetivo de garantir a fusão entre a Oi e a Brasil Telecom. "É impossível garantir uma empresa genuinamente nacional, exceto em países muito fechados", diz Quadros, que considerou a nova união positiva.
"A Oi passará a ter agora uma projeção multinacional, vai passar a operar além da fronteira e tem a seu favor o fato do Brasil ser a principal aposta para novos aportes e o mercado que a Portugal Telecom mais vê potencial de crescimento", avalia.
Capital pulverizado e gestão 'mais portuguesa'
As companhias afirmaram que os atuais acionistas da TelPart (Telemar Participações), controladora da Oi, e um veículo de investimento administrado e gerido pelo BTG Pactual, participarão da operação de aumento de capital com subscrição de cerca de R$ 2 bilhões. Ao final do processo, acionistas da Portugal Telecom terão 38,1% da CorpCo.
Para Ari Lopes, apesar da pulverização do capital, a gestão e direção estratégica da nova companhia deve acabar sendo definida pela parte portuguesa. "É preciso aguardar para ver como é que os parceiros e fundos de pensão vão se posicionar, mas se será mais brasileira ou mais portuguesa é mais ou menos como perguntar hoje se a InBev (empresa resultante da fusão entre a belga Interbrew e a brasileira AmBev) é brasileira", compara o consultor.
Em entrevista, Zeinal Bava, que será o CEO da CorpCo e suas subsidiárias, afirmou que foi identificado na operação de fusão "mais de R$ 5 bilhões em sinergias".
O consultor Virgilio Freire afirma ter dúvidas de que a união, mesmo após a reestruturação das companhias e provéveis cortes, resultará em aumenta da lucratividade. "É uma fusão do coxo com o manco, não pode dar uma boa coisa", opina.
Para Lopes, da Informa, além dos ganhos operacionais, a união também poderá ajudar as companhias na relação com os seus credores. "Os dois grupos estão com problemas de dívidas. Separados e endividados, poderiam seguir o caminho de uma Telecom Itália, com alguma gigante chegando para comprar os pedaços. Juntos, começam a dar uma resposta mais forte para o mercado e se começa a ter uma perspectiva de redução de custos", conclui.

Fonte: Economia/g1

Produção de veículos acumula alta de 13,9% no ano

Em meio ao cenário mais fraco de vendas no mercado interno, a produção de veículos teve leve desaceleração em setembro após recorde mensal registrado em agosto.
A queda na comparação entre os dois meses foi de 2,5%, para 332 mil unidades. O volume, contudo, ainda é 15,2% superior ao registrado em setembro do ano passado (288,2 mil unidades).
De janeiro a setembro, as 2,841 milhões de unidades produzidas já representam um avanço de 13,9%, frente ao mesmo período de 2012.
Os dados foram divulgados pela Anfavea (associação das montadoras) nesta sexta-feira (4).
EXPORTAÇÕES
Neste segundo semestre as exportações têm ajudado a compensar a perda de fôlego no mercado nacional, sustentando o ritmo de produção nas fábricas.
As vendas ao exterior somaram 45,5 mil unidades --avanço de 66% na comparação com o mesmo do ano passado. No ano, o crescimento já chega a 31,6%.
Enquanto isso, o volume registrado no Brasil no mês passado, de 309,8 mil unidades, embora superior a setembro de 2012, não foi suficiente para reverter o quadro de retração no acumulado do ano, que ficou negativo (-0,3%) pelo segundo mês seguido.
Fatores como a restrições de crédito e ainda baixa confiança do consumidor têm limitado o ritmo do setor a um nível inferior ao observado nos últimos anos.
PROJEÇÕES
Diante desse cenário, a Anfavea revisou, no último mês, suas projeções e passou a prever um crescimento de 1% a 2% nas vendas de 2013. Analistas não descartam, porém, a hipótese de que o ano encerre no vermelho, o que seria o primeiro resultado negativo desde 2003.
As montadoras contam com uma possível antecipação de compras nos dois últimos meses para salvar o ano, como observado em períodos anteriores ao fim da redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). O benefício se encerra por completo em janeiro.
Para a produção, o cenário é de otimismo. A expectativa é alcançar um crescimento de 11,9% em 2013.

Fonte: folha online

Dicas para o micro e pequeno empresário evitar a falência

Nos oito primeiros meses de 2013, o Brasil viu surgirem 1,25 milhão de novas empresas, de acordo com o Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas – um bom panorama, demonstrando que apesar do cenário de atividade econômica fraca e inflação alta os empresários brasileiros continuam confiantes. Entretanto, não basta apenas espírito empreendedor: é preciso saber fazer uma boa gestão, administrando (e corrigindo) possíveis falhas, sem pressa e com planejamento financeiro. A ausência destas diretrizes faz com que, enquanto muitos empreendimentos sejam iniciados, outras tantas empresas corram o risco de fechar.
De acordo com os especialistas da Serasa Experian, a falta de gestão administrativa profissional e a ausência de diretrizes financeiras claras leva grande parte dessas companhias, principalmente micro e pequenas, a fecharem as portas em pouco tempo – tanto que, nos mesmos oito primeiros meses de 2013, 44% das empresas que tiveram falência decretada foram MPEs. O despreparo na condução dos negócios e a ansiedade dos empresários frente às dívidas podem selar o destino dessas empresas.
Diante de uma crise financeira interna, muitos empreendedores acreditam que as vendas vão crescer e as contas em aberto serão sanadas no próximo mês – o que, na maioria das vezes, não acontece. Segundo os economistas, entender que a crise é real consolida o primeiro passo para tirar a empresa da UTI.
Veja mais dicas dos economistas da Serasa Experian:
1. Reconheça as dívidas
Anote quanto você deve a cada fornecedor, instituição financeira e ao Governo (taxas e impostos), bem como eventuais atrasos de pagamento e encargos aos funcionários.

2. Identifique os erros
Procure entender os fatores/situações que levaram sua empresa a estar no vermelho. Falhas na gestão? Compras mal dimensionadas? Custos elevados? Precificação incorreta de produtos e serviços oferecidos?

3. Corte gastos
Identifique e corte os excessos, como o uso de telefones fixos ou móveis e o desperdício de energia e materiais.

4. Localize dívidas mais graves
Identifique as dívidas em pior situação: aquelas que acarretam juros altos e impossibilitam a tomada de capital de giro ou ainda dívidas que impossibilitem a continuidade do negócio – como dívidas com fornecedores de matérias primas. Lembre-se de que, no caso dos impostos atrasados, há a possibilidade de parcelamento, muitas vezes em até 60 meses sem juros. Em seguida, identifique quem é o credor desta dívida – para procura-lo e tentar negociar a dívida em aberto.

5. Estabeleça condições reais de pagamento
Ao renegociar, saiba qual sua verdadeira capacidade de pagamento, tendo em vista a crise que a empresa atravessa – e tenha essa capacidade em mente. Pedir um alongamento do prazo para possibilitar a redução do valor de cada parcela é uma boa maneira de não se comprometer com parcelas que estão além da sua capacidade financeira.

6. Evite o efeito bola de neve
Muitas empresas fecham as portas porque postergam as ações emergenciais diante da crise financeira. O ideal é procurar os credores para tentar renegociar as dívidas antes que elas escapem ainda mais do controle, o que acarretará descrédito do mercado e perda de fornecedores, além de restrições cadastrais.

7. Peça ajuda
Quando o apoio técnico de uma consultoria especializada couber no orçamento, vale a pena recorrer. Grandes aliadas podem ser ferramentas que permitem o acompanhamento de quando apontamentos negativos estão sendo incluídos ou excluídos do CPNJ da empresa. Vale ainda fazer o monitoramento da inclusão das pendências financeiras relativas aos sócios, uma vez que estas informações também são consideradas na análise de crédito da empresa.

8. Faça planos
Estabeleça metas a serem alcançadas no curto, médio e longo prazo. À medida que conseguir atingir os objetivos, o empreendedor se sentirá mais forte para seguir adiante.

9. Aprenda com os erros do passado
Uma empresa em crise é a prova de que algo foi mal executado. Ao tentar sair do colapso financeiro, evitar cometer os mesmos erros é pré-requisito para o crescimento da MPE.

Fonte: administradores.com
Posted by Executive Consultoria Jr

Com negociações paralisadas, greve dos bancários prejudica clientes


   
A greve dos bancários chega ao décimo quinto dia com negociações paralisadas. Segundo o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, Carlos Cordeiro, a última vez que as duas partes se reuniram foi no dia 5 de setembro, antes do início da greve. “Não há proposta. A única coisa que tem na mesa é reajuste do INPC [Índice Nacional de Preços ao Consumidor]”, disse Cordeiro. Os bancários reivindicam aumento de 11,93%, entre outras reivindicações. A proposta da Federação Nacional dos Bancos é reajuste de 6,1% nos salários.
A falta de acordo impõe transtornos aos clientes. O auxiliar financeiro Márcio do Nascimento Oliveira diz que procurou por funcionários para tirar dúvidas na agência, mas não encontrou ninguém para ajudar. “A gente quer tirar uma dúvida e não tem [quem nos atenda]”, disse. O aposentado Esídio Osório não sabe usar o caixa eletrônico. “Preciso de dinheiro para pagar a prestação e não consigo. Eu não sei operar o caixa direito e o dinheiro tem que estar trocado”, contou. O salgadeiro Emídio Carneiro reclama por não conseguir receber um seguro, devido à greve. “Vim para receber o seguro e não tem como receber. Aí fica difícil”, diz.
A orientação de órgãos de defesa do consumidor, no caso de um cliente precisar resolver problema com urgência, e a sua agência estiver fechada, o banco deve orientar sobre outro local para atendimento. O cliente pode ligar para o serviço de atendimento ao cliente do banco.
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

Fiat lidera vendas em setembro, apura Fenabrave









                                                                                                                                                              
São Paulo - Com 63.207 unidades comercializadas de automóveis e comerciais leves e participação de 21,99% no mercado, a Fiat liderou o ranking de vendas de veículos no mês de setembro, nos dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), divulgados nesta quarta-feira, 2.

A montadora foi seguida pela Volkswagen, com 55.940 automóveis e comerciais leves comercializados em setembro (19,03% de participação), General Motors, com 50.683 unidades (17,24%) e Ford, com 28.437 (9,67%).
O Volkswagen Gol foi novamente o carro mais vendido do país, com 22.060 unidades comercializadas no mês, seguido pelo Fiat Uno, com 14.528 unidades, e pelo Palio, com 12.896.
Já a motocicleta Honda CG 150 segue como o veículo motorizado mais vendido do Brasil. Em setembro, foram comercializadas 26.519 unidades.
FONTE: Exame

quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Posted by Executive Consultoria Jr

5 dicas para incentivar a capacitação da sua equipe









                                                                                                                                                           




Como incentivar a capacitação dos funcionários?

Respondido por Eduardo Ferraz, especialista em gestão de pessoas
Há uma enorme falta de mão de obra qualificada no Brasil e muitos empreendedores pensam, equivocadamente, que apenas grandes empresas têm cacife para capacitar bem seus funcionários.
Ocorre que as pequenas e médias empresas também devem investir, mesmo com poucos recursos, na capacitação de seus colaboradores para aumentar a motivação, a produtividade e os lucros do negócio. Seguem cinco dicas para incentivar seus funcionários a melhorar a qualificação.
1. Dê o exemplo
As pessoas respeitam muito mais o líder que mantém a coerência entre o discurso e a prática diária. Se você quer sua equipe sempre em busca de melhorias, dê o exemplo, aperfeiçoe-se constantemente e mostre o resultado de seu aprimoramento.
2. Replique o conhecimento
Use a expertise de seus colaboradores e incentive que eles ensinem e transmitam seus conhecimentos aos colegas. Muitas vezes, os melhores treinamentos são dados por gente de dentro da empresa
3. Reconheça o esforço
Sempre há pessoas mais dispostas a se capacitar, seja aprendendo por conta própria, seja aproveitando mais as oportunidades de treinamento que recebe da empresa. É muito importante reconhecer esse esforço extra propiciando mais chances às pessoas dedicadas.
4. Premie a inovação
Há funcionários que usam a capacitação para trazer melhorias nos processos da empresa. Premie explicitamente por meio de bônus em dinheiro, feedbacks em público ou treinamentos especiais a quem trouxer inovações.
5. Invista em treinamentos
Há treinamentos (Sebrae, Senac, escolas técnicas) com ótimo custo-benefício disponíveis no mercado. Invista recursos nesses cursos e, se não puder treinar toda a equipe, faça um revezamento e envie um funcionário de cada vez.
FONTE: Exame.

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