Posted by : Executive Consultoria Jr. sexta-feira, 28 de junho de 2013




O objetivo primeiro das empresas juniores é promover a melhor experiência de mercado aos alunos graduandos na instituição à qual ela é vinculada. Por esse objetivo entende-se fomentar o crescimento pessoal e profissional do aluno membro, por meio do oferecimento de serviços de qualidade e a baixo custo ao mercado.
As empresas juniores são criadas por alunos de graduação de uma instituição de ensino superior e devem ser sempre ligadas a um ou mais cursos de graduação. A gestão de uma EJ é feita pelos próprios alunos. A empresa júnior não constitui em si uma pessoa jurídica específica. No Brasil as empresas juniores de forma associada tem buscado um entendimento de que a EJ estaria mais próxima de ser uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público.

O objetivo primeiro das empresas juniores é promover a melhor experiência de mercado aos alunos graduandos na instituição à qual ela é vinculada. Por esse objetivo entende-se fomentar o crescimento pessoal e profissional do aluno membro, por meio do oferecimento de serviços de qualidade e a baixo custo ao mercado. Dessa forma, além de atingir seu próprio objetivo, as EJs contribuem para o desenvolvimento do empreendedorismo em sua região. Em alta escala, o Movimento das Empresas Juniores (MEJ) contribui com uma importante parcela no desenvolvimento empresarial e econômico do país.

As EJ se enquadram no terceiro setor da economia, pois estão enquadrados no setor privado (portanto não são do Primeiro Setor) e não têm por fim último o lucro (excluindo-se do Segundo Setor). Dessa forma, acabam por ter reduzidos custos operacionais e de tributação, podendo oferecer serviços de qualidade a um custo baixo. As EJ atendem principalmente ao mercado das micro e pequenas empresas, que costumeiramente não tem acesso a consultoria sênior e enfrentam grandes dificuldades na gestão.

A fim de garantir um excelente aprendizado, todo o trabalho executado tem o acompanhamento e a orientação de um professor da respectiva área do conhecimento, visto que esses trabalhos são prestados como consultoria a todo tipo de empresa, embora o mercado maior seja o das MPE (micro e pequenas empresas).

Ex-alunos que passaram por empresas juniores contam com diferencial de conhecer o mercado, ter experiência de trabalho, conhecer a prática empreendedora e desenvolvimento de suas habilidades empresariais.



Como surgiu?

A primeira empresa júnior surgiu na França em 1967, na ESSEC (L´Ecole Supérieure des Sciences Economiques et Commerciales de Paris). Em 1986, quando já existiam mais de 100 empresas juniores francesas, o conceito começou a difundir-se pelo restante da Europa, onde encontrou novos formatos e ocasionou, em 1990, a criação da confederação européia de empresas juniores, a JADE (Junior Association for Development in Europe).

Hoje, existem empresas juniores por todo mundo, em pelo menos quatro continentes. Na França, onde é mais antigo, conta com cerca de 115 empresas juniores, que movimentam anualmente mais de 20 milhões de dólares, e envolvem diretamente cerca de 20.000 estudantes.

A idéia de empresa júnior foi trazida ao Brasil pela Câmara de Comércio França-Brasil, que em 1987 publicou um anúncio num jornal convocando jovens interessados em implantar uma empresa júnior. A anuncio deu resultado, e já nos anos seguintes, após viagens para a Europa, enfrentar burocracias e a oposição de muitas pessoas, surgiam as três primeiras empresas juniores do país: EJ-FGV, Júnior FAAP e Júnior Poli Estudos.

Em 1990, essas três empresas juniores, e mais os recém formados Júnior Mackenzie, GEPEA, Júnior 3E e Mauá Júnior, fundaram a FEJESP, primeira federação de empresas juniores das Américas. Poucos anos depois foram criadas a FEJESBA (Bahia) e a FEJESC (Santa Catarina).



Porque ser um Empresário Júnior ?


Num mercado de trabalho cada vez mais competitivo, é primordial que os estudantes busquem diferenciar-se cada vez antes. É uma tendência cada vez mais forte, assim como já ocorre em larga escala na Europa, que as empresas vejam a experiência em uma empresa júnior como um ótimo diferencial, demonstrando, além do aprimoramento obtido pelo trabalho júnior, a proatividade do aluno.

Uma Empresa Júnior complementa a formação acadêmica de um estudante em vários aspectos, pois proporciona a ele experiências como: administração de uma empresa, organização do trabalho em equipe, delegação de responsabilidades, participação efetiva em reuniões de trabalho, negociação com clientes, patrocinadores, fornecedores e parceiros
Exercícios de atividades financeiras e contábeis de uma empresa, decisões sobre políticas de imagem e prospecção de negócios e e contato direto com problemas e situações da realidade empresarial.



FONTE: Universitário


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